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Home Geopolítica

MD francês: é improvável que os navios Mistral acabem em portos dos EUA

Luiz Padilha por Luiz Padilha
07/07/2015 - 20:28
em Geopolítica
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Sebastopol-2

Os Estados Unidos não deram nenhuma indicação de que iriam comprar os navios de guerra Mistral que a França havia construído para a Rússia, segundo disse o ministro da Defesa francês Jean-Yves Le Drian, em discurso ao Fundo German Marshall dos EUA.

Em novembro de 2014, a França cancelou um contrato de 1,5 bilhão de dólares com a Rússia para a entrega de dois porta-aviões da classe Mistral, em consequência de pressões políticas derivadas da crise ucraniana.

O Ocidente acusa Moscou de interferir no conflito entre as tropas de Kiev e os independentistas no leste da Ucrânia, e a Rússia nega as acusações, destacando a falta de provas concretas que pudessem embasar as sanções ocidentais impostas contra o país.

mistral charge

“[O secretário de Defesa norte-americano] Ashton Carter não disse que queria comprá-los”, disse o ministro francês na segunda-feira (6), referindo-se ao encontro realizado no mesmo dia entre as partes.

Le Drian reconheceu que o governo francês foi incentivado a cancelar o contrato dos navios Mistral durante uma visita a Washington feita em outubro de 2014, mas disse que a decisão neste sentido foi “corajosa” e “estratégica”.

Respondendo a uma pergunta sobre a possibilidade de os porta-aviões acabarem em portos dos EUA, Le Drian brincou: “Se nós pudermos concordar com um preço, por que não?”

“Agora ninguém está falando sobre o Mistral, mas ele ainda está nos custando € 1,2 bilhão na situação econômica francesa, que é difícil”, ponderou.

Um acordo final sobre a indenização que a França deve pagar à Rússia pela rescisão dos contratos ainda está pendente. Moscou insiste em, aproximadamente, US$ 1,3 bilhão em compensação.

FONTE:Sputniknews

Tags: BPC SebastopolBPC VladvostokMistral
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Comentários 23

  1. Dalton says:
    10 anos atrás

    Tire…

    desconheço tal informação…o USMC opera seus LHDs/LHAs
    como parte de uma formação de 3 navios, os outros 2 sendo
    um LPD deslocando até mais que o Mistral e um LSD deslocando
    16000 toneladas, transportando entre eles os 2200 membros de
    uma “unidade expedicionária” e todo o equipamento além de
    cerca de 30 aeronaves.

    O próprio LPD é capaz de abrigar em seu hangar 1 MV-22 e outros
    4 no convoo ou mesmo transportar 4 AH-1Z.

    Um Mistral “quebraria” a atual doutrina, acrescentaria mais um fardo
    pesado à já complicada logística e manutenção e acima de tudo não
    há dinheiro sobrando para sair fora do que já está planejado que serão
    11 LHDs/LHAs, 12 LPDs e 11 novos LSDs , totalizando 34 navios, SE,
    tudo der certo e o não houverem mais cortes.

    Responder
  2. HMS_TIRELESS says:
    10 anos atrás

    Existem no USMC respeitáveis setores que defendem a aquisição desses navios, ao argumento (correto ao meu ver) de que em muitas situações é excessivo você mandar um LHD/LHA de 40.000 toneladas quando um Mistral de 21.000 toneladas, com um grupo aéreo composto por V-22, UH-1Z e AH-1Z seria mais do que suficiente. Alguns desses setores também defendem a compra do Super Tucano

    Responder
  3. antonio says:
    10 anos atrás

    ora ,ora a marinha poderia comprar estes dois navios e começar segunda e terceira esquadra
    ai sim e potencia e não ficar babando para chinas

    Responder
  4. Gabriel says:
    10 anos atrás

    Os russos deveria processar os franceses nos tribunais internacionais e exigir pagamento de todos os direitos. A Francês é o argentino da europa …..não pode deixar fácil!

    Responder
  5. marcio says:
    10 anos atrás

    Seria bem mais em conta gastar o valor destinado a modernização do São Paulo nessas Mistral caso a possibilidade de compra surja. A capacidade anfíbia do CFN com esses navios seria um grande salto operacional,como também na ajuda em caso de desastres naturais. Ao meu ver seria o melhor custo benefício do que modernizar uma belonave que ficará em serviço por apenas mais 15 anos após sua modernização.

