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Home Geopolítica

Destróier norte-americano reforçará Defesa da Turquia

Guilherme Wiltgen por Guilherme Wiltgen
28/12/2015 - 16:34
em Geopolítica
8
030114-N-3235P-501
At sea with  Jan. 14, 2003 -- The Arleigh Burke-class destroyer steams underway in the Mediterranean Sea as part of the USS Harry S. Truman (CVN-75) Battle Group.   The Donald Cook is on a regularly scheduled deployment conducting missions in support of Operation Enduring Freedom.  U.S. Navy photo by Photographer's Mate 1st Class Michael W. Pendergrass.  (RELEASED)

030114-N-3235P-501 At sea with Jan. 14, 2003 -- The Arleigh Burke-class destroyer steams underway in the Mediterranean Sea as part of the USS Harry S. Truman (CVN-75) Battle Group. The Donald Cook is on a regularly scheduled deployment conducting missions in support of Operation Enduring Freedom. U.S. Navy photo by Photographer's Mate 1st Class Michael W. Pendergrass. (RELEASED)

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USS Donald Cook (DDG 75)

Os Estados Unidos se comprometeram em destacar um dos quatro destróieres da classe Arleigh Burke posicionados na Base Naval de Rota (Espanha), provavelmente o USS Donald Cook (DDG 75), para o leste do Mediterrâneo caso ocorra uma escalada de tensão “na fronteira mais quente do planeta”, que separa a Turquia e a Síria.

Segundo o diário espanhol El País, os quatro destróieres possuem sistema de combate Aegis e mísseis SM-3 capazes de interceptar mísseis Scud, por isso “atuarão pela primeira vez como parte do escudo antimísseis da OTAN e completarão a proteção à Turquia que também será composta por mísseis antiaéreos Patriot espanhois e italianos (fabricados nos EUA).”

O jornal espanhol lembra que o Conselho de Ministros do país aprovou no dia 11 de dezembro a prorrogação por um ano — até dezembro de 2016 — de sua participação na operação Active Fence da OTAN.

Desde janeiro, o Exército espanhol posicionou uma bateria de mísseis Patriot, com seis lançadores e 150 militares no aeroporto de Adana, a 140 quilômetros da fronteira com a Síria. Após a retirada dos destacamentos dos EUA e da Alemanha, o Exército espanhol é o único que a OTAN tem para fazer frente a um ataque com mísseis balísticos.

“Especialistas militares advertem que uma única bateria é insuficiente para cobrir a ampla fronteira da Turquia com a Síria”, explica o jornal.

FONTE: Sputnik
FOTO: USN

Tags: Crise Rússia e TurquiaTurquiaUS NavyUSS Donald Cook (DDG-75)
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Comentários 8

  1. fbicabral says:
    10 anos atrás

    Acho que são acordos americanos com a Otan,mero protocolos que tanto russos quanto americanos ja sabem que ira ocorrer.
    Não vejo como uma escalada.
    Os russos encheram a região,os americanos ainda estão absorvendo a pancada.

    Responder
  2. Eduardo Ramos says:
    10 anos atrás

    Será que existe, ainda que remota a possibilidade do Donald Cook encontra-se ainda que seja por radar com o Moskva ?

    Responder
  3. fbicabral says:
    7 anos atrás

    Acho que são acordos americanos com a Otan,mero protocolos que tanto russos quanto americanos ja sabem que ira ocorrer.
    Não vejo como uma escalada.
    Os russos encheram a região,os americanos ainda estão absorvendo a pancada.

    Responder
  4. Eduardo Ramos says:
    7 anos atrás

    Será que existe, ainda que remota a possibilidade do Donald Cook encontra-se ainda que seja por radar com o Moskva ?

    Responder
  5. I Andre I says:
    10 anos atrás

    Estreiando meu acesso via conta. Mudanças fazem parte da vida.
    Toda essa movimentação militar está parecendo mais uma guerra fria disfarçada entre as duas potencias novamente. O simples envio desse destróier é uma escalada na tensão pela presença de um navio desse tipo. É cada uma que se lê desses noticiários.

    Responder
  6. Proud says:
    10 anos atrás

    As linhas da geopolítica já estão se formando na região da Síria conforme as potências planejaram. Agora cada uma reforçará sua posição. Acho que os Eua tem larga vantagem tanto em equipamentos quanto em influência.

    Responder
  7. I Andre I says:
    7 anos atrás

    Estreiando meu acesso via conta. Mudanças fazem parte da vida.
    Toda essa movimentação militar está parecendo mais uma guerra fria disfarçada entre as duas potencias novamente. O simples envio desse destróier é uma escalada na tensão pela presença de um navio desse tipo. É cada uma que se lê desses noticiários.

    Responder
  8. Proud says:
    7 anos atrás

    As linhas da geopolítica já estão se formando na região da Síria conforme as potências planejaram. Agora cada uma reforçará sua posição. Acho que os Eua tem larga vantagem tanto em equipamentos quanto em influência.

    Responder

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