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Home Geopolítica

MD português pede informação para eventual compra de cinco a seis aviões KC-390

Luiz Padilha por Luiz Padilha
25/01/2015 - 08:19
em Geopolítica
13
Ministro da Defesa de Portugal José Pedro Aguiar-Branco - FOTO: Andre Kosters

Ministro da Defesa de Portugal José Pedro Aguiar-Branco - FOTO: Andre Kosters

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Ministro da Defesa de Portugal José Pedro Aguiar-Branco - FOTO: Andre Kosters
Ministro da Defesa de Portugal José Pedro Aguiar-Branco – FOTO: Andre Kosters
O Governo solicita à Embraer que apresente “uma lista de opções dos diversos tipos de sistemas e custos associados”

O Ministério da Defesa solicitou informações à brasileira Embraer para a eventual compra de cinco a seis aeronaves KC-390, que irão substituir os C-130 da Força Aérea, refere o pedido de proposta a que a Lusa teve acesso.

O documento, assinado pelo ex-director-geral de Armamento e Infra-estruturas de Defesa, general Gravilha Chambel e datado de 29 de Dezembro, pede informações à empresa de aviação brasileira para “efeitos de planeamento” e para esclarecer se os KC-390 possuem “todas as características e capacidades necessárias para substituir” os Hércules C-130, que operam desde os anos 70.

Questionado pela agência Lusa sobre este processo, fonte do Ministério da Defesa confirmou “o início do processo negocial com a Embraer para a eventual aquisição dos KC390”, mas disse não ter recebido resposta do fabricante.

A mesma fonte referiu que “a substituição das aeronaves C-130 consta da nova lei de Programação Militar, aprovada [na generalidade] na Assembleia da República” na quinta-feira.

O objecto da proposta, pode ler-se, passa pelo “fornecimento de cinco a seis aeronaves KC-390 novas de fábrica”, certificadas “pelas autoridades competentes, com alcance intercontinental, capazes de executar operações estratégicas e tácticas, civis e militares, sem limitações”.

“A proposta deverá contemplar uma descrição exaustiva da aeronave, assim como o plano de entrega com base numa data de referência correspondente à celebração de um contrato”, refere o “request for proposal” (pedido de proposta), apresentado pelo ministério liderado por José Pedro Aguiar-Branco.

O Governo solicita à Embraer que apresente “uma lista de opções dos diversos tipos de sistemas e custos associados” e também “uma proposta para a opção de aquisição/disponibilidade sem restrições de utilização de um simulador em território nacional” para um eventual centro de simuladores em Alverca “para apoio internacional”.

FONTE: Ionline – Lusa

NOTA DO EDITOR: Contrariando o que tinha dito anteriormente junto aos deputados portugueses, agora o MD português emite um RFP para a compra de 5 a 6 aeronaves KC-390. Veja aqui a declaração anterior: 

Tags: EmbraerKC-390
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Comentários 13

  1. rui says:
    11 anos atrás

    Alem deste governo não ter credito na opinião da maioria dos portugueses, o que segundo apurei foi uma má interpretação jornalística como esta mencionado neste artigo, uma hipotética desistência poderia colocar em causa a participação das OGMA, da EEA e de 16 outras empresas envolvidas no projeto, e se este governo fizer a bobagem de desistir do projeto, como já fez com o A400, o futuro governo certamente levara em conta os impactos negativos.

    http://www.passarodeferro.com/2015/01/afinal-kc-390-ainda-pode-ser-m1776.html

    Responder
  2. rui says:
    11 anos atrás

    repito, sabem quanto tempo este ministro da defesa português vai permanecer no cargo?
    no máximo oito meses, não esqueçam que ele faz parte de um governo de total descredito em Portugal…

    Responder
  3. Ricardo says:
    11 anos atrás

    Pelo que eu entendi os C-130 portugueses vão se aposentar mais cedo do que se imaginava, logo, eles querem um avião que possua as mesmas características, ou seja que faça as mesmas missões. Porém, como o KC-390 ainda não foi testado nem sequer levantou voo (como os irmãos wright). Conclusão que tenho é que eles querem comprar pois sabem que o Brasil parcela a perder de vista, entretanto, não sabem se o negócio vai decolar (literalmente!).
    Infelizmente essa é a realidade de quem não tem onde cair morto, não conseguem comprar dos burocráticos “aliados and EUA” e para escapar de Rússia e China tem que recorrer ao Brasil, Israel e companhia (com peças fabricadas nos “aliados and EUA”) ou seja é uma sinuca de bico.

