Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados

Home Naval

Destróier USS Graveli (DDG 107) por pouco não foi atingido por míssil houthi

Luiz Padilha por Luiz Padilha
02/02/2024 - 17:36
em Naval
1
0
compartilhamentos
1.2k
acessos
CompartilharCompartilharCompartilhar
Chinese (Traditional)DutchEnglishFrenchGermanItalianJapanesePortugueseRussianSpanish

O Destróier USS Graveli (DDG 107) esteve a poucos segundos de ser atingido por um míssil de cruzeiro disparado por rebeldes houthis na última terça-feira, e foi forçado a usar sua última linha de defesa para abatê-lo: o sistema de armas CIWS Phalanx. Essa metralhadora Gatling automatizada consegue disparar até 4.500 projéteis 20 mm em um minuto para abater ameaças a curto alcance.

O míssil viajava a 1.000 km/h, chegou a cerca de 1,5 km do USS Gravely e estava a 4 segundos de atingir o navio.

CIWS Phalanx – Foto: Raytheon

Crise no Mar Vermelho

Desde novembro, os houthis têm lançado diversos ataques contra embarcações no Mar Vermelho e contra alvos israelenses em apoio ao Hamas, responsável pelo ataque terrorista contra Israel em 7 de outubro, que deixou 1,2 mil mortos e fez 250 reféns, segundo as autoridades israelenses. Prometendo aniquilar o grupo, o Estado judeu tem realizado intensos bombardeios e incursões terrestres no território palestino. Já são mas de 25 mil pessoas mortas, segundo o Ministério da Saúde do enclave, controlado pelo Hamas.

Com os ataques, diversas empresas de navegação passaram a evitar a rota, por onde passam 12% do comércio global, e dar a volta pelo continente africano, aumentando os custos de frete e seguro marítimo. Em resposta, os Estados Unidos e o Reino Unido lançaram no dia 11 o primeiro ataque contra a milícia iemenita com o objetivo de “desanuviar as tensões e restaurar a estabilidade no Mar Vermelho”. Desde então, os Houthis declararam que os interesses dessas duas potências também são alvos legítimos.

Segundo o jornal Financial Times, além dos bombardeios e patrulhas navais, os EUA devem abrir uma nova frente diplomática para conter os houthis: a publicação afirma que diplomatas americanos querem que a China pressione o Irã para convencer o grupo a suspender os ataques. O tema chegou a ser abordado pelo secretário de Estado, Antony Blinken, com diplomatas chineses, mas até agora não há sinais de que Pequim planeje algo além de notas de “preocupação” com a situação.

Desde 2002, os EUA já lançaram cerca de 400 ataques aéreos no Iêmen, segundo o Conselho de Relações Exteriores do país. No entanto, o governo americano tem buscado evitar um conflito direto desde a crise em Gaza, temendo uma escalada regional.

FONTE: O Globo

Tags: CIWS PhalanxHouthisMar VermelhoUS NavyUSS Graveli (DDG 107)
Notícia Anterior

Defesa perde 70% de verba interna para Lula turbinar PAC, e militares temem paralisia

Próxima Notícia

Aviação do Exército na Amazônia Ocidental

Luiz Padilha

Luiz Padilha

Notícias Relacionadas 

Naval

Defesa Aérea e Naval a bordo do USS Nimitz (CVN 68)

08/05/2026 - 21:55
Forças Armadas

Pete Hegseth: Tropas inaptas e mal treinadas não são mais toleradas

01/10/2025 - 08:40
Conflitos Internacionais

Navio mercante que trouxe caças Gripen pro Brasil, foi atacado no Golfo de Áden

30/09/2025 - 09:58
Carregar mais
Próxima Notícia

Aviação do Exército na Amazônia Ocidental

Comentários 1

  1. André Luís says:
    2 anos atrás

    Esta é a realidade da marinha americana/britânica.
    Incapazes de interceptar mísseis na primeira zona de proteção e incapazes de garantir a navegabilidade de seus interesses nas rotas marítimas críticas.
    E foram lançados pelos Houthis, que portam mísseis mais antigos, sem a capacidade de saturação de fogo e sem inteligência aérea.
    Não à toa, os britânicos deram no pé dali…rs!

    Responder

Deixe uma resposta Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Destaque do DAN

Mac Jee assina contrato internacional de aproximadamente USD 60 milhões para fornecimento de munições de tecnologia avançada

Publicações DAN

  •  
  • Artigos

Saab Experience: Marcus Wandt revela como a AI vai ditar o futuro do Gripen E/F

Saab apresenta o primeiro Gripen F em Linköping

O Foco Estratégico da Saab na América Latina

Tecnologia em radares e sensores: A Saab Surveillance em Gotemburgo

Nova fábrica de espoletas: A expansão industrial da Saab Dynamics em Karlskoga

USS ‘Nimitz’ no Brasil: Um dia a bordo do “Old Salt”

SIATT entregará o primeiro lote de mísseis MAX ao Exército Brasileiro

  • Home
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval

© 2019 - Defesa Aérea & Naval. Criação web Tchê Digital

Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval