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Home Geopolítica

Rússia e EUA competem por parceria espacial com Brasil

Luiz Padilha por Luiz Padilha
15/06/2015 - 19:27
em Geopolítica
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Cientistas e funcionários trabalham na base de Alcântara (MA)

Por Anthony Boadle e Brian Winter

Reuters – Os Estados Unidos e a Rússia estão disputando um papel estratégico no plano brasileiro de lançar satélites comerciais de sua base de Alcântara, no Maranhão, abrindo uma nova frente de rivalidade entre os dois países na busca de aliados e influência.

O governo espera escolher nos próximos meses um parceiro para ajudar a fornecer tecnologia, disseram à Reuters três fontes com conhecimento das negociações.

Ao longo da última década, o Brasil estabeleceu uma parceria com a Ucrânia para desenvolver um veículo de lançamento em Alcântara, mas encerrou o programa em fevereiro, dizendo que os problemas financeiros da Ucrânia a impossibilitam de fornecer foguetes, tal como prometido.

A presidente Dilma Rousseff irá selecionar um novo parceiro baseada em uma variedade de fatores, incluindo as relações diplomáticas do Brasil e a qualidade da tecnologia em oferta, disseram fontes a par do tema.

Uma parceria para satélites não estará na agenda quando Dilma visitar a Casa Branca em 30 de junho, informaram autoridades dos dois países.

Mas o teor da visita, que marca a reaproximação entre Brasil e EUA dois anos após uma crise nas relações decorrente dos programas de espionagem da Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês) norte-americana, pode influenciar a decisão brasileira, disse uma fonte.

“Se tudo correr bem, os norte-americanos estarão bem posicionados para conquistá-lo”, declarou a fonte, uma ex-autoridade brasileira que participou de reuniões sobre a questão dos satélites.

A localização de Alcântara é especialmente atraente para parceiros em potencial. Satélites que orbitam o Equador não têm que viajar muito para se posicionarem, o que reduz o gasto com combustível em até um quinto em comparação com outras localidades.

A empresa europeia de transporte espacial Arianespace, que detém metade do mercado mundial de lançamento de satélites em órbita geoestacionária, usa uma plataforma de lançamento em Kourou, na vizinha Guiana Francesa.

Não está claro exatamente que forma a próxima parceria do Brasil irá tomar. Pelo acordo anterior, a Ucrânia entrava com a tecnologia para construir os foguetes Cyclone-4 conjuntamente com o Brasil, que era responsável por fornecer as instalações de lançamento.

Frustradas com décadas de atrasos e contratempos, as autoridades brasileiras disseram que podem repensar totalmente os termos de sua próxima parceria.

“Nós tínhamos feito a opção da Ucrânia. Esse programa se mostrou inconsistente”, declarou o ministro da Defesa, Jaques Wagner, à Reuters. Ele disse que o Brasil conversaria “com qualquer país”, incluindo os Estados Unidos, para levar um satélite brasileiro ao espaço.

Salvaguardas

O histórico traumático de Alcântara inclui um acidente em 2003, quando uma explosão e um incêndio destruíram um foguete de fabricação nacional e mataram 21 pessoas. O desastre pôs fim aos planos do Brasil de construir seus próprios foguetes e o levou a procurar a Ucrânia.

Uma série de países trabalhou com o Brasil em questões espaciais. Nas duas últimas décadas, a China empregou seus foguetes e sua plataforma de lançamento para conduzir aos céus cinco pequenos satélites que o Brasil usa para monitorar a agricultura, o meio ambiente e a Floresta Amazônica.

Em 2014, na esteira do escândalo de espionagem da NSA, desencadeado pelos documentos vazados pelo ex-prestador de serviços Edward Snowden, o Brasil escolheu a empresa aeroespacial francesa Thales ao invés de uma rival norte-americana para construir um satélite geoestacionário que será lançado pela Arianespace da Guiana Francesa em 2016.

O Brasil ainda precisa de um parceiro de peso para alcançar seu objetivo de lançar um satélite de Alcântara. A tecnologia para o satélite e o foguete que espera obter nessa parceria daria ímpeto à sua indústria aeroespacial.

Se o Brasil escolher os EUA, a Boeing será beneficiada, já que, além de aeronaves, fabrica foguetes e satélites e tem laços com a principal empresa aeroespacial brasileira, a Embraer, terceira maior fabricante mundial de aviões comerciais.

O diretor da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Coelho, declarou à Reuters que a Rússia está interessada em cooperar com o Brasil e que está “na vanguarda” da tecnologia espacial.

Ele afirmou que os EUA, maior fonte mundial de peças de satélite, também são uma possibilidade, embora tenha reconhecido haver “dificuldades especiais que precisamos superar”.

Uma delas é fato recente. Em 2000, Washington assinou um contrato com o Brasil que teria permitido o lançamento de satélites norte-americanos com foguetes norte-americanos de Alcântara.

Mas o acordo era polêmico por causa da exigência dos EUA de controlar o acesso a partes da base. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva o descartou pouco depois de assumir seu primeiro mandato em 2003.

Washington já não faz tal exigência, embora ainda queira que o Brasil assine um assim chamado acordo de salvaguarda tecnológica para garantir que qualquer tecnologia espacial compartilhada com os brasileiros não vá parar em outros países.

Muitos membros do Congresso estão receosos de aprovar o acordo, e militares temem que a colaboração do Brasil com a China o impeça de algum dia obter acesso à tecnologia de satélite norte-americana de ponta, dada a desconfiança que Washington tem de Pequim.

Em novembro passado, o governo dos EUA aliviou suas regras de exportação para equipamentos de defesa, transferindo muitos componentes espaciais classificados automaticamente como munições pelo Departamento de Estado para a esfera do Departamento de Comércio, mais flexível com as exportações.

Autoridades norte-americanas dizem que 70 por cento do que se precisa para construir um satélite agora pode ser comprado dos Estados Unidos.

“Eles têm intenção de flexibilizar. Agora que mudou toda a conjuntura, a gente percebe que eles estão mais abertos, buscando a aproximação, e querendo voltar a ocupar o espaço que perderam para outros países”, acrescentou o coronel reformado Armando Lemos, atual diretor da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), grupo de lobby da indústria de defesa.

O administrador da agência espacial dos EUA (Nasa, na sigla em inglês), Charles Bolden, visitou o Brasil no início deste ano. Quando o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, esteve em Washington no mês passado, almoçou com o chefe interino da Nasa no Museu Espacial do Instituto Smithsonian.

Rebelo disse à Reuters que as negociações com os EUA sobre os satélites estão “em andamento”, mas não quis dar maiores detalhes.

(Reportagem adicional de Roberta Rampton em Washington)

Tags: Centro de Lançamento de Alcântara (CLA)
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Comentários 34

  1. Leonardo Rodrigues says:
    9 anos atrás

    Esposito com todo respeito, queres discutir mesmo redistribuição de riquezas? Achas que o bolsa família é o problema? trouxeste um número te dou outros!
    O bolsa família custa 36 bilhões e sai, reajustado, 176 reais por família ao custo de ter as crianças matriculadas na escola e que as mesmas tenham acesso a saúde como vacinas, exames e acompanhamento social. Uma criança no bolsa família custa 176 reais enquanto um preso custa 7 mil reais por mês. Vamos adiante:
    Os juízes ganham em média 75 mil reais e ganham auxilio moradia de 5 mil reais mensais. A renda de uma pessoa para ganhar o bolsa família é meio salário minimo por pessoa;
    Deputados e senadores ganham em média 33 mil reais tem sua bolsa de custos que gira em torno de 100 mil reais;
    O salário mínimo é de apenas 880 reais sem o reajuste. E a indignação é contra o bolsa família que é uma redistribuição de renda prevista na constituição.
    Vamos mais longe então:
    quanto arrecadaríamos com imposto sobre grandes fortunas? Aproximadamente 100 bilhões deixam de ser arrecadados todo ano e nós nos calamos;
    dos membros da OCDE apenas o Brasil e a Estônia dão isenção tributária a pessoas ricas;
    O Brasil deixa de arrecadar 170 bilhões com isenções tributárias;
    Perdemos 500 bilhões somente com a sonegação de impostos;
    350 bilhões são sonegados na previdência pelos empresários visto que os trabalhadores descontam na fonte;
    Paro por aqui pois falar em corrupção (200 bi) é algo que me irrita a muito tempo.
    Pior é a gente esquecer tudo isto e se preocupar com bolsa família que custa menos de 200 reais por família enquanto criamos população de jovens desempregados, sem acesso a educação e que são alvo fáceis dos traficantes. fora o custo imensurável das vidas perdidas, dos horrores ainda temos de sustentá-los ao custo de 7 mil reais por cabeça e tem gente que defende violência pra combater violência. A cada bandido morto surgem 10 novos pois a fonte do problema é a miséria e a exclusão.

