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Home Naval

Fragata Independência impediu que navio estrangeiro realizasse pesquisa sem autorização em nossa Plataforma Continental

Luiz Padilha por Luiz Padilha
28/04/2023 - 17:21
em Naval
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No dia 6 de abril, a Fragata Independência (F 44) foi acionada como Navio de Serviço da Esquadra, para realização de patrulha naval na área conhecida como Elevação do Rio Grande, a 855 milhas náuticas distantes do porto do Rio de Janeiro. A elevação faz parte da Plataforma continental estendida brasileira, de acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre Direito do Mar (CNUDM).

Na área de acionamento, um navio estrangeiro preparava-se para realizar pesquisas científicas no leito e subsolo marinho. O fato contraria o entendimento da CNUDM, uma vez que somente o país costeiro detém o direito de realizar esse tipo de pesquisa em sua Plataforma Continental.

Navio de pesquisa recolhe dispositivo após intervenção da fragata Independência.

Diante disso, a Fragata Independência exerceu a soberania do Estado Brasileiro, impedindo a realização de investigações científicas sem a devida autorização do Governo Federal. A ação da Fragata da Marinha do Brasil é importante para a manutenção da soberania brasileira e proteção das riquezas nacionais, na Amazônia Azul.

A atuação ainda demonstra a aplicação de características básicas do Poder Naval como mobilidade e permanência, as quais, diante de seu pleno exercício, foram fundamentais para dissuasão das intenções de nações terceiras sobre a Área de Jurisdição brasileira.

FONTE: NOMAR

Tags: Convenção das Nações Unidas sobre Direito do Mar (CNUDM)Fragata Independência F 44)Marinha do BrasilPlataforma Continental Brasileira
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Comentários 32

  1. Eloi yorio says:
    3 anos atrás

    Eu adorei essa intervenção da Marinha , aqui onde moro vejo navios na madrugada,
    chegando a todo momento na madrugada , e ninguém fala nada para a Marinha.
    Mas acho que nesses casos é para prisão , pois outros viram e estaremos dormindo.

    Responder
  2. ADM says:
    3 anos atrás

    BZ a todos, em especial ao Comando de Operações Marítimas e Proteção da Amazônia Azul (COMPAAz)…

    Responder
  3. Fernando antonelli says:
    3 anos atrás

    Vamos ter bom senso gente.
    Se não deram maiores detalhes na reportagem sobre a origem, foi para evitar uma saia justa com outra nação.
    No mais, temos que modernizar nossa força, e mantermo-nos longe de encrencas desnecessárias.
    Abs

    Responder
  4. ANDRE GARCIA says:
    3 anos atrás

    Precisamos de mais NPAOc disponíveis. São tão poucos que uma ação típica de patrulha foi realizada pelo principal meio de escolta da Esquadra.
    Sei bem que uma patrulha naval tb pode ser realizada por qualquer navio armado da Esquadra, mas, em situação de normalidade, não é o desejado.
    Seria bom saber a nacionalidade do infrator.
    No mais, é preciso manter a prontidão e parabenizar o trabalho com os parcos meios disponíveis.

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      3 anos atrás

      Andre, a MB sabe tudo sobre o navio.

      Responder
  5. Pitta says:
    3 anos atrás

    Parabéns!
    Aos Guerreiros do Mar!
    Fragata Independência (F44)
    Bravo Zulu!

    Responder
  6. Marco says:
    3 anos atrás

    Parabéns a marinha brasileira , a pergunta que eu tenho e oque acontece depois da interpretação do navio de pesquisa ? A matéria não conta não dá o mínimo de informação, o navio foi apreendido? Foi conduzido ao porto para responder pelo ato ? A matéria e muito interessante só que também muito rasa.
    Interesse na matéria 10 , matéria sobre nota 2 lamentavelmente.

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      3 anos atrás

      Caro leitor. Se ler a matéria até o final, perceberá que a fonte é a Marinha. Se não colocaram mais detalhes eu lamento. O DAN apenas trouxe o que a MB publicou.

      Responder
      • Elaine says:
        3 anos atrás

        Mas a citação da fonte está bem incompleta.. qual número da revista NOMAR? não encontrei em lugar nenhum no último numero da revista….

        Responder
        • Luiz Padilha says:
          3 anos atrás

          A Nomar edição de 27 de abril.

          Responder
  7. 737-800RJ says:
    3 anos atrás

    Quando tem que criticar, criticamos. E muito. Agora é hora de reconhecer e dar parabéns. Parabéns, Marinha do Brasil!
    Como disse em outro site, já que é improvável que tenhamos dinheiro pra uma segunda esquadra, deveríamos investir em OPVs do porte da Classe Amazonas pro Nordeste e pro Sul. Em tempos de paz seriam patrulhas oceânicos; em guerra poderiam receber sistemas de mísseis antinavio (MANSUP) em contêineres, o que não é novidade hoje em dia.

    Responder
  8. Tiago Cardoso says:
    3 anos atrás

    O Brasil não tem soberania sobre o local, pois ainda não foi aprovado na ONU o pedido de extensão da plataforma nessa área.
    O Brasil só tem o direito de fazer pesquisa na área, não tem soberania sobre essa área. Pelo menos não ainda.

    Responder
  9. Thiago says:
    3 anos atrás

    Em uma busca no Google Leans resultou em um navio de pesquisa alemão identificado como: RV Maria S. Merian.

    Responder
  10. Talma Bastos de Barros says:
    3 anos atrás

    Parabéns Marinha Brasileira! Evitaram o conflito! A Alemanha não pediu autorização! Se fizesse isso na China ou Estados Unidos sofreria punição pesada.

