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Home Geopolítica

Su-24 por comida: Rossi disse que não há negociações com a Rússia

Luiz Padilha por Luiz Padilha
30/12/2014 - 11:03
em Geopolítica
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Rossi

Após o anúncio da compra de quatro rebocadores polares russos por US $ 8,6 milhões, o ministro da Defesa, Agustín Rossi, retirou-se do mercado. Ontem eu vi com surpresa que a imprensa britânica afirmou que o presidente russo, Vladimir Putin ofereceu para caças para a Argentina em troca de carne, trigo e outros alimentos, como uma via alternativa ao bloqueio imposto pela União Europeia em função da controversa anexação da Criméia para a Rússia.

Quando a notícia começou a se expandir por sites argentinos, Rossi enviou o seu porta-voz para negar qualquer nova operação com a Rússia. A compra já tinha causado uma dor de cabeça com os comentários do setor naval, reclamando da grande quantia para a compra de embarcações que poderiam ser fabricadas no país.

O ministro observou que sem desfazer a operação acordada com a Rússia, foi assinado na semana passada um acordo para a construção de um rebocador totalmente nacional de 30 toneladas, entre a Armada Argentina e a empresa Tandanor.

Mas a troca anunciada de alimentos por aeronaves nunca foi cogitada, Rossi mandou dizer, em uma semana de festividades de fim de ano, sem agitação social ou demanda por alimentos.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Defesa Aérea & Naval

FONTE: La Nacion

Tags: Su-24
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Comentários 11

  1. Celso Reis says:
    11 anos atrás

    O ministro Rossi fez muito bem em esclarecer o a polemica noticia sobre os SU-24. Não comentei a noticia sobre o fornecimento dos SU-24 porque não fazia sentido, mas sabia que seria uma guerra de trincheiras. Tem noticias que as vezes, por mais que ansiássemos que fosse verdade, por gostar do equipamento ou do pais fornecedor, não tem lógica e não adianta impor como verdade.

    Responder
  2. Nelson Lima says:
    11 anos atrás

    Suponhamos que seja verdade! Aonde seriam baseados. Num local seguro e distante do alcance dos Eurofighter ingleses. Se for uma base no litoral, a Royal Navy considerará como alvos prioritários para ataque preventivo com mísseis Tomahawk. A única opção seria Rio Cuarto, juntamente com os Fightinhawks. Ali ameaçariam o Chile, pois, podem transpor os Andes e chegar a Santiago. Um bombardeiro estratégico com este só pode ser adquirido com interceptadores de primeira linha para escoltá-los e um sistema de defesa aérea como o S300 ou, no mínimo, Pantsir para proteger a base, senão é dinheiro jogado fora. Aonde a Argentina vai adquirir dinheiro para isto? Acho que é notícia falsa!

    Responder
  3. Wilson Marcos Santos says:
    11 anos atrás

    Senhores, vale a pergunta :

    Não foram comprados os MI 35 para serem trocados pela nossa carne, vendida na Rússia ??? O fim do embargo Russo a nossa carne não ocorreu somente após as compras do Helicópteros ??

    Neste momento, em que as aeronaves já foram entregues, não estaria sendo condicionada a compra dos Sistemas Antiaéreos para fossem trocados por nossa carne (de novo) ???

    Afinal, o que melhor para se impor a aquisição de armas do que forçar seu cliente a aceitá-las ???

    Em termos de logística, os indianos que sabem como é tratar com o Russos. Ressalte-se, neste caso, um certo Porta Aviões que demorou bem mais para ser entregue e a um preço bem maior. Fora as peças de reposição dos SU 30, que demoram para serem entregues, ou nem o são.

    Responder
    • Fred says:
      11 anos atrás

      “Em termos de logística, os indianos que sabem como é tratar com o Russos.”
      —————–
      Pois é…comprando armamento soviético/russo há mais de 60 anos, os indianos sabem muito bem como é logística russa, como continuam comprando e também os MI-35 da FAB não tiveram problemas com “logística”, a única conclusão que posso chegar é que este tal “pós venda horroroso” é pura ‘marketagem’ do lobby anglófilo…

      Responder
      • pedro says:
        11 anos atrás

        creio que uma logistica boa ou ruim dependerá do quanto se investe na mesma

        Responder
        • Fred says:
          11 anos atrás

          Concordo contigo.

          Responder
  4. yuri says:
    11 anos atrás

    russia ficou sem dinheiro e agora estar empurrando todas as suas tralhas para os paises.
    tambem, como um pais passa 20 anos só dependo das exportações do petrole e do gás ?
    como os EUA não são nada burros, se aproveitaram dessa falha

    Responder
  5. filipe says:
    11 anos atrás

    Foi Bom esse pronunciamento, mas a america latina caminha para uma corrida armamentista sem precedentes. Começou tudo com e Chile e Venezuela, Agora Brasil e Argentina, ninguém vai querer perder.

    Responder
  6. samuel r silva says:
    11 anos atrás

    Argentina está tão ferrada que não pode mais troca comida por armas ou outras coisas se , não o povo argentino vai passar fome e o governo deles sabe disso muito bem, os politicos de lá são tão corrupto quanto os nossos a diferença é que temos mais recursos naturais que eles , mais talvez chegue o dia que nossos políticos façam agente virar Haiti. Já quebraram a Petrobras venderam Valle deram dinheiro a rodo para tudo que é empreiteira corrupta aplicar na Suíça bancamos um porto para os Ir Castro o que falta mais.

    Responder
  7. Fernando says:
    11 anos atrás

    Na atual siatuacao da economia argentina acho que a melhor
    opcao seria comprar o JF17 Thunder , seria um comeco na
    renovacao da FAA.

    Responder
  8. Claudio Moreno says:
    11 anos atrás

    Bom dia senhores! É tal como disse ontem em meu anterior post … em confirmando a notícia…
    O colega Celso satirizou meu comentário quanto ao fato que em se confirmando a notícia, seria bom para a FAA e para a região. A replica do Celso foi no meu entendimento duas coisas:
    Desrespeitosa e evidencia de desconhecimento histórico entre o Brasil e a Argentina. Não me cabe ensinar a ninguém ética e história política e militar…mas como R1 sinto-me muito à vontade de reafirmar o comentário anterior e torcer que o Celso (não sei como chamá-lo …senhor você ou outro titulo) leia mais sobre nossa história recente. Como uma dica útil pode começar por ler no COTEr sobre os 150 anos da guerra do Paraguay e depois pelos acordos militares dos anos 60 & 70 …. sem olvidar-me de mencionar a contribuição aberta que nosso governo fez aos argentinos na guerra pelas Malvinas/Falklands.
    CM

    Responder

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