    Responder
  6. Paulo Moraes says:
    10 anos atrás

    Já li um comentário de um engenheiro naval em outro sítio que o motivo de restrições dos EEUU referem-se às questões das técnicas estruturais e de solda adotadas no Mistral, que seriam informações úteis à Rússia, sobre “vulnerabilidade” nas construções nos navios de um importante ator na OTAN.
    Outro motivo que vejo seria dificultar o máximo possível a ampliação e fortalecimento de tropas de fuzileiros navais russos, cuja corporação nunca teve muita projeção, atuação e importância na época soviética.

    Responder
    • Dalton says:
      10 anos atrás

      Acho improvável Paulo que haja alguma relação entre o cancelamento do
      acordo dos Mistral com uma tentativa de dificultar a ampliação da infantaria
      naval russa, até porque não há interesse nem condições de se fazer
      uma ampliação significativa.

      Os navios seriam também utilizados pelo exército russo e substituiriam vários
      navios já antigos.

      O que de fato muda é que agora os russos terão que despender mais recursos e
      tempo para construir navios de projeto próprio, mas, não haverá nenhum aumento
      significativo da infantaria naval.

      Responder
      • Paulo Moraes says:
        10 anos atrás

        Dalton,
        Pelo Exército?
        Com este navio, as ações da Marinha e Exército abriria outras opções estratégicas. Lembrando que a Rússia não possui este tipo de embarcação, ainda que possa projetar e construir, resguardada as diferença comparado ao Mistral.

        Retificando, os EEUU tentam dificultar o máximo possível a ampliação DAS AÇÕES e o fortalecimento dos fuzileiros navais.
        Se os motivos não forem estes, só resta ainda a questão política. Talvez com a intenção de não permitir uma aproximação incômoda entre a França e a Rússia. Aliás, o intuito da Rússia vejo claramente como de ter tentado relações mais próximas da França, e consequentemente mais afastadas dos EEUU. Provavelmente, os EEUU fizeram alguma concessão para a França em troca do cancelamento deste contrato. Não se brinca com 1,6 bi de Euros.

        Dalton, li em algum artigo a intenção de Putin em reviver as “glórias” do exercito soviético. Neste artigo, inclusive, foi citado a ampliação de forças aeronavais e infantaria naval. Não tenho confirmação desta artigo. Você tem alguma informação, confirmando ou não, a respeito?

        Responder
        • Dalton says:
          10 anos atrás

          Paulo…

          o que chateou os EUA é que um importante membro da
          OTAN como a França estaria repassando aos russos toda
          uma base industrial e não apenas os navios, principalmente
          depois da crise na Ucrânia.

          Como os russos pretendiam ter 4 navios da classe “Mistral”
          2 em cada uma das 2 maiores frotas o que poderia garantir
          apenas um operacional durante a maior parte do tempo, não
          vejo que haveria um significativo aumento de força, sem falar que
          um Mistral apesar de suas qualidades é metade do tamanho
          de navios similares da Us Navy bem como dos que a China
          planeja construir.

          Também apenas 6 LSTs da classe Ivan Gren estavam planejados
          dois dos quais estão quase prontos após inúmeros atrasos e
          embora os russos os classifiquem como “grandes” são pouco maiores que os cerca de 20 LSTs muitos deles já idosos e que
          deslocam menos de 5000 toneladas no máximo.

          Também li que para substituir muitos desses velhos navios os
          russos estariam pensando em reativar um ou mesmo os dois
          Ivan Rogov de cerca de 14000 toneladas que foram preservados
          cuja reativação seria custosa, mas, talvez ainda mais rápida que
          construir navios novos como os Ivan Gren.

          Quanto a um aumento da infantaria naval também não é significativo, ainda continuará menor que na época da URSS que
          foi algo em torno de 18.000.

          O exército apesar de algumas unidades notáveis, ainda é formado
          na sua maioria por conscritos embora haja planos de uma maior
          profissionalização incluindo facilitar ainda mais a incorporação de
          “estrangeiros” .

          Responder
          • Paulo Moraes says:
            10 anos atrás

            Dalton,
            Esta informação sobre o contingente de fuzileiros soviéticos muitas pessoas desconhecem. Como um poderoso exército soviético tinha nas suas estratégias um contingente tão reduzido? O Brasil tem 15mil fuzileiros!

            Responder
            • Dalton says:
              10 anos atrás

              Paulo…

              aí é que está a “graça” da coisa ! Os EUA estão geograficamente longe de tudo, então necessitam investir mais em tropas
              “navais” e navios anfíbios que custam
              bilhões de dólares e como não há dinheiro
              sobrando estão sendo obrigados a fazer mil e uma peripécias incluindo adaptar
              navios auxiliares e mesmo criando navios
              com novas funções como os MLPs.

