Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados

Home Geopolítica

Esquadrão do Mediterrâneo muda de estratégia na costa síria

Luiz Padilha por Luiz Padilha
30/09/2013 - 20:43
em Geopolítica
0
Navios russos estão sendo enviados ao Mar Mediterrâneo em sistema de rodízio Foto: Reuters

Navios russos estão sendo enviados ao Mar Mediterrâneo em sistema de rodízio Foto: Reuters

0
compartilhamentos
193
acessos
CompartilharCompartilharCompartilhar
Chinese (Traditional)DutchEnglishFrenchGermanItalianJapanesePortugueseRussianSpanish
Navios russos estão sendo enviados ao Mar Mediterrâneo em sistema de rodízio Foto: Reuters
Navios russos estão sendo enviados ao Mar Mediterrâneo em sistema de rodízio Foto: Reuters

Apesar da diminuição da tensão internacional em torno da Síria, a força-tarefa da Marinha russa, denominada Esquadrão do Mediterrâneo, continua presente na região. Pelas declarações oficiais, a presença naval russa no Mediterrâneo tem por objetivo “evacuar os cidadãos russos em caso de um cenário catastrófico”.

Diante das notícias otimistas sobre os recentes acordos entre Rússia e EUA, o comando da Marinha russa deu novas ordens aos navios preparados para serem enviados ao Mar Mediterrâneo em sistema de rodízio. Assim, o contratorpedeiro Nastóichivi, o navio-capitânia da Frota do Mar Báltico, a lancha lança-mísseis Ivânovets, o navio lança-mísseis Chtil e o cruzador lança-mísseis Variag não serão mais enviados ao local.

A força-tarefa russa no Mediterrâneo é composta por duas fragatas lança-mísseis, a Neustrachími, da Frota do Mar Báltico, e a Smetlívi, da Frota do Mar Negro, além de oito navios anfíbios oceânicos de todas das quatro frotas da Rússia. Um grupo de dois a quatro navios anfíbios opera, em vai e vem constante, entre a cidade portuária russa de Novorosisk e o porto sírio de Tartus, transportando equipamentos militares, munições e armas. Os demais fazem parte da força-tarefa.

Cada navio anfíbio oceânico, como o Nikolai Filtchenko, é capaz de transportar mil toneladas de cargas ou 20 tanques ou 50 veículos blindados ou, como os navios do projeto 775, 500 toneladas de cargas ou 10 tanques ou  20 viaturas blindadas, além de 340 a 440 fuzileiros navais. Todos os navios anfíbios estão com sua capacidade de carga lotada, mas, enquanto alguns transportam armas para o Exército sírio, outros estão repletos de fuzileiros navais e material de guerra.

Pelas declarações oficiais, a presença naval russa no Mediterrâneo tem por objetivo “evacuar os cidadãos russos em caso de um cenário catastrófico”. Antes da guerra, havia na Síria 140 mil pessoas de nacionalidade russa, entre as quais funcionários públicos e familiares de sírios. Mesmo que a metade ou dois terços desses cidadãos tenham partido do país, o número daqueles que ainda lá permanecem equivale à população de um pequeno país, como a Ossétia do Sul.

Como um navio anfíbio oceânico pode levar a bordo 1.500 pessoas, no máximo, a embarcação só poderia ser usada para retirar o pessoal da própria embaixada russa.

Aparato extra

A força-tarefa também engloba um navio de reconhecimento de médio porte, o Priazovie. Esse navio de 3800 toneladas não tem armas poderosas nem  pode desenvolver grandes velocidades, mas está cheio de equipamentos de inteligência, entre os quais um conjunto de monitoramento via rádio, radares para vigiar o espaço aéreo a diferentes altitudes e sonares.

Desse modo, o Priazovie ajuda a revelar antecipadamente as intenções dos norte-americanos, turcos e israelenses, bem como monitora a atuação dos grupos rebeldes na Síria.

A operacionalidade da força-tarefa é assegurada ainda por cerca de dez navios de apoio, entre os quais três navios-tanques, rebocadores e navios salva-vidas e a oficina flutuante PM-138, além de alguns submarinos.

A China também mantém nas proximidades da Síria um grupo-tarefa naval comandado por um navio porta-helicópteros do projeto 071, com várias aeronaves e um batalhão de fuzileiros navais a bordo.

FONTE: Gazeta Russa

Tags: Mar MediterrâneoMarinha da Rússia
Notícia Anterior

Airbus entrega primeiro A400M, um avião militar de última geração

Próxima Notícia

Top 5 das inovações russas sobre rodas na RAE-2013

Luiz Padilha

Luiz Padilha

Notícias Relacionadas 

USS Los Angeles
Análise

Os 5 países que mais gastam com submarinos nucleares

27/12/2024 - 12:59
Naval

Marinha da Colômbia se juntou a Força Marítima Combinada para fornecer segurança no Mar Vermelho

02/02/2024 - 14:36
Naval

Drones ucranianos afundam a Corveta “Ivanovets” da Marinha Russa

02/02/2024 - 11:30
Carregar mais
Próxima Notícia

Top 5 das inovações russas sobre rodas na RAE-2013

Deixe uma resposta Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Destaque do DAN

Mac Jee assina contrato internacional de aproximadamente USD 60 milhões para fornecimento de munições de tecnologia avançada

Publicações DAN

  •  
  • Artigos

Saab Experience: Marcus Wandt revela como a AI vai ditar o futuro do Gripen E/F

Saab apresenta o primeiro Gripen F em Linköping

O Foco Estratégico da Saab na América Latina

Tecnologia em radares e sensores: A Saab Surveillance em Gotemburgo

Nova fábrica de espoletas: A expansão industrial da Saab Dynamics em Karlskoga

USS ‘Nimitz’ no Brasil: Um dia a bordo do “Old Salt”

SIATT entregará o primeiro lote de mísseis MAX ao Exército Brasileiro

  • Home
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval

© 2019 - Defesa Aérea & Naval. Criação web Tchê Digital

Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval