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Home Naval

Estaleiro responsável por construir as fragatas Classe Tamandaré agora é thyssenkrupp Estaleiro Brasil Sul

Guilherme Wiltgen por Guilherme Wiltgen
12/01/2021 - 11:40
em Naval
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Com a conclusão da aquisição do estaleiro Oceana pela thyssenkrupp Marine Systems do Brasil, a empresa rebatizou a instalação, que passa a se chamar thyssenkrupp Estaleiro Brasil Sul.

O negócio é parte da estratégia internacional da thyssenkrupp para o fortalecimento da área de defesa naval no Brasil e América do Sul. O Estaleiro Brasil Sul, localizado em Itajaí (SC), será destinado à construção das quatro fragatas da Classe Tamandaré para a Marinha do Brasil, que contarão com a tecnologia naval comprovada de construção de navios de defesa da Classe MEKO®, que já opera em 15 países.

Dr. Rolf Wirtz, CEO da thyssenkrupp Marine Systems: “Com o Estaleiro Brasil Sul, nós temos uma infraestrutura excelente para construir a mais moderna fragata para a Marinha do Brasil. O estaleiro também nos oferece a perspectiva de novos pedidos, não só localmente, mas também em outros países da América do Sul.”

Com mais de 20 anos de experiência, o estaleiro é um dos mais modernos do Brasil. Localizado em região com forte vocação naval, em uma área de 310.000 m², tem alta capacidade de construção e aplica os mais inovadores processos de produção com alto nível de automação e tecnologia de ponta. Nos últimos anos, já entregou grandes embarcações, como por exemplo, navios para operações offshore de, aproximadamente, 90 metros de comprimento e 19 metros de largura.

Tags: Fragata Classe Tamandaré (FCT)Marinha do Brasil (MB)Mekothyssenkrupp Estaleiro Brasil SulThyssenKrupp Marine Systems (TKMS)thyssenkrupp Marine Systems do Brasil
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Comentários 19

  1. _RR_ says:
    5 anos atrás

    Prezados…

    Se querem comprar o estaleiro, que seja. Ele permanece no Brasil, formando pessoal qualificado em território nacional… Isso é que conta.

    A grande preocupação é a continuidade das atividades desse estaleiro para fins militares, quer dizer, se haverá outras encomendas da nova classe e se haverão novos navios no portfólio.

    Responder
  2. Mattos says:
    5 anos atrás

    Me embrulha o estômago ler essas besteiras. Um anti patriotismo de dar nojo.

    Responder
    • André says:
      5 anos atrás

      Se a Dilma não tivesse cancelado o Prosuper…

      Responder
  3. Lobo says:
    5 anos atrás

    Nesses caso de trasferência de tecnologia o fator mais importante é ter continuidade na produção.
    Gastamos uma fortuna com o programa de submarinos, mas já existe a preocupação com a quebra de continuidade entre o último submarino convencional e o início da fabricação do Álvaro Alberto. Se o hiato de construção for grande, se perde o principal, que é a mão de obra treinada e os fornecedores qualificados.
    No caso das fragatas e do estaleiro Oceana, pode ocorrer o mesmo. Se for só para contruir só 4 fragatas, bem melhor seria comprar de prateleira e quem sabe com a economia poder comprar mais unidades.
    Me lembro sempre o caso do arsenal de marinha, que até submarino já fabricou, mas hoje apanha para concluir os cascos semi-prontos dos navios patrulha classe Macaé de 500 t.

    Responder
  4. Paulo Sollo says:
    5 anos atrás

    E a fortuna a mais paga pela ToT foi utilizada para comprar a empresa brasileira que receberia segundo divulgaram uma “robusta transferência de tecnologia para projetar e construir navios”.
    Sem agravar a todos mas este país é um bordel.

    Responder
    • Mameluco Pernambucano says:
      5 anos atrás

      Ninguém vende conhecimento, vende-se produtos e serviços.

      Conhecimento se adquire com esforço, estudo, dedicação, etc.!