              Os russos não precisam disso e podem assim melhor priorizar seus recursos menores.

              A infantaria naval deles é ótima para mares fechados onde estão baseadas
              as duas frotas menores e um “reduzido”
              efetivo é mais fácil de se ter uma qualidade maior e a infantaria naval russa provavelmente encontra-se no mesmo nível do que há de melhor no mundo.

              No Brasil com nossa imensa rede fluvial
              se faz necessária uma grande presença
              de fuzileiros navais também, além da doutrina de ser capaz de deslocar tais forças profissionais e seu equipamento de um ponto a outro da nossa imensa costa.

              Claro que precisamos de uma força de
              navios anfibios compatíveis, mas, ao menos já garantimos um número razoável
              de militares muito mais capazes do que o
              exército pode fornecer.

              Responder
  7. filipe says:
    10 anos atrás

    Sinceramente ninguém entende, seria sempre um bom negócio para a França e a Russia, Têm países da OTAN que utilizam armamento russo (Grécia, Turquia, Países da Europa do Leste), nunca reclamaram da qualidade desses armamentos, A Russia agora pretendia fazer o inverso, deixar de lado os fantasmas da Guerra Fria e comprar Armamento num mercado livre, parece que o mercado não é tão livre assim, esse mercado têm dono, logo esse blá blá blá de zona de comercio livre é tudo tetra, os países não têm a liberdade de comercializarem o que querem e para quem quiserem, existem sempre um hierarquia, sem o aval dos americanos , nada feito, o Brasil aprendeu com o caso EMB-314 SuperTucano, os Estados Unidos vetaram , e não houve venda, No caso do Mistral é mais esquisito, que eu saiba esses navios não embarcam muitas tecnologias americanas,

    Responder
  8. alexandre farias says:
    10 anos atrás

    A OTAN só existe por causa da Russia , ai a França um dos principais membros do bloco decide vender um armamento tão estratégico como os Mistral para o ” inimigo” a Russia . Só podia acabar nesse vexame.

    Responder
  9. Ribeiro says:
    10 anos atrás

    Recentemente, naquela matéria sobre a rejeição do povo alemão em entrar em aventuras militares com a OTAN, postei neste mesmo sentido….
    A União Europeia vai entrar em guerra com Russia ou China um dia??
    A população está percebendo o que os governos ainda não perceberam… e enquanto isso, do outro lado do Atlântico, alguém está rindo…

    Abraços

    Responder
  10. Scalier says:
    10 anos atrás

    Cara… Sinceramente… Que coisa ridícula

    Eu não entendo o que leva esses países toscos a se colocarem contra a Russia só pra prestar solidariedade a um bando de nazistas do Maiden…

    Não da pra entender

    Nem fazendo muita força

    Responder
  11. cesar silva says:
    10 anos atrás

    devia acaba com essa novela e entrega os navios aos russos ou tenta vende-los aos indianos os indianos estão acostumando com material russo o que nao ia precisa de nenhuma alteração nos navios

    Responder
  12. dilson queiroz says:
    10 anos atrás

    ……….bem, quanto aos navios,os russos farão outro igual ou talvez melhor…. a França talvez va ressarcir o dinheiro que Moscou pagou adiantado nos tribunais….o Putin foi ingênuo e o Hollande subserviente…..Obama tá rindo do que os dois fizeram…….lamentável….tomara que os franceses não nos passem a perna no Prosub…..

    Responder
  13. Bráulio Silveira says:
    10 anos atrás

    A se a Marinha pudesse adquirir…

    Responder
  14. Topol says:
    10 anos atrás

    Há grandes chances de que após as eleições de 2017 esses navios ainda acabarão indo para a Rússia…

    A impopularidade e o fracasso da administração de François Hollande bateram recordes na França… A população francesa repudia suas atitudes e seu capachismo …

    A corrida presidencial vem sendo liderada pela líder do partido Frente Nacional francês Marine Le Pen, que já declarou que defenderá valores comuns com a Rússia e que pretende retirar a França da OTAN caso vença as eleições…

    Sua estratégia será de uma maior aliança e integração tanto da França quanto de toda união européia com a Rússia…

    Seus concorrentes são Alain Juppé do partido de direita e Nikolas Sarkozy (ex-presidente) em que ambos aparecem sendo derrotados por Marine em várias pesquisas de intenções de voto já realizadas…

    Isso mostra claramente, entre outras coisas, o quão contentes estão os franceses com o corte das relações com a Rússia que está sendo imposta a eles pelos EUA que só está prejudicando os próprios franceses e seus empregos…

    Responder
    • HMS_TIRELESS says:
      10 anos atrás

      Amigo Topol:

      Os franceses e russos já começaram a discutir os detalhes da rescisão contratual e da multa a ser paga. E provavelmente depois esses navios ou vão parar na marinha francesa ou serão vendidos a outro país (abre o olho Brasil!). E vida que segue…..

