Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados

Home Naval

AMAZUL e Marinha se preparam para iniciar Projeto detalhado do Submarino Nuclear

Luiz Padilha por Luiz Padilha
11/04/2019 - 17:59
em Naval
4
332
compartilhamentos
1.6k
acessos
CompartilharCompartilharCompartilhar
Chinese (Traditional)DutchEnglishFrenchGermanItalianJapanesePortugueseRussianSpanish



O plano de construir o primeiro submarino com propulsão nuclear do Brasil se aproxima de avançar novamente. O empreendimento está mais perto de entrar na chamada “fase C”, etapa de desenvolvimento do projeto detalhado da unidade. Tanto a Diretoria-Geral do Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha quanto a estatal Amazul estão se preparando para iniciar este novo ciclo a partir do começo do ano que vem.

“É uma fase de detalhamento e requer muito serviço de engenharia, para depois partimos para a construção, que é a quarta etapa. Essa fase de projeto detalhado tem duração estimada de dois anos”, declarou o presidente da Amazul, Ney Zanella dos Santos. O executivo também lista alguns outros planos da companhia para o setor nuclear, como a participação em projetos de engenharia na extensão de vida útil de Angra 1 e na retomada das obras de Angra 3. Além disso, como se sabe, a Amazul inaugurou recentemente sua nova sede, em São Paulo, onde podem ser desenvolvidas atividades ligadas a Indústrias Nucleares do Brasil (INB). “Eles estão precisando de uma unidade de testes e treinamentos. E estamos disponíveis para isso, principalmente em um setor tão delicado no Brasil, que é a parte complicada de licenciamento”, revelou Zanella.

A Amazul esteve recentemente na feira de defesa Laad. O que apresentaram durante o evento?

A Amazul é uma empresa estratégica de defesa, vinculada ao Ministério da Defesa e à Marinha. Estamos desenvolvendo o programa do desenvolvimento Submarino com Propulsão Nuclear Brasileiro (SN-BR) e o Programa Nuclear da Marinha. Outro produto nosso é a gestão do conhecimento. Estamos aprendendo muito nesse modelo com o Programa Nuclear, que é um conhecimento bastante sensível e crítico. Com isso, nós conseguimos fazer a gestão do conhecimento para outros setores. Não só da defesa, mas qualquer área que trabalhe com conhecimento muito específico e que seja ligado a talentos e pessoas.

Em que etapa se encontra o desenvolvimento do submarino nuclear brasileiro?

Estamos em uma entrefase. Terminamos o projeto executivo e estamos nos preparando com a Diretoria-Geral do Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha para a fase C. É a fase do projeto detalhado do submarino. Isso deverá ocorrer no início do próximo ano. É uma fase de detalhamento e requer muito serviço de engenharia, para depois partimos para a fase da construção, que é a quarta etapa. Essa fase de projeto detalhado tem duração estimada de dois anos.

Além da área de defesa, pode nos atualizar em relação aos demais projetos?

Além dos projetos com a Marinha, a Amazul tem outros horizontes, sem dúvida nenhuma. A empresa está muito focada também no projeto do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), cujo projeto estamos fazendo em parceria com a empresa argentina Invap. Essa é uma meta que estamos perseguindo. O projeto deve ser concluído até o final deste ano e a construção começará no ano que vem. O desdobramento social do RMB é a parte de radiofármacos, com a aplicação nuclear na medicina. 

Há ainda outros empreendimentos no radar de oportunidades?

Temos ainda mais horizontes. Um deles é trabalhar em projetos de engenharia do setor nuclear. Vou dar dois exemplos. O primeiro deles é a extensão de vida de Angra 1, já que haverá necessidade de projeto de engenharia. A própria Angra 3 também, que está vislumbrando sua retomada de construção. Muitos projetos terão que ser feitos e a Amazul está se capacitando e habilitando para isso. E mais ainda: projetos na área de Repositório Nacional de Baixo Nível de Intensidade, que é responsabilidade da Comissão Nacional de Energia Nuclear CNEN. Enfim, temos aí muito trabalho pela frente. Manter o nome da Amazul no mercado é importante.

Outra ação importante da Amazul é a questão da nacionalização de componentes. Pode detalhar sobre isso?

Nessa parte de nacionalização, nós estamos com foco naquele conceito da tríplice hélice: governo, empresa e academia. Tudo movimentado por recursos financeiros. Esses recursos foram viabilizados pelo BNDES, está no plano de ação do banco. Temos o projeto do motor de ímãs permanentes. A ideia é trazer ao Brasil essa tecnologia. É o futuro do motor elétrico. O submarino precisa ter o motor de ímã permanente. E o desdobramento disso vai para automóvel, trens, metrôs… tudo o que usa motor elétrico. É um motor de alta performance, de quase 99% de rendimento. Essa é uma tecnologia que temos que desenvolver. Quem está ajudando nisso é a USP, UFSC, a WEG, a Amazul e a alavanca financeira é o BNDES.