    Responder
  2. jose luiz esposito says:
    9 anos atrás

    Gilberto Rezende espero que o que postas seja a realidade ,mas também que no Acordo dos BRICS não só entremos com a BASE ,porque dinheiro no BRASIL somente para as Políticas Safadas ,como Bolsas em Geral ,MST ,MTST ,ONGs ,Leis ROUANET,desvios ,Roubos ,Judiciário e Políticos que avançam no Erário Público ,Municípios desgraçados que vivem da Fazenda Nacional ,etc, só a Nefasta Bolsa Família consome 30 Bilhões de Reais ano, para em sua grande maioria no Projeto Comeu,C… ,sem futuro algum, uma mocinha começa a receber, para de estudar ,trabalhar e com Cem anos estará vivendo dessa Bolsa !

    Responder
  3. Jose Luiz Esposito says:
    9 anos atrás

    Por várias vezes postei, que de forma alguma devemos fazer qualquer acordo com os EUA ,quando do acordo com a Ucrania escolhemos também errado ,embora ainda os EUA não tinham conseguido derrubar seu Governo colocando em seu lugar um Fantoche, seu Mercenário ,então aceitaram pressões para não repassarem tecnologias previstas no acordo ! Devemos sim ,trabalhar com a Rússia ,China , India ,Argentina e até trazer mais parceiros vizinhos ,mas com os EUA nunca e nada !!

    Responder
  4. Dilson Queiroz says:
    11 anos atrás

    …………….. para o povo brasileiro e suas elites se livrarem de todo este saco de analfabetismo real,funcional,cultura proativa inexistente e visões míopes empresarial,política acadêmica e militar, levará uma porçãaaaao de teeempooo…….lamentável….

    Responder
  5. Dilson Queiroz says:
    11 anos atrás

    …………………..o colega Paulo Moraes falou e disse….correto!

    Responder
  6. Leonardo says:
    11 anos atrás

    Concordo com MaxTedy.
    Paulo Moraes, que empresário sobrevive com altas taxas de impostos, defendidos pelos governos de esquerdas. Nem precisa de sanções do Ocidente para destruir o Brasil, as políticas internas dele, auto destroe o Brasil, Argentina, Venezuela, Russia, por si só.
    Sds

    Responder
    • Paulo Moraes says:
      11 anos atrás

      Leonardo,
      Não vejo bem assim. Taxas de juros no Brasil sempre foram altas, nos governos militar, tucano e de esquerda. A inflação, então, nem se fala, que só foi reduzida para tentar impedir que outra classe social ascendesse ao Poder.
      Relembrando o panorama econômico nas décadas passadas vemos o nosso problema crônico e antigo causado principalmente pela exploração dos investidores e especuladores nacionais e estrangeiros nos mercados financeiros, e não setor produtivo.
      Quem nunca esteve nem um pouco preocupada com taxas de juros, de impostos e inflação é a Febraban. Quem será que esta atende aos interesses?
      Mas, o tema aqui são os acordos visando a cooperação no programa aeroespecial e , possivelmente, as opções e consequências da escolha. Assim entendo.
      Nisso, seria desnecessário considerar ideologias partidárias ou políticas, pois quando uma Embratel, por exemplo, é privatizada, deixando o Brasil em mãos estrangeiras, demonstra a falta da cultura e visão estratégica da classe empresarial, política e acadêmica voltada para desenvolvimento tecnológico.

      Responder
  7. Paulo Moraes says:
    11 anos atrás

    O Brasil continua sendo cada vez mais a Diva virgem, cobiçada pelos EEUU e Rússia, sem que haja intenção real de um dia ser coroada.
    Está sendo criado um plano para atrair o Brasil através das compras de jatos comerciais da Embraer. Provavelmente, estas compras vão sumir se o Brasil fechar somente tudo com os BRICS. O melhor a se fazer é tentar se manter neutro, com canal a aberto com os três protagonistas (incluindo a Europa). Isso é briga de “cachorro” grande que não devemos nos envolver muito, mas sim, tirar o máximo de proveito. Se a Índia consegue ser neutra e independente, conseguiremos também. Dispomos, praticamente, de duas bases de lançamento.
    A situação é complexa pois china e Rússia vão querer o Brasil como um aliado estratégico, mas sabem que isso requer quebrar décadas de paradigmas aliadas. A interação entre militares ocidentais e brasileiros geraram fortes laços de cooperação de difícil rompimento.
    O Brasil não quis participar de manobras militares na Rússia e a Embraer se recusou a receber membro do governo do russo, imagina participando de tecnologias de foguetes com a Rússia e a China? Não vão ceder se o Brasil não estiver envolvido com estas nações.
    Por outro lado, EEUU vão usar de recursos comerciais e econômicos para estrangular o Brasil, caso se alinhe com a China e a Rússia. Que situação!