      Quanto à Marine Le Pen, recentemente me deparei com uma entrevista dela acho que no site da VEJA. Não consigo colocar o link aqui mas se você der uma boa busca vai achar. Então vou colocar minhas impressões sobre a bruxa nazifasci (não achei outra definição melhor para ela)

      Seus pontos de vista sobre a Europa e a UE são absolutamente retrógrados. Remontam a 1615 ou a alguma data anterior. Ele pretende, caso seja eleita, convocar um plebiscito acerca da permanência do país no bloco europeu, usando o argumento de que a UE possui de um modelo “totalitário” que usurpou soberania dos franceses. Para tanto ela usa a expressão “estado nacional” e, no caso, o “estado nacional francês” estaria sendo violado pelo bloco. Ocorre que o termo “Estado Nacional” remonta ao séc. XVI.

      Depois, em um momento que eu descrevo como “Stand Up Comedy” ela usa a expressão “Dumping Social” para definir o que seria “A eliminação dos direitos sociais locais que exacerba a concorrência entre os trabalhadores produzindo um efeito do qual apenas algumas multinacionais se aproveitam”. Como se vê, uma prosa típica de grêmio estudantil….

      Mais adiante ela demonstra todo o seu antiamericanismo rastaquera (se esquecendo que os EUA salvaram os franceses dos boches duas vezes) e coloca a culpa por todos os problemas da Europa e do mundo nos EUA. E fala em uma diplomacia “Independente dos EUA”. Contudo, ao discorrer sobre a crise na Ucrânia ela apenas repete os pontos de vista de Putin. Ou seja, ela defende não uma independência diplomática dos EUA mas sim o capachismo perante os russos.

      No plano econômico ela demonstra por incrível que pareça uma afinidade quase total com as teses (falidas) da esquerda, especialmente o esquerdismo pueril latinoamericano, mostrando todo o seu viés estatizante ao pregar que o Estado deve controlar setores da economia “essenciais ao seu desenvolvimento”. Vimos isso no Brasil e olha a operação lavajato aí…

      Mais adiante, ao falar de Chávez e Maduro, ela argumenta que embora defendam posições políticas diversas do partido fascista dela, ela não consegue esconder sua admiração a eles em virtude, logicamente, do antiamericanismo patológico. Como se vê, a distância que a separa do bolivarianismo equivale a zero.

      Falando de imigrantes, ela não consegue esconder sua profunda ojeriza aos mesmos. Nada mais natural para a filha de um criminoso de guerra…..

      Ao final da entrevista ela arremata com uma mentira grosseira. Diz que muitos judeus franceses esperam ansiosamente pela vitória do seu partido. Mentira! A Frente Nacional é um partido com viés claramente antissemita e a ascensão do mesmo é um dos fatores para o aumento da imigração de judeus locais para Israel.

      Por fim penso eu que para o bem da França e da própria Europa ela seja derrotada nas eleições de 2017, algo extremamente factível tendo em vista que nas eleições regionais desse ano quem se sagrou vencedora foi a direita capitaneada por um renovado Sarkozy. E é bom lembrar que do outro lado do canal a extrema direita do UKIP e seu líder fanfarrão foram derrotados pelo partido conservador de David Cameron (uma vitória espiritual da saudosa Dama de Ferro)

      Responder
      • Topol says:
        10 anos atrás

        Amigo, seja como for Marine Le Pen está vencendo nas pesquisas de opinião.

        Responder
        • HMS_TIRELESS says:
          10 anos atrás

          A eleição somente será em 2017. Ainda tem muito tempo…

          Responder
    • Adriano RCC says:
      10 anos atrás

      Concordo e somo mais, é ao ver de muitos a vergonha que foi entregue a França nesse capachismo de terceira linha, é um vexame atrás de outro a França outrora tão orgulhosa servir de vassalo absoluto aos EUA.
      É pouco provável que a reforma do A-12 saia pela DCNS.
      A MB deveria que atrelar a reforma do AMRJ e do A-12 SP a um navio de desembarque, mesmo que seja usado, daí veríamos se a França tem ou não tem espírito de cooperação.
      Abçs!

      Responder

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