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Comitiva de Cooperação em Defesa Antiaérea Brasil-Rússia visita o Comando da Divisão Anfíbia

Luiz Padilha por Luiz Padilha
03/12/2014 - 09:37
em Naval
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01122014-05

Em 19 de novembro, o Comando da Divisão Anfíbia (ComDivAnf) recebeu a visita da comitiva de Cooperação em Defesa Antiaérea Brasil-Rússia, da qual fizeram parte o Chefe de Logística do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Gerson Nogueira Machado de Oliveira, e o Comandante das Tropas de Mísseis Antiaéreos da Força Aérea Russa, General-Major Serguei Babakov.

A comitiva assistiu a uma palestra proferida pelo Comandante da Divisão Anfíbia, Contra-Almirante (FN) Paulo Martino Zuccaro, sobre os seguintes temas: Corpo de Fuzileiros Navais; atividades da Divisão Anfíbia; e emprego do Batalhão de Controle Aerotático e Defesa Antiaérea (BtlCtAetatDAAe) durante a Copa do Mundo FIFA 2014, quando a unidade teve a missão de prover a defesa antiaérea do Estádio do Maracanã.

O grupo ainda visitou um mostruário dos meios do BtlCtAetatDAAe, onde, além da exposição de um Radar SABER M-60 de fabricação nacional e de uma Unidade de Tiro do Míssil Superfície-Ar MISTRAL, estavam configurados um Centro de Comando Aerotático e um Centro de Operações Antiaéreas.

Tags: Comando da Divisão Anfíbia (ComDivAnf)Contra-Almirante (FN) Paulo Martino Zuccaro
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Comentários 7

  1. samuel r silva says:
    12 anos atrás

    Meu caro amigo RL de onde você tem essa informação da parceria Brasil e Russia para o projeto foguetes de motores líquidos, sobre o porque da transferencia de tecnologia a China a resposta esta na soma de dinheiro que eles pagam também quase tudo é engenharia reversa do chineses.

    Responder
  2. Topol says:
    12 anos atrás

    Depende do que for acertado no contrato, o Iraque adquiriu da Rússia muito mais baterias de mísseis AA Pantsir S-1 “sem transferencia de tecnologia” e pagou mais barato do que nós… O Brasil está comprando apenas três baterias, a maior parte do valor dessa compra diz respeito exatamente a TT então sendo assim não há como não haver… Mas para que essa opção compense é necessário fabricar muitas mais baterias aqui depois e também fabricar para vender caso contrário seria melhor comprar de prateleira mesmo uma boa quantidade de uma vez.

    Responder
  3. RL says:
    12 anos atrás

    Samuel. Seguramente é fruto da parceria com os RUSSOS.

    Não acredite em tudo que lê. A Alemanha também tem sua enorme participação, más ainda assim, não fique bravo comigo, apenas lhe asseguro com Mil % de certeza de que nosso desenvolvimento quanto ao conhecimento de foguetes com motores liquefeitos, são devido a parceria com os Russos.

    Foxtrot.
    Não avançamos exatamente por questões de alinhamento histórico, que possuem origens e raízes, desde o nascimento deste país.
    Outro detalhe. Os americanos não nos obrigam a nada. Fazemos ou deixamos de fazer parcerias por pressões derivadas das circunstancias em que se apoiam nossa economia, e talvez por falta de comprometimento com a integridade nacional de nossa nação.

    Portanto, apesar das fortes influências, seja de lá, seja de cá. Os culpados, somos nós mesmos.

    Em relação a famosa TOT com russos, não acredito que seriamos beneficiados no mesmo grau de parceria como foram os Chineses, más, eu não descarto a seu pensamento.

    Responder
  4. Generson de Gois hasefaradí says:
    12 anos atrás

    Em face da urgência na aquisição de sistemas de defesa Aérea nas 03 esferas de altitudes, marítima,costeira e terrestre temos boas referencia à despeito dos Russos, agregando o fato de não haver restrições referentes a quantidades, pois quantidade torna-se o calcanhar de Aquiles nas dimensões territoriais e fronteiriços, coisa que a aliança do atlântico não nos permitem atendermos de fato.

    Responder
  5. samuel r silva says:
    12 anos atrás

    Você esta errado é fruto da parceria entre Brasil e Alemanha .

    Responder
  6. mauricio matos says:
    12 anos atrás

    Nesse quesito estamos engatilhando ainda até para alguns do nosso vizinhos estamos perdendo.

    Responder
  7. Foxtrot says:
    12 anos atrás

    Estamos perdendo excelentes oportunidades de desenvolvimento conjunto com os Russo.
    Tudo por causa da ” Escravização” do Brasil ao eixo de influência Americano/Europeu Ocidental.
    Não acredito muito nesse história de que os Russos não transferem tecnologias, se fosse assim os Chineses não estariam no patamar tecnológico que estão hoje.
    E outro exemplo, que poem por terra esse mito ; é a conquista do Brasil do conhecimento em motores foguetes líquidos ( FRUTO DE PARCERIA ENTRE BRASIL E RUSSIA ).

    Responder

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