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Home Geopolítica

Perigo de colisão obriga tripulantes da ISS a se refugiarem em nave Soyuz

Luiz Padilha por Luiz Padilha
17/07/2015 - 17:48
em Geopolítica
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soyuz
FOTO: Roscosmos

A tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) passou por um grande susto na quinta-feira (16). Os três ocupantes precisaram se refugiar na nave Soyuz, que fica acoplada à base orbital, com medo da colisão com restos de um antigo satélite meteorológico.

Esta foi apenas a quarta vez que o procedimento de precaução precisou ser tomado nos 15 anos da estação, que tem a bordo atualmente os cosmonautas russos Mikhail Kornienko e Gennady Padalka e o astronauta norte-americano Scott Kelly. Os três receberam a orientação de abandonar a base em caso de colisão. Uma hora depois, porém, estavam de volta às suas rotinas.

A NASA informou, em sua conta no Twitter, que o lixo espacial se aproximou da ISS a uma velocidade de 12,8 km por segundo (46.080 km/h) e que os restos do satélite passaram pela base orbital sem perigo. A agência espacial estima que haja, aproximadamente, 500 mil pedaços de lixo espacial em órbita da Terra.

FONTE: Sputniknews

Tags: Estação Espacial Internacional (ISS)Soyuz
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Comentários 7

  1. Paulo Moraes says:
    11 anos atrás

    Senhores,
    Não é, e não será possível nas próximas décadas a limpeza desse lixo, a não ser os maiores, a custos exorbitantes. A NASA sabe, a Roscosmos sabe, a Agência Espacial Europeia sabe e, (pasmem!) até o Brasil sabe.
    Poucas vezes ocorreram resgates, na época dos ônibus espaciais. Como viram no filme de Hollywold, basta um objeto do tamanho de uma bola de gude para causar danos a um satélite, ou até mesmo a uma estação espacial, irreversíveis.
    Tenham como referência ou noção que esta velocidade de 46000 km/h, são objetos que nenhum projétil de canhão hipersônico conseguiu atingir.
    Os objetos em órbita estão tão dispersos, numa área tridimensional tão extensa, comparada com a realidade dos seres humanos, que ainda é relativamente seguro ter estação espacial no espaço.
    Três alarmes em 15 anos! Nada mau, se considerarmos apenas uma estação em órbita.
    Agora, tentem imaginar qual seria e como seria a tecnologia para capturar pequenos objetos a essas velocidades. Como seria para se detectar? Como seria para capturar? “No futuro, quando tivermos na fronteira final…” Por aí, vai.
    Talvez , através de feixe eletromagnético, ou de laser (não para destruir, mas para repelir), quando desenvolverem e dominarem estas tecnologias, possam ser usadas para diferentes tipos e tamanhos de objetos.
    Poderia ser através de estação especial, usada como emissor, ou de estação terrestre. Mas esta tecnologia concede capacidades e estratégias bélicas extraordinárias contra satélites e Sistemas de Comunicação, o que todos sabem do significado e implicações…

    Responder
  2. Jorge Silva says:
    11 anos atrás

    Se não me engano, houve um projeto um tempo atrás com um satélite para estudo desse lixo espacial, o mesmo pareceu que havia saído de uma zona de combate de tão atingido que foi.

    Responder
  3. Topol says:
    11 anos atrás

    Não vai demorar muito será necessário desenvolver um sistema para eliminar definitivamente esses objetos (restos) da órbita, derrubando-os ou expulsando para longe.

    Responder
    • yuri says:
      11 anos atrás

      bem que EUA e russia poderiam se unir em projeto como esse….

      Responder
      • Topol says:
        11 anos atrás

        Por outro lado poderia ser perigoso se esses países resolverem usar isso como desculpa para colocar armas em órbita !!!

        Responder
    • Marcos says:
      11 anos atrás

      Basta acoplar um pequeno foguete ao lixo e aciona-lo que o entulho seguirá destino.

      Responder
      • Fábio says:
        11 anos atrás

        Marcos, qual a viabilidade de acoplar uma nave e instalar um foguete em cada um dos 500 mil pedaços de lixo orbitando a Terra?

        Responder

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