    SDS.

    Responder
  4. Edson says:
    11 anos atrás

    Ou vai ver que estamos entendendo mal, vai ver ele quer saber se pode fazer tantas vezes no cartão . . . .

    Responder
  5. Edson says:
    11 anos atrás

    Quer opções agora? . . . deviam botar, opção 1 sem motor, 2 sem uma das asas, 3 sem a fuselagem . . . . os caras estão de brincadeira . . . . .

    Responder
  6. Leonardo says:
    11 anos atrás

    Delírios trêmulos! Mesmo sabendo, torna-se necessário oficializa-lo. Simples assim!
    Que viagem, precisamos de todos que compram ou produzem a aeronave, todos fornecedores foram escolhidos por razões óbvias, isto é, estratégia.

    Responder
    • Fred says:
      11 anos atrás

      Pois é… muitas vezes, o fígado fala mais alto do que o cérebro.

      Responder
  7. lord56 says:
    11 anos atrás

    Por falar nele, porque não voou semana passada? Cheiro de problema no ar…
    Ps: sou fã da Embraer, mas ta esquisito esse mas ta esquisito esse adiamento

    Responder
    • Justin oliveira says:
      11 anos atrás

      E o pior é que não há notícia alguma ,nenhum site escreveu nada a esse respeito .Muito estranho mesmo.

      Responder
    • Aurélio says:
      11 anos atrás

      Primeiro o GF, tem que pagar à Embraer o que deve. Depois o avião voa.

      Responder
  8. stenio says:
    11 anos atrás

    É um país que roubou as nossas riquezas e as riquezas de muitos países e mesmo assim estão no limo. Corruptos até o pescoço, aliás, deles herdamos este triste hábito. Eles assim como a Argenzuela não vão comprar os KC 390, vamos focar nossas vendas em países sérios, como Colômbia, EAU e muitos outros, o potencial é enorme.

    Responder
  9. César Pereira says:
    11 anos atrás

    Portugal esta criando uma celeuma em torno do KC-390, o país luso sempre esteve a par das especificações do projeto, inclusive tendo participado efetivamente na construção de partes da aeronave, a bandeira portuguesa estava estampadas (junto as dos demais participantes de consórcio) na fuselagem do protótipo recentemente apresentado !

    A verdade é que o KC-390 nem voou ainda,mas já há uma necessidade de se substituir Portugal do projeto, essas indefinições portuguesas visam, sabotar a aeronave brasileira no mercado, não vejo outra razão de tanta falácia !
    Por fim Portugal melhor que ninguém conhece muito bem o projeto KC-390,se não tem como adquirir as aeronaves ai já é outro papo,a verdade é que o BRASIL não deve nunca se associar a Portugal isso é evidente !

    Responder
    • alexandre says:
      11 anos atrás

      Concordo com vc César, isso é no mínimo falta de profissionalismo, como assim Portugal na sabe as capacidades do KC 390??? se é um parceiro do projeto!!!!!, o pedido de valores neste momento é totalmente fora de cogitação, afinal o KC 390 ainda não fez seu primeiro vôo, não está homologado e consequentemente pode ter que alterar alguma coisa até ser completamente operacional e liberado para vôo em todo o mundo. Como pode a EMBRAER definir um valor antes deste processo???? Realmente o governo português está se posicionando de maneira ambígua, tem que se posicionar claramente no sentido de adotar o KC 390, afinal é um proprietários do avião, se não me falha a memoria cerca de 5 % do KC pertence a Portugal,então quer o bônus mais não quer o ônus???

      Responder

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