Por Guilherme Wiltgen
Entre os dias 9 e 13 de abril, a Marinha do Brasil (MB) conduziu uma das etapas mais críticas e aguardadas do Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT), a certificação técnica e operacional dos sistemas de combate da Fragata Tamandaré (F200).

O primeiro navio da classe demonstrou a maturidade de seus sensores, a eficácia dos armamentos e capacidade de conduzir operações aéreas com segurança antes de sua incorporação.
Validação dos Sistemas de Armas
O exercício focou na validação do Sistema de Gerenciamento de Combate (CMS), o cérebro do navio, que durante a comissão, executou disparos de precisão com o seu canhão de proa Leonardo 76/62 mm Super Rapid, engajando com sucesso um alvo de superfície do tipo “Killer Tomato”. O teste não apenas comprovou a cadência de tiro, mas a integração do radar de direção de tiro com o sistema de armas.

A Fragata também realizou o lançamento de torpedos, consolidando sua capacidade de atuar em cenários de guerra ASW (Anti-Submarine Warfare).
Além disso, a F200 representa um salto disruptivo para a MB, pois o navio está equipado com uma suíte de sensores que permite a Guerra Centrada em Redes (NCW – Network Centred Warfare).
Durante os exercícios, a Fragata operou de forma coordenada com outros meios navais e aeronavais da Esquadra, testando os protocolos e a capacidade de processamento de dados em tempo real.
O sistema de gerenciamento de combate da Tamandaré possui capacidade de Identificar e classificar múltiplas ameaças simultaneamente, compilar dados de diferentes sensores (radar AESA, sonares e sistemas optrônicos) e ainda apoiar a tomada de decisão do Comandante com maior rapidez e precisão.

Reta Final para a Incorporação
Estes testes de mar e lançamentos de armas constituem o “exame final” para que o navio seja transferido para o setor operativo da Esquadra. Com o sucesso das manobras, o cronograma segue dentro do esperado.
A cerimônia de Mostra de Armamento está agendada para o próximo dia 24 de abril. A partir desta data, a F200 passa a se tornar, oficialmente, a ponta de lança da nossa Esquadra, elevando o patamar de defesa da “Amazônia Azul”.













Sério mesmo?
E onde está a novidade nisso?
O que esperariam de um projetos testado e funcionando?
Só a MB mesmo!
E os testes de lançamentos de mísseis, não serão realizados?
Guilherme
Boa tarde
Há data prevista para testar o sea ceptor?