    Responder
  8. Maxtedy says:
    11 anos atrás

    É muito preocupante perceber que a cortina de fumaça empregada pelo governo para escamotear as suas verdadeiras ações e intenções está surtindo o efeito desejado. Alguns seguidores conhecem os verdadeiros motivos pelos quais os americanos e outras potências do mesmo bloco, não nos confiam parte da tecnologia que tanto almejamos e necessitamos, porque colaboram espionam o nosso governo e não o nosso povo, porque dificultam as parcerias em áreas estratégicas, outros tantos se maravilham com o canto das sereias.

    Os nossos inimigos não estão lá fora, eles estão aqui dentro. O reforço vem de fora, estão chegando as centenas, convidados e apoiados por um governo que implementou e aprimora sistematicamente um plano corrupto de dominação e que para isso conta hoje com o apoio financeiro destes, em troca da nossa soberania, da nossa liberdade e progresso. Vamos acordar meu povo!

    Responder
  9. Adriano says:
    11 anos atrás

    Americanismo ou russificação? Sou mais nosso Brasil mesmo, é aproveitarmos o melhor de ambos. A melhor tecnologia de foguetes é a da Rússia, tanto que os americanos se utilizam dela, já a melhor tecnologia de satélites é a americana. A questão é quem pode, melhor ainda quer compartilhar tecnologia.Agora se o que o Gilberto Rezende postou procede, com certeza este é o caminho.
    Abçs

    Responder
  10. Gilberto Rezende - Rio Grande/RS says:
    11 anos atrás

    A opção americana é o plano B, o plano A do futuro do Programa Espacial Brasileiro aguarda a definição esperada para a 7ª Cúpula dos Países BRICS em 9 e 10 de julho na cidade de UFA na Rússia, onde o país proporá que após o fechamento da ISS-International Space Station os módulos russos (que ao contrário dos módulos ocidentais foram construídos para longa duração) serão desconectados e formarão a base de uma nova estação espacial dos países do Bloco.
    Caso as três potências espaciais do Bloco (China e a Índia) aprovem a proposta da Rússia para a futura BRICSSS-BRICS Space Station Brasil e Africa do Sul se juntarão ao esforço que redirecionará COMPLETAMENTE os pequenos programas espaciais dos sócios minoritários.
    Aprovado na 7ª Cúpula este novo programa BRICS, o bloco terá uma década inteira para planejar o início do novo programa assim que a ISS sair de serviço e colocar em órbita módulos Chineses e Indianos para constituir o núcleo inicial da “nova” Estação Espacial dos Países Emergentes.
    Neste cenário o Brasil pode desenvolver um foguete de lançamento ajudado tanto pela Rússia ou a China (ou ambos) dentro do programa adaptado a receber cápsulas de abastecimento automáticas* dos demais países (Rússia, China e Índia) e lançá-las de Alcântara a um quinto do custo num foguete menor e especializado em lançamento equatoriais tanto para colocação de satélites como para abastecimento da futura estação BRICS.

    * atualmente só os russos possuem esta tecnologia de atracamento automático de capsulas de abastecimento não-tripuladas, tecnologia que pode ser transferida ou repassada para uso dos demais países BRICS para uso no programa do BRICS BLOC.

    Somente se esta proposta não for levada a diante (dissenssão em Rússia e China) que um programa de satélites com os americanos terá chance de prosperar.
    Mas a decisão como diz o texto deve acontecer ainda neste ano…

    Torço pela BRICS.S.S. com toda certeza…

    Responder
    • César Pereira says:
      11 anos atrás

      Tomara que isso se confirme !

      Responder
  11. jose Luiz Esposito says:
    11 anos atrás

    Acordo Espacial só com a RUSSIA , os EUA não são Confiáveis , não nos interessa , espero que não venhamos a ERRAR novamente !!

    Responder
    • Lindenberg B. Aguiar says:
      11 anos atrás

      Concordo plenamente !!! Ianques não !!!

      Responder
  12. ZorannGCC says:
    11 anos atrás

    Isto é noticia plantada. Coisa de quem não tem oque falar. (nao estou falando do DAN). Coemecei a ler e desisti.