    Responder
  11. Fabio Leandro says:
    3 anos atrás

    Aparentemente é uma bandeira alemã no mastro.
    Navio deveria ser apreendido e levado ao Porto do Rio de Janeiro

    Responder
  12. eduardo madeu says:
    3 anos atrás

    engracado não achei nenhuma outra reportagem a respeito dessa matéria.

    Responder
    • Guilherme Wiltgen says:
      3 anos atrás

      Que bom! ??⚓️??

      Responder
  13. Alex Costa says:
    3 anos atrás

    Deveriam torpedear o navio invasor.

    Responder
  14. Hgo says:
    3 anos atrás

    Sério que não identificaram o navio de pesquisa e nem a sua nacionalidade na matéria? Como assim?

    Responder
    • Vital says:
      3 anos atrás

      Pois é, Hugo. Fiz a mesma indagação. A quem interessa uma notícia incompleta como essa? Navio estrangeiro sem dizer a qual país pertence está protegendo quem? Porque não é ilegal apontar a nacionalidade de qualquer invasor. A não ser que se queira proteger alguém.

      Responder
    • aviation says:
      3 anos atrás

      Pela foto a bandeira é Alemã.

      Responder
  15. BrunoFN says:
    3 anos atrás

    Se a embarcação estava em aguas Brasukas .. ela deveria ter sido apreendida … ao menos detida ,averiguada e multada , mas e Brasil ne , toda informaçao , pesquisa ou mesmo bens q foram conquistados nessa ”’missao” . vão indo embora ..eu so considero esse tipo de noticia vergonhoso ,n so pro pais , mas pra propria MB q consideria ”isso” ,”’missao cumprida” …isso n e navio pesqueiro pessoal ..

    Responder
    • Luiz35fernando@gmail.com says:
      3 anos atrás

      Quando o outro navio nao está no mar territorial, não se tem soberania plena, daí não podemos apreender a embarcação.
      Entendo seu ponto sim.

      Responder
    • Luciano Andrade says:
      3 anos atrás

      Amigo, a Elevação do Rio Grande fica a mais de 1200km da costa brasileira, ou seja em águas internacionais. Para garantir o direito de exploração o Brasil teve que realizar pesquisas científicas e assim poder diante da comunidade internacional, garantir sua soberania na exploração (essa é forma determinada por acordos, nesse tipo de situação), se fosse apenas uma questão geográfica seria de quem chegasse primeiro.

      Responder
  16. Luciano Andrade says:
    3 anos atrás

    Há muito venho alertando que poucas pessoas sabem o real potencial de minérios que existe abaixo do oceano e essa Elevação do Rio Grande já foi pesquisada p/, atendendo os entendimentos da comunidade internacional, garantir nossa soberania na mineração.

    Responder
  17. Kelly Meirelles says:
    3 anos atrás

    Parabéns para Marinha do Brasil!!! Orgulhosa dos MARINHEIROS que deixaram seus lares em plena SEXTA SANTA e PÁSCOA para executar esse excelente trabalho!!!! Bravo!!!??????????????

    Responder
  18. Disnar silveira says:
    3 anos atrás

    Expulsar embarcação desarmada é fácil. Quero ver com os super armados! Precisamos investir pesado nas Forças Armadas e ponto final.

    Responder
    • André says:
      3 anos atrás

      Você não entendeu a gravidade da situação. O foco do problema é a violação de nossa soberania independente se o invasor é armado ou não. Outro exemplo de desrespeito com nossas águas foi a pesca da lagosta nos anos 60 onde a Marinha teve que intervir, e nesse caso foi contra um navio militar. Pronto já viu!
      Outro caso de violação de nossa soberania Disnar foi no espaço aéreo, dessa vez com um avião civil cubano que entrou em nosso espaço aéreo sem autorização e ainda zombava dos controladores de voo. Precisou a intervenção (interceptação) de dois caças para baixar a bola do piloto cubano. A operação da Força Aérea nesse caso do navio também é importante por contar com avião-radar. Como se nota seja por ar, oceano, meio civil ou militar é preciso termos um poder dissuasório para desencorajar essas práticas.

      Responder
  19. Jhonatan says:
    3 anos atrás

    Deveriam ter deixado o navio iniciar a pesquisa e então o apreender e começar uma negociação diplomática e tentar tirar algo disso, ao mesmo tempo, venderia a imagem que a Alemanha não respeita seus aliados (ou países pacíficos).

    Responder
  20. Mateo says:
    3 anos atrás

    Tudo indica que é o RV Maria S. Merian, um navio alemão.

    Ótimo trabalho da Marinha do Brasil!

    Responder
  21. Roberto says:
    3 anos atrás

    Parabéns p a marinha, bom trabalho!…
    A embarcação envasora, representava qual país interessado e hostil?!…
    No meu ponto de vista, o governo deveria ficar mais “ligeiro”, com suas riquezas e potenciais humanos (talentos profissionais), pois existem muitos interessados com intenções alheias…
    Deveria logo fazer trabalhos de exploração na Amazônia azul p espantar os mas intencionados e marcar presenca, deixar as riquezas do solo do território p depois q esgotasse as riquezas “marinhas”…
    Abraço.

    Responder
  22. Filipe M. says:
    3 anos atrás

    É tão raro ver noticias em que o Estado Brasileiro se faz presente expulsando invasores, que é até estranho ler
    Ademais, excelente trabalho da MB

    Responder

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