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Home Geopolítica

IRST da Lockheed Martin confirmado para o Super Hornet da US Navy

Luiz Padilha por Luiz Padilha
23/01/2015 - 16:24
em Geopolítica
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F-18_IRST-2
O sistema de search and track infravermelho está localizado na parte da frente do tanque de combustível da linha central no F / A-18E / F Super Hornet , como mostrado aqui. (Foto: Lockheed Martin)

 

A Boeing ganhou um contrato de US $ 135 milhões a adicionar o sistema de search and track infravermelho da Lockheed Martin (IRST) para a frota de F-18E/F Super Hornet da US Navy até 2015.

De acordo com a Lockheed Martin, o sistema de onda longa consegue detectar as ameaças no ar com 40 vezes mais precisão do que o radar em intervalos máximos de detecção, enquanto oferece um volume de digitalização comparável. O sensor será localizado na frente do tanque de combustível da linha central do Super Hornet, uma “localização com custo aceitável” de acordo com a Boeing. Esta instalação foi demonstrada pela primeira vez em uma aeronave Super Hornet de teste em NAS Patuxent River em 2009.

O IRST é uma versão atualizada do AAS-42, que foi utilizado pelo agora aposentado F-14D Tomcat. Por ser um sistema passivo, o IRSTS tem um lugar de destaque como parte do sistema de sensores de quarta geração em caças europeus e russos.

O IRST da Lockheed Martin faz parte do conjunto de sensores dos F-15K e F-15SG Eagles vendidos para a Coréia e Cingapura, e também está sendo adicionado aos F-15C Eagles da USAF. Para os potenciais clientes internacionais do F-18E/F, a Boeing está oferecendo uma versão do IRST montada no queixo do caça.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Defesa Aérea & Naval

FONTE: AINonline

Tags: F/A18E/FUS Navy
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Comentários 12

  1. Wellington Góes says:
    11 anos atrás

    Isto sim é uma gambiarra.

    Responder
    • Rafa says:
      11 anos atrás

      Disse tudo!

      Responder
  2. marcio says:
    11 anos atrás

    A desvantagem nesse IRST na frente do tanque da linha central é quando estiver em combate e for obrigado a alizar o tanque o IRST se perderá,como a Boeing a diz que foi o lugar mais aceitável por razões de custo poderá se tornar mais caro se a cada surtida de combate for necessário alizar o tanque pra ganhar mais manobralidade para escapar de algum SAM ou em Dogfght com caças inimigos.

    Responder
  3. Bosco says:
    11 anos atrás

    Caco,
    Independente dele deixar de ser fabricado ou não, o contrato é para suprir os caças já fabricados com um IRST externo. E o Super Hornet deve ficar operando na USN até pelo menos 2040.
    Como já existem centenas na USN, sairia muito caro reformar todos para que pudessem instalá-lo internamente. A melhor saída foi a opção da instalação externa junto ao tanque de combustível central, que nunca é ejetado.

    Responder
  4. Luiz Gabriel Garcia says:
    11 anos atrás

    Mais os gripen brasileiro não irão vir ja com os IRST ???

    Responder
    • Rafa says:
      11 anos atrás

      Skyward-G da Selex, eles informam que este sensor passivo pode identificar e travar um alvo a distancia de um míssil BVR, >100Km, veremos quando estiver pronto.

      Responder
  5. caco says:
    11 anos atrás

    Um contrato desse porte para um caça que iria deixar de ser fabricado?
    acho que ele nao vai deixar de ser fabricado tao cedo isso era chororo da boeing.

    Responder
    • Delta says:
      11 anos atrás

      “Desse porte”?? 135 milhões de dólares mal compra 01 (hum) F-18E.

      Abç.

      Responder
  6. Bosco says:
    11 anos atrás

    A alegação da necessidade do IRST pela USN é para se antecipar à crescente capacidade de ECM dos chineses.
    Não acredito que isso seja inteiramente verdade e acho que o maior motivo é se antecipar à operação de caças de 5ª G tanto por parte da China quanto da Rússia.
    O IRST aliado a versões de longo alcance do AIM-9X (por exemplo, o AIM-9X Block 3) dará alguma chance ao caça naval americano se ele der de frente com caças de geração acima do “inimigo”.

    Responder
  7. Carlos B. Crispim says:
    11 anos atrás

    Que pena que o Brasil não comprou o F18, esse sim é de dar medo nos inimigos, avançadíssimo, ultra-equipado com o que há de melhor, e ainda tem a versão de contramedida eletrônica, avião hiper experimentado em combate e idem na versão naval, pena que escolhemos o mais fraquinho de todos, enfim… Cada um tem o que merece, nós merecemos o Gripen.

    Responder
    • Delta says:
      11 anos atrás

      Com tantos superlativos (mega, ultra, hiper, super, tera…), vou passar a chamá-lo então de “Estrela da Morte”… rsrsrs!

      Abç.

      Responder
    • Rafa says:
      11 anos atrás

      … enfim… melhor Gripen NGBR do que SH chipado e downgrade…

      Responder

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