    O Brasil não esta interessado em nada que custe dinheiro. O Brasil é o país das intenções. Fica sempre só na intenção mesmo.

    Responder
  13. Silva says:
    11 anos atrás

    Em relação aos motores de foguetes os Russos são os melhores candidatos.

    Responder
  14. Dilson Queiroz says:
    11 anos atrás

    Se o Brasil se bandear pros EU,será caixão e vela prêta pras ambições do Brasil/potencia no setor espacial….será a festa dos entreguistas dando de bandeja um patrimônio brasileiro pra um país que até hoje nos faz de lacaios e nos espiona na cara de pau….estamos ferrados….isso será uma vergonha! nós continuamos a nao ser um país sério…………..lamentável!!………….

    Responder
    • Celso says:
      11 anos atrás

      Dilson, no mom,ento de bandeja o seu pais ja esta entregue a todo tipo de bandidagem, ideologias sacanas e corruptas e obediente aos interesses de ditadores e ladroes da america latrina e arredores da africa. Entao, comente ai c fatos o pqe seria tao horroroso nos associarmos a quem realmente tem bala na agulha e q bem ou mal pode nos levar de fato ao tao almejado salto tecnologico…..alias, podemos aprender sem sustos e bem em conta, mas o resto depende da vontade politica via investimentos certos e da boa educacao do povo (escolas , universidades, centros de pesquisa q realmente facam aquilo para o q foram criadas)…enfim, seja m,enos nacionalista cego e sejamais patriota….existe uma gde diferenca q vc ainda nao entendeu. Sds

      Responder
  15. César Pereira says:
    11 anos atrás

    Devemos ter sabedoria para escolher um parceiro,que não inviabilize os nossos projetos próprios, essas parcerias devem visar a nossa independência tecnológica no futuro ao contrário de nos torna mais dependentes !

    Responder
  16. Popeye says:
    11 anos atrás

    CarlosCrispim, pelo que li na matéria, ninguém chegou em momento algum a conclusão que a parceria com os americanos seria a melhor, até pelo contrário. E quanto a perdermos tempo com os franceses….menos né amigo, este país não e filial dos EUA, alguns nacionais podem até se comportar como, mas o país nunca será.

    Responder
  17. Alex says:
    11 anos atrás

    Parece que as pessoas não leem a matéria totalmente, nela fica claro que o Brasil não fez um acordo com OS EUA antes devido a exigências absurdas dos americanos que tiravam até mesmo nossa soberania dentro de alcântara, e também todos sabem que em diversas oportunidades os EUA vetaram armas e tecnologias criticas para o Brasil, isso em todos os governos nos últimos 50 anos, ou seja de direita , de esquerda ou militar.
    Se de fato eles agora querem uma parceria na área espacial e estão dispostos a compartilhar tecnologia serão bem vindos, bem como também não impede uma parceria com os Russos.
    Alcântara é grande, kkkkkkkk dá para todos, na base onde que seria dos ucranianos colocamos os Russos e na outra ficam os americanos, simples assim. Desde que o Brasil dê um salto nesta importante área tecnológica.

    Responder
  18. claudio says:
    11 anos atrás

    Vale lembrar que em toda relação do brasil com os EUA ,não me lembro quando foi que transferiram tecnologia ao brasil ,ou seja os EUA não transferem tecnologia sensível, e se a Rússia ganhar os americanos farão sabotagem assim como a França fez para não perder ou ganhar concorrência na base de lançamento na Guiana francesa com ajuda claro dos americano.

    Responder
  19. Proud says:
    11 anos atrás

    Pelo que ando lendo acho que os russos podem estar na frente dos NA.
    Os motores russos são os mais confiáveis e seus clientes inclui a NASA e outras empresas privadas.

    Responder
  20. Popeye says:
    11 anos atrás

    Que venha o melhor para a nação, mas que não exista ingerências de qualquer espécie sobre o nosso território. As melhores tecnologias, certamente os responsáveis saberão escolher e que tudo fique bem explícito nos contratos. Que venha o mais eficiente na totalidade dos quesitos.

    Responder
  21. Carlos Crispim says:
    11 anos atrás

    Tanto dinheiro do contribuinte gasto em parceria com a Ucrânia para NADA, enquanto poderíamos há décadas ter uma parceria altamente produtiva e vantajosa com os americanos não fosse a xenofobia burra de muitos brasileiros com os americanos, infelizmente é isso que acaba com o Brasil, mas graças a eles temos Blackhawks, F-5, M113, Clanfs, radares, M-16 e centenas de outras, as únicas armas efetivas que usamos até o osso do nosso arsenal, o resto é sucata, e ainda perdemos tempo com os franceses, jogamos fora BILHÕES de dólares em má gestão e compras políticas imprestáveis, só agora chegam a conclusão que a parceria em Alcântara com os americanos será a melhor, lamentável.

