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Cascavel – Blindado brasileiro continua em operação na Líbia

Luiz Padilha por Luiz Padilha
13/08/2016 - 08:52
em Naval
11
Militares comemoram retomada de cidade libanesa do domínio do Estado Islâmico. (Foto: Associated Press)

Militares comemoram retomada de cidade libanesa do domínio do Estado Islâmico. (Foto: Associated Press)

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Militares comemoram retomada de cidade libanesa do domínio do Estado Islâmico. (Foto: Associated Press)
Militares comemoram retomada de cidade libanesa do domínio do Estado Islâmico. (Foto: Associated Press)

Depois de mais de três décadas, o blindado brasileiro Cascavel continua em operação na Líbia. Na última quinta-feira, 11, a foto do veículo foi estampada no jornal americano New York Times, que noticiava que as Forças Armadas dos EUA conseguiram libertar do domínio do Estado Islâmico a maior parte de Surt, cidade costeira da Líbia.

cascavel

O CASCAVEL

Produzido em São José dos Campos pela Engesa, o blindado alcançou enorme sucesso internacional desde que começou a ser feito, em 1980. Além do Brasil, onde ainda existem mais de 200 unidades em operação, o blindado foi exportado amplamente para países como Iraque, Líbia, Colômbia e Chipre e, em menor quantidade, para Bolívia, Equador, Paraguai, Suriname, Uruguai e Venezuela.

Ele compartilha alguns componentes mecânicos com o Urutu, outro blindado produzido pela Engesa, apesar de terem propostas diferentes – enquanto o Urutu transporta tropas, o Cascavel é um veículo de reconhecimento e combate ligeiro. Seu armamento padrão é um canhão de 90 mm, além de metralhadoras secundárias junto à torre.

FONTE: New York Times via Indústria de Defesa e Segurança

Tags: EE-9 CascavelEngesa
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Comentários 11

  1. black cat says:
    10 anos atrás

    Tupiniquim faz lambança e o culpado são os americanos

    Responder
  2. Renato de Mello Machado says:
    10 anos atrás

    Não são os EUA, ou outro país quê são nossos inimigos.São nós mesmos quê somos, os próprios brasileiros quê não defende seus interesses.

    Responder
  3. Leonardo Rodrigues says:
    10 anos atrás

    Concordo com Pedro2964. Alguns acham que o governo não deve interferir no privado, eu penso o contrário nosso país é um conjunto de ações comerciais, políticas, industriais que definem qual modelo e qual o papel de nosso país no cenário internacional. A presença do Estado para proteger, fomentar e desenvolver uma indústria forte gerando uma defesa poderosa e uma economia pujante. Somos um país subserviente, com políticos corruptos, judiciário seletivo e sugador dos recursos públicos. Tudo isto mostra porque temos FFAAs sucateadas, educação horrível e uma saúde pública abandonada nos municípios.

    Responder
  4. Beto Santos says:
    10 anos atrás

    Pessoal vamos deixar de choradeira que o os EUA não tem culpa alguma sobre o assunto em específico, vamos dizer o que com o Valemax que a China fez de tudo até obrigar a Vale a vender pra eles por preço de sucata, mercado é isso mesmo eu ti detono agora pra ti comprar mais na frente ou ti fornecer o que eu quero e como eu quero, a culpa é do governo que não teve peito ou recursos para proteger as nossas empresas e também quem sabe dos próprios gestores que não estavam preparados pra enfrentar a concorrência, não posso dizer o que houve na época pois era criança, mas mercado é assim acha que a Embraer faz o que com a Bombardier, chora menos que pode mais e se no quer ter de chorar se prepare e trabelhe muito.

    Responder
  5. Carlos Crispim says:
    10 anos atrás

    O Brasil só tem ladrão e corrupto, que só pensam em se dar bem, fracassam miseravelmente por culpa dos próprios erros, mas alguns insistem que a culpa é sempre dos EUA. O caso da Engesa foi má gestão e incompetência, apostaram errado e se deram mal, a Engesa usava maciçamente eletrônicos importados, até o canhão vinha de fora, ela tinha excelentes engenheiros sim, mas não bastou só isso, a empresa dependia de fornecedores externos, isso tudo aliado à gestão temerária de seus controladores, deu no que deu, mas enquanto jogarmos a culpa nos outros vamos ficar eternamente comendo capim.

    Responder
  6. Pedro2964 says:
    10 anos atrás

    Tiago Silva, muito se fala sobre a perda da venda dos osório na arabia saudita, mas creio que o fim da engesa se deu pela falta de apoio e de encomendas do próprio brasil, uma compra da primeira versão do osório poderia viabilizar o desenvolvimento nacional de sistemas que até então eram importados tais com o canhão, computador e sistemas de mira

    Responder
  7. Marcelo says:
    10 anos atrás

    Os políticos daqui entregando o nosso pre sal a 2 dolares o barril a nações estrangeiras …..agora vc imagina o que eles tem capacidade de fazer com as empresas nacional por um bocado de dolares ….#choramais

    Responder
  8. Marcelo says:
    10 anos atrás

    Vê ai como o recado e dado pelos falcões de washinton : https://m.youtube.com/watch?v=GURWeWJsyR8

    Responder
  9. Marcelo says:
    10 anos atrás

    Vc acha que nao teve o dedo dos falcões de washinton ao governo da época$$$$$$……..,,o governo deixou fechar a empresa na cara dura……..hoje dependemos de empresa estrangeiras que depende de decisões políticas de outras nações para nos tentarmos nos defender…..hoje dependemos de decioes políticas de outros nações para poder saber se podemos comprar matérias pra nossa defesa !!!!!!!….empresa extrategica nacional nao tem preco !!!!!!……programa espacial brasileiro e um programa estratégico para o pais……só que as pressões de washinton sao muitos forte ..kkkk…veja o video e tire suas próprias conclusões no you tube embargo americano contra o Brasil !!!!!

    Responder
  10. Celso says:
    10 anos atrás

    Nao nos esquecamos da Eletrometal tbm….aquela siderurgica q ja havia adquirido ampla expertize em ligas de aco para blindagens…..isso tbm se perdeu. Sds

    Responder
  11. Tiago Silva says:
    10 anos atrás

    As vezes me pergunto, se a Engesa ainda existisse como ela poderia estar hoje. Seus produtos de qualidade comprovada mundo afora e ainda em operação e os mais variados projetos que em suja grande maioria infelizmente nunca saíram das pranchetas.

    Perdemos uma capacidade industrial vital que é a produção de veículos militares e hoje dependemos de parcerias com empresas estrangeiras que nos empurram seus produtos sendo que poderíamos estar desenvolvendo e construindo nós mesmos. Algo a se lamentar!

    Responder

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