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Home Geopolítica

Marinha Peruana avalia a instalação de misseis em sua frota de submarinos

Luiz Padilha por Luiz Padilha
29/01/2015 - 17:53
em Geopolítica
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BAP Islay (S35)

No processo de modernização da frota de submarinos peruana, o primeiro comandante do BAP Islay (S35), e agora vice almirante (r) Gustavo Barragán Schenone, afirmou que se encontram em estudos um projeto para dotar os seis submarinos U-209 peruanos com capacidade para disparar misseis anti-navio e adquirir a variante para submarinos deste míssil.

O oficial que já deu baixa do serviço ativo, declarou a revista Monitor, da Marinha Peruana, que tal capacidade fortaleceria o efeito dissuasivo da força submarina peruana e que os equipamentos e armas poderiam ser transferidos no futuro para outros submarinos.

Desde 1866, quando começou a operar submarinos, a Marinha possui uma rica experiência no uso de submarinos de ataque.

O Perú tem participado em reiteradas oportunidades com seus submarinos em exercícios de guerra naval com a Marinha mais poderosa do mundo, a dos Estados Unidos, que costuma convidar submarinos latino americanos para avaliar suas capacidades de detecção, engajamento e destruição dos silenciosos submarinos diesel eléctricos. Um terço destas contribuições correspondem aos submarinos tipo U-209 da Marinha Peruana.

BAP Islay com US Navy

Um submarino com mais de 40 anos de serviço

A mais recente participação ocorreu em 2014 na edição do exercício SUBDIEX (Submarine Diesel Exercises), onde o submarino mais antigo da MP, o BAP Islay (SS-35), participou das manobras navegando por 136 dias. Durante este período completou 40 anos de serviço.

En 2013 se concluíram uma serie de trabalhos de atualização no submarino, dotando o mesmo com equipamentos desenvolvidos localmente como os sistemas de sonar e de tiro.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Defesa Aérea & Naval

FONTE: Infodefensa

FOTOS: US NAvy e Marina de Guerra Peruana

Tags: BAP Islay (S35)Marinha de Guerra PeruanaU-209
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Comentários 13

  1. Cassio Fraccari says:
    11 anos atrás

    Boa noite Padilha.
    O Peru usa os U-209 não? Eles são compatíveis com mísseis lançados de submarinos?

    Grato

    Responder
  2. Roberto Henrique says:
    11 anos atrás

    Achei que pelo menos o Tikuna possuía esta capacidade de também operar os Mísseis Exocet?

    Responder
  3. Henrique says:
    11 anos atrás

    Os submarinos brasileiros já operam os misseis Exocet MM40 e torpedos leves F21, correto?

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      11 anos atrás

      Negativo. Os novos SBr poderão opera-los. Os atuais apenas o MK-48.

      Responder
      • Tamandaré says:
        11 anos atrás

        Então que venham os Scorpéne….. e logo!! 10 subs convencionais (motor elétrico/diesel) e um nuclear estão bons só pro começo?

        Responder
    • Ricardo Augusto de Oliveira says:
      11 anos atrás

      Nós estamos sem dentes ou com meia dúzia?
      Da para trabalhar assim?

      Responder
  4. Marco says:
    11 anos atrás

    Os mísseis são essenciais aos Subs, principalmente nos elétricos, os Porta Aviões com seus Hawkeyes,Trackers, Black Hawks, Sea Kings, aeronaves com seus radares e sonoboias dificilmente deixarão um sub chegar perto, por isso disparar dois mísseis a 50km do alvo pode ser a única saída.
    O “25 de Mayo” nas Malvinas chegou a atacar duas vezes, com torpedos e cargas de seus Trackers e Sea Kings, submarinos Ingleses que tentavam intercepta-lo, um deles foi identificado com sendo o Sub Convencional Ônix o outro pode ser o Spartan sub atômico que também estava a espreita, mantendo-os a distância. Ao sul das Malvinas o Belgrano não tinha estes recursos e o Sub Nuclear Coqueror fez seu ataque fulminante.

    Responder
    • Adriano RCC says:
      11 anos atrás

      Eu fico até admirado que subs com idades avançadas consigam ser instalados esses tipos de armas, realmente dá um up em capacidades imensas.
      O desastre do Cruzador Belgrano foi uma das infelizes falhas dos argentinos nas Malvinas. Não sei ainda o que se passou nas cabeças da Armada Argentina em lançar o Belgrano naquelas águas sem proteção.

      Responder
    • Dalton says:
      11 anos atrás

      Marco…

      Há também o relato do SSN HMS Splendid que chegou a
      plotar o NAe mas o perdeu de vista quando mesmo regressava à base
      e o NAe nunca percebeu que estava sendo seguido.

      Os dois “ataques” que você mencionou nunca puderam ser comprovados
      que foram de fato contra submarinos conforme relatado no interessante
      site argentino ,www.institutoaeronaval.org assunto: Malvinas, depois
      Escuadrilla Aeronaval Antisubmarino.
      Acho que vale a pena dar uma olhada.

      Responder
    • Andre says:
      11 anos atrás

      .”..nos elétricos” Marcos? Submarinos nucleares e AIP também são elétricos. A função do reator, assim como do motor diesel, é gerar eletricidade. Portanto, todo submarino é elétrico.

      Responder
  5. Tamandaré says:
    11 anos atrás

    “Desde 1866, quando começou a operar submarinos, a Marinha possui uma rica experiência no uso de submarinos de ataque”
    A data deveria ser 1966, ou eu estou equivocado???

    Forte abraço amigos!

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      11 anos atrás

      O texto original está assim. Mas veja isso:http://en.m.wikipedia.org/wiki/Toro_Submarino

      Responder
      • Tamandaré says:
        11 anos atrás

        Grato Luiz, tenha uma boa noite!

        Responder

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