Por fim, quais são as perspectivas da empresa?

A Amazul tem um futuro bastante promissor. Estamos indo para a nossa nova sede. É um prédio moderno e modular. Ali, vamos pensar na área de novos projetos ligados até a Indústrias Nucleares do Brasil (INB). Eles estão precisando de uma unidade de testes e treinamentos. E estamos disponíveis para isso, principalmente em um setor tão delicado no Brasil, que é a parte complicada de licenciamento. E a Amazul ajuda nessa área de licenciamento e risco.

FONTE: Petronoticias



Tags: Álvaro Alberto (SNB-1)Amazul (Amazônia Azul Tecnologias de Defesa)Marinha do Brasil
Notícia Anterior

História - O que restou da ponte aérea de Berlim

Próxima Notícia

Samba no Maas - A reforma do NAeL Minas Gerais sob o ponto de vista holandês

Luiz Padilha

Luiz Padilha

Notícias Relacionadas 

Defesa Aérea & Naval

“Dia da Marinha” destaca importância da soberania marítima para o Brasil

06/06/2026 - 10:22
Data Comemorativa

Ministério da Defesa promove cerimônia em reconhecimento aos Peacekeepers

28/05/2026 - 16:08
Naval

Novos Avisos de Instrução (Avin) começam a sair do papel

26/05/2026 - 17:03
Carregar mais
Próxima Notícia
NAeL Minas Gerais logo após a modernização na Holanda (Foto: Verolme)

Samba no Maas - A reforma do NAeL Minas Gerais sob o ponto de vista holandês

Comentários 4

  1. Luciano Andrade says:
    7 anos atrás

    Aguardando notícias atualizadas do reator nuclear piloto, sem a confirmação do desempenho conforme projeto, não dá p/ avançar muito nesse detalhamento.

    Responder
  2. Andre says:
    7 anos atrás

    Tá e aí? Só isso? Ao invés de tratarmos do submarino vamos de Amazul? É como se projetar um submarino nuclear fosse um tema corriqueiro ou sem importância segundo a fonte.

    Responder
  3. Beto Santos says:
    7 anos atrás

    Bom como meu conhecimento da área é completamente zero só posso expressar o que penso, não conheço o desenvolvimento de produtos de defesa em outros países mas a impressão que tenho é que levamos no mínimo 1,5 vezes mais tempo que qualquer outro país no mínimo quando não levamos mais, acho tudo muito demorado no Brasil, se já sabemos o que queremos, então é só iniciar os projetos em função disso não importando se vai ser desmembrado como no caso do subnuc que primeiro foi feito o desenvolvimento do reator para agora fazer o desenvolvimento do submarino, gostaria que se for possível quem entenda mais destes desenvolvimentos ou quem sabe o Sr. Luiz Padilha poderia fazer uma reportagem sobre os passos dos nossos desenvolvimentos comparado com outros países, temos o AMX, alguns tanques, enfim temos um bom leque de produtos desenvolvidos por nós e muitas vezes uma reportagem assim pode jogar luz no nosso desenvolvimento e fazer com que as pessoas que trabalham nesta área possam ver alguns erros e agilizar o desenvolvimento ou pelo menos melhorar os processos, o que acham?

    Responder
    • Luciano Andrade says:
      7 anos atrás

      O problema é a situação do Brasil, o país vive entrando e saindo de crises ( as vezes nem isso, é só aumentar e diminuir a crise ), não da p/ planejar nada a longo prazo, e os projetos de Defesa são sempre a longo prazo. Além disso, mesmo que um determinado governo queira investir no setor, como justificar p/ a população que logo vai dizer que o país precisa de saúde, educação, combate a pobreza, etc e não de armas?
      A Índia, por exemplo, tem quase a mesma população da China ( cerca de 1,3 bi ), boa parte na miséria, mas tem inimigos como a própria China e o Paquistão ( é só ver os embates recentes ) então isso muda completamente a situação e eles podem investir cifras bilionárias em Defesa. Graças a Deus não temos inimigos que justifiquem esses gastos, esse é o lado bom da situação, afinal nada pior de que uma guerra.
      Abs.

      Responder

Deixe uma resposta Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Destaque do DAN

Mac Jee assina contrato internacional de aproximadamente USD 60 milhões para fornecimento de munições de tecnologia avançada

Publicações DAN

  •  
  • Artigos

Saab Experience: Marcus Wandt revela como a AI vai ditar o futuro do Gripen E/F

Saab apresenta o primeiro Gripen F em Linköping

O Foco Estratégico da Saab na América Latina

Tecnologia em radares e sensores: A Saab Surveillance em Gotemburgo

Nova fábrica de espoletas: A expansão industrial da Saab Dynamics em Karlskoga

USS ‘Nimitz’ no Brasil: Um dia a bordo do “Old Salt”

SIATT entregará o primeiro lote de mísseis MAX ao Exército Brasileiro

  • Home
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval

© 2019 - Defesa Aérea & Naval. Criação web Tchê Digital

Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval