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Home Aviação

M7 inicia o processo de modernização do KC-2 Turbo Trader da Marinha do Brasil

Guilherme Wiltgen por Guilherme Wiltgen
23/04/2015 - 08:12
em Aviação
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C-1 Trader_MB
Aeronave 146027 já posicionada no hangar da M7 Aerospace

Dando prosseguimento ao projeto de modernização das aeronaves COD/AAR, a empresa M7 Aerospace já demonstrou avanços no desenvolvimento da futura aeronave KC-2 Turbo Trader, ao cumprir atividades estabelecidas e previstas no Cronograma Físico-Financeiro do programa.

Após ao recebimento de três células na cidade de San Antonio, Texas, em fevereiro do corrente ano, as aeronaves foram posicionadas no hangar e iniciaram-se os estudos que permitirão a sua modernização e remotorização. Esses estudos permitirão o desenvolvimento e instalação dos novos sistemas de aviônica, a revisão dos sistemas hidráulico, elétrico e de combustível, permitindo a futura configuração do sistema de reabastecimento em voo das aeronaves AF-1A. Além disso a aeronave modernizada contará com uma Unidade de Força Auxiliar (APU), um sistema de geração de oxigênio (OBOGS), um Sistema de Controle do Ambiente interno da aeronave (ECS) e estará preparada para receber as configurações de evacuação aeromédica e de transporte de paraquedistas.

Dentre as atividades que já estão em andamento, cabe destacar o início do design do cockpit, de acordo com normas militares em vigor e sob a ótica do fator humano. A empresa já apresentou ao Grupo de Fiscalização e Recebimento das Aeronaves COD/AAR (GFRCOD) os conceitos operacionais dos novos displays, que permitirão a visualização de dados primários de voo, parâmetros dos motores, apresentação da tela radar e acesso ao link de dados com estações em terra e a bordo de navios e de outras aeronaves. O próximo passo do processo, que dar-se-á com o início do overhaul das células da aeronave C-1A Trader, permitirá que o primeiro voo da aeronave ocorra em 2018, conforme previsão inicial.

Painel KC-2
Previsão do painel do KC-2 Turbo Trader

Dessa forma, o GFRCOD, vem acompanhando a continuidade dos trabalhos realizados nas aeronaves, ressaltando o incremento no controle da qualidade, a responsabilidade técnica dos serviços conduzidos até então pela M7 Aerospace e o comprometimento daquela empresa em manter o calendário final da entrega das quatro aeronaves até o ano de 2020.

FONTE e FOTOS: DAerM

Tags: Aviação NavalC-1A TraderDAerMDiretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM)Grupo de Fiscalização e Recebimento das Aeronaves COD/AAR (GFRCOD)KC-2 Turbo TraderM7 AerospaceMarinha do Brasil
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Comentários 25

  1. Marco says:
    10 anos atrás

    Esse Trader carrega só 9 passageiros, entendo que foco seria o abastecimento aéreo mas quantos Skyhawks da para abastecer com ele? Quanto a carga, cabe dentro dele um Exocet, um tanque externo ou uma turbina de Skyhawk? Torço que essa aeronave tenha um radar que possa apoiar, nos vôos de treinamento, os NaPas no controle do tráfego marítimo. No mais aguardamos a vez dos Turbo Trackers!

    Responder
  2. ZorannGCC says:
    10 anos atrás

    Eu fico triste ao ver que realmente vão modernizar o A-12.

    É A-12, A-4 e trader, todos projetados a quase 60 anos.

    Já li por aí que falam de gastos em torno de US$ 1 bi na reforma do A-12. Eu sinceramente não acredito que custará só isto, afinal tem que modernizar também o arsenal da Marinha, para poder fazer o serviço. E temos também a modernização da parte eletronica do navio, onde nada ainda foi divulgado sobre estimativas de custos.

    Se tudo der certo, o A-12 retorna em 2022.

    Fica a pergunta:

    Oque vale mais? Um PA de 60 anos de idade com A-4 e Trader da mesma idade, ou 2 navios classe Mistral novinhos? Eu sei que são navios com capacidade bem diferentes. Mas com oque va-se gastar no A-12, dava pra comprar 2 Mistral novinhos.

    Não sou a favor de comprarmos o Mistral. Não por causa do navio, mas porque temos que ter outras prioridades. Precisamos de escoltas!!

    OBS: Quanto aos que criticam a falta de verbas. Isto é lenda. Gastamos 47% do que toda a América do Sul gasta em defesa. Descontando os gastos com aposentados, ainda temos um orçamento 5 vezes maior que o do Chile. Mas qando falta dinheiro, a marinha aumenta o efetivo em 30%.

    Responder
  3. Celso Reis says:
    10 anos atrás

    Os KC-2 são as células mais lógicas para a MB por serem compatíveis com o tamanho e capacidade do NAe A-12. Serão ótimas aeronaves após a modernização. Só espero que os crônicos cortes no orçamento da MB não atrapalhem o cronograma.

    Responder
  4. Nelson Lima says:
    10 anos atrás

    Foi um jeitinho brasileiro-americano, que tivemos que fazer! O Trader é só uma carcaça, e das boas! Feita para aguentar a Guerra Fria…O que importa é o recheio! Igualzinho ao P3AM. Não se recomenda fazer isto com caças, devido às exigências de desempenho, mas, neste caso se aplica. Ele é bonitinho e, todo pintado, vai render boas fotos!