    Responder
    • Gil says:
      11 anos atrás

      Se nota que vc não conheçe o historico que existe nessa area entre Brasil e USA.

      USA nos sabota em qualquer projeto desse matiz, quase tanto como nos sabotam nossos proprios políticos.

      França não vai querer competencia em uma base tao boa como a deles

      Ucrania era passivel de ser dobrada por USA em quanto a transpasso de tecnologia pra gente, dado que o grosso do mercado de satelites buscado por Ucrania era nesse mesmo pais.
      O erro no seu momento foi não escolher a Russia, pensando logicamente em interesses patrioticos antes que mercantil.

      Particularmente desejo que o escolhido seja aquele que aporte mais beneficios tencologicos para a gente, porém antes disso o PEB vai ter que buscar ter objetivos, algo que le falta desde o fim da ditadura

      Responder
    • Andre says:
      11 anos atrás

      O texto não conclui que a parceria com EU é a melhor. Que vantagem vc vê em liberar o acesso ás ultracentrifugas aos americanos (o acordo adicional do TNP)? Isso vc não fala! Esses itens que citou é que são compras politicas imprestáveis por serem simplesmente compras, sem nenhum beneficio estratégico para nós diferente dos submarinos que são trabalhados desde o projeto até a entrega. E só chegamos a este acordo com os franceses justamente por causa da falta de recursos causados pelo FMI (EUA) que exploravam nossa fraca economia.
      Mas independente do parceiro do Brasil, o certo é sermos auto suficiente na produção de nosso arsenal.

      Responder
    • Daniel says:
      11 anos atrás

      Carlos.
      Cite um único caso de parceria americana com outros países que deu certo. É fato que eles não cedem tecnologia sensível nem mesmo para melhores aliados e se possível fazem de tudo para atrapalhar quem tenta desenvolver esse tipo de tecnologia.
      Já o caso da Russia é diferente e quem entende do assunto sabe que a maioria dos foguetes que voam hoje fora dos Estados Unidos e Europa tem ou são de tecnologia Russa, e eles não tem pudores de cooperar até com fortes aliados de seus adversários como é o caso da Coréia do Sul.

      Responder
    • Avluv says:
      11 anos atrás

      Há décadas poderíamos ter um programa espacial sério e consistente se não fossem os problemas de ordem política e orçamentária – já conhecidos por todos que pesquisam sobre o PEB – e essa XENOFILIA BURRA de que sempre precisamos dos outros, sempre precisamos depender do estrangeiro para resolver nossos problemas, pois somos “incapazes” de resolvê-los por nós mesmos. Isso é realmente irritante.
      O Brasil pode ter um programa espacial autóctone e competitivo, mas para acontecer deve solucionar os dois problemas centrais do fracasso espacial brasileiro: as verbas irrisórias, incompatíveis com as exigências da quantidade e complexidade dos projetos; a politicagem instituída no PEB, onde a gestão do programa só contempla a interesses próprios, repassar à iniciativa privada é o mais lógico.

      Responder
    • JM says:
      11 anos atrás

      M-113??? F-5??? Blackhawks desdentados?? Radares (cuja compra foi um tanto suspeita)??? M-16???

      Sério mesmo que vc agradece aos americanos (como se não tivéssemos desembolsado grana e tivéssemos ganho de graça) por termos isso?

      Responder
  22. Fernando says:
    11 anos atrás

    Creio que os russos possam vir a ser os melhores pareceiros para o programa espacial brasileiro em relacao ao desenvolvimento de foguetes como o programa cruzerio do sul, acho que os americanos nao muito dispostos a nos “ajudar” a desenvolver nossos proprios lançadores.

    Responder
    • Arc says:
      11 anos atrás

      Concordo plenamente, os americanos não oferecem parcerias, oferecem o “se ajolha e obedece” e desse tipo de “parceria” não precisamos.

      Responder
    • Andre says:
      11 anos atrás

      Sem falar dos interesses deles em “controlar o acesso”. Dominio é algo que eles adoram!

      Responder
    • Lindenberg B. Aguiar says:
      11 anos atrás

      Os ianques não são confiáveis !!!

      Responder

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