O Submarino Humaitá (S41), um dos mais modernos meios da Marinha do Brasil (MB), realizou, no sábado (1), uma operação inédita na margem equatorial brasileira, a aproximadamente 120 milhas náuticas (cerca de 222 quilômetros) da foz do Rio Amazonas, durante a Operação “Atlas 2025”.

O submarino desenvolveu ações de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (IVR), que contribuíram para o aperfeiçoamento do monitoramento das águas sob jurisdição brasileira e para a formulação de novas estratégias de emprego naval.
Os resultados reforçam a eficiência e o alcance da Marinha na proteção da Amazônia Azul e no fortalecimento da consciência situacional marítima do Brasil, ou seja, a capacidade de monitorar e interpretar, em tempo real, o ambiente marítimo sob sua responsabilidade.

A operação também teve como objetivo avaliar a estrutura logística e as condições de apoio necessárias à atuação de meios navais de maior complexidade em regiões afastadas de suas bases. Esses testes são fundamentais para o desenvolvimento de doutrinas operativas voltadas à mobilidade e à permanência de forças navais em áreas de interesse estratégico.
O Submarino Humaitá, que desatracou em 28 de setembro da Base de Submarinos da Ilha da Madeira (BSIM), já acumula 32 dias de patrulha, representando a mais longa comissão desde sua incorporação à MB.

“O emprego do Submarino Humaitá na margem equatorial reforça o avanço tecnológico e a integração dos meios navais da Marinha, ampliando nossa capacidade de vigilância e monitoramento da Amazônia Azul”, afirmou o Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Antonio Braz.
FONTE: MB













Muito interessante, me dá cala frio saber que a esquadra americana está ali próximo e o Brasil envia sua melhor arma para patrulha do local