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Home Naval

Descomissionamento das OHP foi adiantado para 2015

Guilherme Wiltgen por Guilherme Wiltgen
06/03/2014 - 12:17
em Naval
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USS Samuel B. Roberts - Foto Luiz Padilha

A proposta de orçamento do Departamento de Defesa, para o ano fiscal 2015, é de acelerar a aposentadoria das últimas fragatas da classe Oliver H. Perry (FFG) em serviço.

A Marinha pretende descomissionar 10 fragatas em 2015, das quais sete serão as últimas da Força Naval de Reserva, diferentemente do que havia planejado, que era passar quatro OHP para a Reserva em 2015 e somente aposentar as outras três em 2019.

O orçamento da Marinha para 2015 informa que a retirada de serviço das sete FFG estava sendo acelerada “a fim de manter a linha de frente de operações com forças bem treinadas e equipadas, uma prioridade no momento fiscal”.

A aposentadoria da classe Perry pode não significar o fim das fragatas na US Navy. Em 24 fevereiro, durante uma reunião sobre as prioridades do orçamento 2015, o secretário de Defesa Chuck Hagel se dirigiu a Marinha sobre parar o LCS (Littoral Combat Ship), após a 32ª unidade, e desenvolver propostas alternativas para uma pequena unidade de combate, semelhante a uma fragata.

NOTA do EDITOR: Antes que comecem com a ideia de adquir estas unidades como tampão na MB, enquanto não se define o Prosuper, leiam esta matéria sobre as OHP.

Tags: Classe Oliver Hazard PerryFragatas OHPNavy’s 2015 budgetUS Navy
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Comentários 7

  1. Nelson Lima says:
    12 anos atrás

    Alôo! Já passamos desta fase. O projeto CV 35 está em desenvolvimento!

    Responder
  2. Rafael says:
    12 anos atrás

    O Brasil não consegue produzir navios de baixo custo. Muito pelo contrário. Se algum vizinho quiser um navio de baixo custo, deve procurar na China ou na Coréia do Sul. Se o Brasil projetar e construir um navio, pode ter certeza que será bem mais caro do que o deles. Vide o caso dos nossos navios “civis”, que só são comprados em razão de reserva de mercado.

    Responder
    • Marcelo says:
      12 anos atrás

      Temos 3 passos na reestruturação dos estaleiros brasileiros: Capacidade de contrução e produção, velocidade, e o preço. As duas primeiras foram feitas com extremo louvor, agora nos falta capacidade de construir com um preço competitivo, hoje, é nisso que os principais estaleiros estão procurando.

      Responder
      • Rafael says:
        12 anos atrás

        Difícil vai ser eles conseguirem isso, com a nossa carga tributária recaindo sobre produtos, em vez de renda, a competitividade cai e muito.

        E nem vou entrar na questão do custo de mão de obra, em relação à China, pois, diferentemente de outros tempos, em que concorríamos com a Europa e os EUA, hoje competimos com os asiáticos, com custos bem inferiores.

        Responder
  3. marcio says:
    12 anos atrás

    Completando,os ganhos seriam grandes alem de dominarmos a construção dessas supostas fragatas leves, teria a possibilidade de vendas para países vizinhos que deseja modernizar suas marinhas com novas fragatas modernas e de baixo custo em vez de optar por fragatas estrangeiras.

    Responder
  4. marcio says:
    12 anos atrás

    Já estamos tendo dor de cabeça com NAe São Paulo imagina com as FFG OHP como compra de oportunidade? A MB deveria na minha opinião desenvolver uma fragata leve a partir do projeto das novas CV Barroso,só aumentando seu calado,boca e comprimento ex: 4,5 X 16 X 125 m e assim diminuindo sua dependência estrangeira de navios tipo Fragatas.

    Responder
  5. (Des)Ordem e(m) Progresso... says:
    12 anos atrás

    Isto esta com “cheiro” de compra de oportunidade para as submarinhas de alguns países que conhecemos…
    Apesar de não prestar mais para nada, pois não tem o lançador do Standart AA da proa, mas como Navio Patrulha Oceânico presta ainda, por causa do espaço para aeronaves tipo SEA HAWK.

    Responder

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