      Responder
      • Paulo Sollo says:
        5 anos atrás

        Vende-se conhecimento sim, mas de forma limitada. E pelos 9 bilhões que estão pagando por 4 Corvetas( Fragatas uma ova), daria para comprar o dobro de prateleira e muito melhor armadas.
        É ToT de matriz para filial de indústria aeroespacial européia para montar helicópteros pelo dobro do preço, é ToT para estaleiro alemão comprar estaleiro brasileiro. E quando criticamos estes absurdos que fazem com nosso dinheiro, e tudo istofrente a FAs tão mal equipadas, ainda aparecem alienados para nos acusar de sermos anti patriotas! É inacreditável!!

        Responder
  5. Alessandro Vargas says:
    5 anos atrás

    Através dessa histórica desembocadura, seguiram os primeiros imigrantes alemães rumo a Colônia Doutor Blumenau e prosseguiu assim em toda colonização do Vale do Rio Itajaí, com os italianos, poloneses, húngaros, afrodescendentes e demais etnias que hoje compõem o povo “barriga-verde”.
    É por isso que este local possui um simbolismo muito grande para nós catarinenses e agora mais do que nunca, reflete todo nosso orgulho de oferecermos a foz do rio Itajaí como “nascedouro” das FCT!
    As FCT terão uma bela certidão de nascimento!

    Responder
  6. Alvaro says:
    5 anos atrás

    A Construção das Fragatas Classe Tamandaré proporcionará grande desenvolvimento tecnológico para indústria naval Brasileira e maior autonomia para aquisição de novos navios em nosso País. ??

    Responder
  7. Leo Barreiro says:
    5 anos atrás

    Para mim o MP deveria junto com o CAD barrar essa compra! Por que estamos pagando caro demais para ter a transferência de tecnologia para um estaleiro nacional! Se agora esse estaleiro vai ser vendido ou diminui o preço ou vai para o segundo colocado!!

    Responder
    • Mauro Henrique says:
      5 anos atrás

      LXXIII – qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

      Responder
    • Mattos says:
      5 anos atrás

      Que besteira. O anti brasileirismo é de dar nojo.

      Responder
      • Leo Barreiro says:
        5 anos atrás

        Meu caro, apenas para ter era mais fácil ir lá em comprar e pedir as compensações comerciais, que é o que o mundo inteiro faz. Mas o intuito dessa compra foi formar massa crítica de empresas, como a AVIBRAS, para termos uma série de indústrias de segurança no Brasil. Mas ao comprarem o estaleiro nacional acabou virando apenas uma compra normal, só que muito mais cara ao cofres públicos!!

        Ou passa para o segundo colocado ou então escolham um outro estaleiro nacional para isso! Ou na pior dos cenários que faça logo compra direta!!

        Eu simples mente cobro que o dinheiro público seja respeitado! Afinal é nosso!

        Responder
      • Paulo Sollo says:
        5 anos atrás

        É de dar nojo sua noção de anti patriotismo. Você é um entreguista. Acha que ser patriota é entregar o controle de nossas indústrias a estrangeiros ao invés de desenvolve-las, e ainda por cima pagando caro aos estrangeiros por isto! EDITADO

        MODERAÇÃO: Paulo, argumente sem ofender os demais leitores.

        Responder
        • Paulo Sollo says:
          5 anos atrás

          OK, peço desculpas pelo excesso cometido.

          Responder
  8. Alexandre says:
    5 anos atrás

    Que a construção destas fragatas venham o quanto antes, e que comece a redução das despesas com pessoal, senão nós nunca seremos uma potência militar.

    Responder
    • WELLINGTON RODRIGO SOARES says:
      5 anos atrás

      Posso te adiantar, não seremos!
      Como eu sei ? a história nos mostra isso.

      Responder
      • Alexandre says:
        5 anos atrás

        Verdade, não é a toa que eu já joguei a toalha em relação as nossas forças armadas.

        Eu boto fé mesmo nos EUA, Reino Unido, Japão e Israel.

        Forças Armadas do Brasil já era.

        Responder
      • Alexandre says:
        5 anos atrás

        É muito mais fácil a gente ver o Reino Unido se armar, o Japão se armar, a Coreia do Sul se armar, do que ver o Brasil se armar no tocante ao investimento pesado nas forças armadas.

        Eu lavo minhas mãos em relação ao Brasil.

        É triste dizer isso, mas é a pura realidade.

        Responder

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