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Home Geopolítica

Ministério da Defesa assina acordo de parceria tecnológica com os EUA

Luiz Padilha por Luiz Padilha
29/06/2015 - 19:18
em Geopolítica
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FOTO:Glenn Fawcett

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clippingO ministro da Defesa brasileiro, Jaques Wagner, e o secretário de Defesa americano, Ashton Carter, assinaram nesta segunda-feira (29) acordos para aumentar a parceria tecnológica e a troca de informações entre os países.

Os documentos são assinados durante a visita da presidente Dilma Rousseff e de dez ministros aos Estados Unidos. O encontro entre Wagner e Carter aconteceu em Washington.

O primeiro deles permitirá a realização de treinamentos conjuntos, cursos e estágios de membros das Forças Armadas do Brasil e dos Estados Unidos. Também facilita as negociações comerciais de equipamentos e armamentos.

Os dois países também acertaram um mecanismo que permitirá a troca de informações militares entre os comandos militares. Segundo o Ministério da Defesa, isso contribuirá para o avanço tecnológico militar brasileiro.

As negociações para os dois acordos haviam começado em 2010, mas ainda esperavam a aprovação do Congresso. O ministro pressionava os parlamentares para aprová-los antes da viagem aos Estados Unidos.

As iniciativas deverão diminuir a disparidade na balança comercial no setor de defesa. Segundo o Ministério da Defesa, o Brasil importou US$ 42,4 bilhões em equipamentos americanos, contra US$ 31,4 bilhões de exportações.

Antes do encontro com Carter, Wagner apresentou os projetos de cooperação para as Forças Armadas a empresários americanos e brasileiros na Câmara de Comércio dos Estados Unidos.

A comitiva de empresários brasileiros foi chefiada pelo presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança, Sami Hassuani, presidente da Avibras Indústria Aeroespacial.

FONTE: Folha de São Paulo

Tags: Ashton CarterMinistro da Defesa Jaques Wagner
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Comentários 20

  1. Gabriel says:
    11 anos atrás

    Até que em fim o governo está fazendo acordos com países relevantes…

    Responder
  2. brazuca says:
    11 anos atrás

    Se até hoje o Brasil não obteve nenhum avanço em tecnologia em parceria com BR .muito menos em tempos de crise econômica mundial causada pelo tio san sofremos embargos tec. embargados em peças de foguete isso sim.Eles querem é vender lucrar alto aqui no br esta é a verdade e se não gostou dan…

    Responder
  3. dilson queiroz says:
    11 anos atrás

    negócio com EU?…..TA DOIDO!!! vade retro Satana…Creeeedooo!!!

    Responder
    • Francisco Pinheiro says:
      11 anos atrás

      Sim, negócio com os EUA. O Brasil precisa urgentemente se reaproximar com os EUA. Nosso corpo diplomático precisa deixar o autoritarismo esquerdista de lado e o viés ideológico de esquerda e se aproximar dos valores democráticos. Vade retro os países como Rússia, China, países árabes, países bolivarianos, que são juntos os maiores violadores de direitos humanos do mundo.
      São uns estrumes.

      Responder
  4. JULIO says:
    11 anos atrás

    Todo cuidado é pouco!

    Responder
  5. Felipe says:
    11 anos atrás

    “Este acordo pode nos ferrar com o resto do BRICS”. Saia da bolha caro colega.

    Responder
    • Celso says:
      11 anos atrás

      rsrsrss……quem ta bem nao se mete c perdido, no caso os BRICS…aproveite e aponte ai o q esta parceria fez em prol do Brasil desde q foi criada………nehuma….prefiro mil vezes uma parceria com os americanos malvados do que c esta pleiade de malucos do famigerado BRIC…nao tem futuro.

      Responder
      • topol says:
        11 anos atrás

        Seu Celso, não sei se a parceria com a China pode ser chamada de parceiro do BRICS… Se puder então lhe afirmo que o BRICS é hoje o nosso MAIOR parceiro comercial … desde 2013 se não me engano.