    Responder
  5. JCPatricio says:
    10 anos atrás

    neste link da para ter alguns informações sobres os Traders, de onde estavam antes de serem comprados,Nº de série e umas fotos bem legais deles antes de ir pra Elbit, no pátio da Marsh Aviation (sim aquela que o FBI tava investigando).
    http://www.s2ftracker.com/braziltraders.htm

    Responder
  6. WillHorv says:
    10 anos atrás

    Será que eles vão atuar em porta aviões brasileiro? Eis a questão….
    Ou ficarão em alguma base se acabando esperando um maio descente e operacional para cumprir seu papel, pois tenho dúvidas quanto ao futuro do Nael SP.
    Do jeito que as coisas estão e são neste pais, acho que vamos acabar sem marinha nenhuma.
    Estou como São Tomé….e olha lá…
    Pq se faz e se desfaz com uma naturalidade fora do comum…

    Responder
  7. Dilson Queiroz says:
    10 anos atrás

    ……..os Traders serão modernizados e isso é o ponto importante…..tentar fazer a mesma coisa aqui a essa altura dos acontecimentos não teria sentido…mas deveriam ser mais unidades visto ser um ótimo vetor para a função….quando não se tem condições reais de fabricar temos que comprar e modernizar…porém sempre que possível tentar desenvolver no país um modelo substituto contando ate mesmo com engenharia reversa, não só com aviões mas com quaisquer tipo de armas………………..Sds

    Responder
  8. Marcelo says:
    10 anos atrás

    Ansioso para ver o 1o voo do protótipo!

    Responder
  9. Foxtrot says:
    10 anos atrás

    Não entendo o porque não adaptamos um avião nacional (BRASÍLIA, BANDEIRANTES ) mais moderno para operações embarcadas.
    Os estudos de reforços estruturais poderiam ter seu tempo minimizado fazendo engenharia reversa nos S2 que pertenciam a FAB e que estão no Museu Aeroespacial.
    Acho que esse projeto de novo avião, estará pronto antes desses C1 modernizados kkk.
    Se a MB tivesse apostado no projeto do AMX naval, hoje teríamos conhecimentos plenos para essa nova empreitada; mas como nossa visão estratégica é limitada e bairrista, hoje estamos pagando quase o dobro do projeto original de navalisção do AMX.
    Isso só nos Trader,s, se levarmos em consideração os royalties pelos Grinpen,s navais esse valor vai triplica se não quintriplicar.

    Responder
    • Douglas Schuindt says:
      10 anos atrás

      Adaptarmos Brasília, Bandeirantes? Eles são mais modernos? Amigo, sabes quanto isso odeia custar para somente 8 unidades? Já tentou imaginar um turboélice de asa baixa batendo conta um convoo?
      Não é tão simples assim. Não é só uma questão de se adaptar um projeto já antigo ao uso naval. Qualquer peso que se acrescenta a uma aeronave pode alterar o seu CG de forma a inviabilizar um regime de vôo. Com certeza uma adaptação nesse caso acaba saindo mais caro do que reformar uma aeronave que já foi projetada para uso naval. Não adianta querer inventar a roda.

      Responder
  10. Roberto says:
    10 anos atrás

    Parabéns ao DAN pela matéria, e a MB pelo andamento do programa KC-2.

    Responder
  11. Wellington Góes says:
    10 anos atrás

    Ótima notícia!

    Responder
  12. jose luiz esposito says:
    10 anos atrás

    Desculpem meu erro , os Trackers operando radar para rastreamento de superficie e controle aéreo !

    Responder
  13. Walterci G Ribeiro says:
    10 anos atrás

    Tanta polemica! Na verdade vocês já se perguntaram prá quê temos que ter um porta aviões (de águas azuis). Se bem que alem de gastar recursos ele mal sai da baia da Guanabara.

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      10 anos atrás

      Walterci se me permite, gostaria de lhe sugerir a leitura dos artigos que se encontram na Coluna mar & Guerra em nosso site. Tenho certeza de que suas respostas estão lá.

      Grande abraço.

      Responder
  14. Topol says:
    10 anos atrás

    Tem gente que só reclama… queriam o que, um greyhound ??? se a catapulta não é compatível… que outra aeronave faria COD e AAR no A-12 se não esta?
    Depois ainda vamos precisar de pelo menos mais dois S2T turbo tracker para a função de AEW&C (MASC)

    Responder
  15. Grulla says:
    10 anos atrás

    Só 4? Não eram 8.

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      10 anos atrás

      São 4 para COD. Enquanto 2 operam no navio os outros 2 ou estarão em manutenção ou de reserva. Não é preciso mais do que isso para um só porta aviões.

      Os outros 4 serão AEW e seguirão a mesma linha de raciocínio.

      Responder
  16. jose luiz esposito says:
    10 anos atrás

    Ainda nada sobre os Trackers antisubmarinos !!

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      10 anos atrás

      Só após o KC-2 ser operacional.

      Responder
  17. Luiz Padilha says:
    10 anos atrás

    Guardem bem esta foto. Depois quando vcs virem a aeronave 100% retrofitada, entenderão que essa imagem não diz nada.

    Responder
  18. Eraldo Calheiros says:
    10 anos atrás

    Esse é o Brasil, esses são nossos políticos

    Responder
  19. Marcelo says:
    10 anos atrás

    Cinco anos para entregar quatro aeronaves que parecem não terem sido nem lavadas das sujidades que apanharam no tempo que ficaram paradas no deserto…Parece um filme de ficção…

    Responder
  20. fernando falcom says:
    10 anos atrás

    Ainda não engulo essa historia de modernizar essa aeronave dos anos 60
    Mais sei que e difícil uma aeronave navalizada mais agora e torcer pra que de certo esse frankistain

    Responder
  21. cesar silva says:
    10 anos atrás

    a Embraer nao poderia ter feito esse serviço? e 2020?

    Responder

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