        Da mesma forma se os investimentos que a China pretende fazer por aqui puderem ser contados como parceria do BRICS, o que eu acho que pode, então isto significa também que o BRICS é o maior investidor no Brasil atual …

        Quer queiram quer não queiram a China tem ajudado o Brasil e muito nesses últimos três anos e parece que a intenção é continuar investindo…

        O maior problema da aliança com eles é que está ocorrendo um aumento de vagas de trabalho na mineração e agricultura e infraestrutura mas por outro lado está tomando empregos no setor de manufatura industrial… ou seja eles compram matéria prima de nós mas vendem produtos acabados mais baratos e nossa indústria não consegue competir e quebra…

        Essa tendencia tende a aumentar ainda mais forçando o Brasil a assumir de vez a sua vocação agrícola … pois se abrirmos o mercado aos chineses ele inundarão nossa economia de produtos baratos e levarão a nossa indústria a falência

        Fonte: Revista Exame de Março (buraco da economia)

        Responder
    • Francisco Pinheiro says:
      11 anos atrás

      O que diabos são os Brics ? Ah pelo mor de deus, o que essas antas significam para nós ? Qual super tecnologia compartilham conosco ?

      Responder
      • topol says:
        11 anos atrás

        A China é do BRICS e está compartilhando a tecnologia de lançamento de foguetes e também da produção de satélites de georeferenciamento.

        Responder
      • Marcos says:
        11 anos atrás

        Que eu tenha conhecimento o “irmão do norte não compartilha nada de tecnologia conosco.Compartilha golpe de estado como fez em 1964, onde o golpe foi planejado pelo Kennedy. E em matéria espacial fomos bloqueados mesmo. Se informar é sempre bom

        Responder
  6. Leonardo says:
    11 anos atrás

    Tomara que consigam comprar os Apaches, Chinook, V22, alguns F-18, e comprar futuramente os F-35.
    Sds

    Responder
    • Francisco Pinheiro says:
      11 anos atrás

      E uns 6 dxestroyeres Arleigh Burke para o Prosuper.

      Responder
    • Marcos says:
      11 anos atrás

      Quanta inocência! Qual tua idade mesmo?

      Responder
  7. Aurélio says:
    11 anos atrás

    Só existe parceria tecnológica entre iguais. E , Brasil e Estados Unidos não são iguais. Os Estados Unidos estão , pelo menos, uns duzentos anos a frente do Brasil em tecnologia e conhecimento científico. Este acordo, visa facilitar as vendas de produtos militares ao Brasil, nada mais do que isto. Ou , como queiram, vendas de prateleira.

    Responder
  8. dilson queiroz says:
    11 anos atrás

    te enganas…..como terei confiança..em quem me espiona? .e esses acordos podem até nos ferrar com o resto dos BRICS…….é o mesmo que confiar no próprio diabo! Credo!

    Responder
  9. Diego says:
    11 anos atrás

    Não sou pró-yank, más parceria para desenvolver tecnologias sempre é interessante para o Brasil, temos que abandonar preconseitos e analisar de forma progressista, nós já fizemos acordos bem sucedidos com Italia, china etc porque não com os EUA, temos que abandonar o amadorismo e abordar oportunidades com inteligencia!

    um abraço.

    Responder
    • Celso says:
      11 anos atrás

      Diego, eh bem por ai mesmo………nao sou anti nada, sou a favor daquilo q trraz beneficios ao meu pais e aos seus cidadaos, ideologias burras nao trazem progresso algum. Como vc mesmo citou, deixar amadorismo de lado e abordar da melhor forma as otimas oportunidades q surgem…..o termo correto eh PRAGMATISMO. Sds

      Responder
  10. Proud says:
    11 anos atrás

    Isto é melhor que nada!
    Uma parceria com os EUA ajuda muito as empresas nacionais juntos o Mercado Mundial.
    E sabemos que o acordo pode melhorar a medida que a CONFIANÇA se fortalece.
    ————
    Acho que os EUA deveriam correr e fazer uma proposta para superar a do Pantsir.

    Responder
  11. dilson queiroz says:
    11 anos atrás

    hummmm ……acordos tão íntimos com os EU……pra nós nunca foi bom…aliás sempre foi péssimo mesmo……….sempre levamos revés isso é arapuca!…..mas………………………

    Responder

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