Elegante e muito bem vinda! Mas, convenhamos, é uma CORVETA. Moderna e bem armada, mas é uma corveta… Aliás, o projeto sempre foi tratado como corveta. Mudou para ‘Fragata’ no meio do caminho, mas sem atualizar os requisitos. Só rebranding.
Que venham muitas Tamandarés! Mas que a MB pense também em projetos de 6000-7000 Toneladas para liderar o teatro naval do Atlântico Sul.
Mais um complexado que nunca deve ter tido a capacidade de passar num concurso duríssimo, extremamente concorrido, que é o do Colégio Naval ou da Escola Naval, e ainda de ter estudado e se dedicado anos a fio seguindo carreira na Marinha do Brasil. Sim, um “especialista” que resolveu escrever um comentário onde a “beleza” de algo parece ser primordial. Você acha mesmo que o nosso Almirantado é composto por um bando qualquer de adolescentes inexperientes que ficam brincando de navegar e de repente resolvem comprar um barco?
Cidadão, procure se informar : Em 2020, a Marinha através da Emgeprom recebeu mais de R$ 10 bilhoes para esse projeto das Tamandarés.
Desde a licitação, sempre foi explícito que a empresa do consórcio vencedor deveria licenciar a parceira local a fabricar o navio, capacitar os técnicos e vender as tecnologias de construção. Em vez de fazer isso, tambem em 2020, a Tyssem Krupp Marine Systems, simplesmente comprou o estaleiro Oceana e o transformou em sua filiaal. Quando isso acontece, quer dizer que a MB não mais vai negociar as Tamandarés em R$ e sim em US$ ou €. Por isso nesse ano, a Tyssen Krupp colocou una faca no pescoço da MB e.alegando que se está não lhe desse US$ 600 milhões ( R$ 3,6 bilhões), não iria entregar o 4° navio no prazo certo.
Uma coisa que começa errada nunca dá certo. Era para a MB ter cancelado a licitação a partir do momento em que a Krupp comprou o estaleiro Oceana, em vez de cumprir os requisitos da licitação e em seguida chamar o 2° colocado.
Uma vez visitarei o Navios Patrulha Oceânica, Araaguari. no porto de Maceió. Acho que foi em 2016-2017. Não lembro bem. Na época conversei com um marinheiro que otimistas dizendo que seriam produzidos outros 7 navios no Brasil e que usariam motores MAN. Passados 8 anos, nenhum navio patrulha oceânico foi construído e nem a MAN, ou qualquer outra das 3 fabricantes de motorese para navios que tínhamos, estão mais por aqui.
Ai vem os “estrelas” da MB ddizer que a Força precisa renovar sua frota de escoltas ( De quê?), através da caríssima ( até agora mais de R$ 10 bilhões) classe Tamandaré ( Só 20 metros maior que os NPO Cllasse Amazonas) .
Eu so quero vê o que as Tamandarés vão escoltar. Será que vai ser a banheira flutuante do NAM Atlântico? Não preciso nem falar dos navios patrulhas da classe Macaé.
Não da pra fazer tudo de uma vez. E se der, os resultados serão insatisfatórios.
À MB deveria abrir mão das Tamandarés, em favor dos submarinos convencionais, nucleares, navios.patrulha das classes Macaé e Amazonas, além das compras de oportunidade e de dotar cada batalhão da Divisão Litonarea do CFN com no mínimo 2 baterias de Astros FN.
Agora fica com essa megalomania de querer fazer tudo o que vê as outras marinhas do mundo fazendo sem pensar nas diferenças der realidades e só consegue resultados medíocres.
Qualquer marinha que se queira fazer respeitar, que tal não depende da quantidade e tamanho de meios que consiga colocar na superficie e sim do quão robusta for a capacidade de sua industriais de produzir meios modernos e mortais que atuem submersos.
Portanto o certo seria a MB trabaalhar com a ideia de prioridade e não ficar buscando atingir vários objetivos ao mesmo tempo.
Mas é feia, viu? Caríssima e extremamente feia. Espero que pelo menos tenha espaço para transportar e lançar mísseis de cruzeiro e torpedos.
Muito dinheiro gasto para resultados muito aquem do esperado. Que sua produção seja mantida a passos de tartaruga. É mellhor investir na produção de submarinos, navios patrulhas e navios patrulhas oceânicos e fazer compras de oportunidade, do que continuar jogando dinheiro nessa feiura. Os estrelas da MB estão pegando a mesma doença: Eecolher muitos projetos e atingir tais, mas não ter quantidades criveis. A classe “Tamandarés” e.o Centauro 2 da MB kkkkk
Que vergonha. Remanejem investimentos desse programa para encomendar mais 4 Scorpenes BR e acelerar o SNBR.
A segunda foto da para ver o tamanho máximo do módulo de VLS (o quadrado formado) dá para ver que caberia algo maior e também da para ver as entradas para os módulo TEU na popa…
Calma. Ainda serão instalados. Tem muita coisa a ser feita ainda. Foi só a primeira saída para testar tudo, menos armas. Isso será feito em outra oportunidade e aí o SeaSnake estará instalado.
Elegante e muito bem vinda! Mas, convenhamos, é uma CORVETA. Moderna e bem armada, mas é uma corveta… Aliás, o projeto sempre foi tratado como corveta. Mudou para ‘Fragata’ no meio do caminho, mas sem atualizar os requisitos. Só rebranding.
Que venham muitas Tamandarés! Mas que a MB pense também em projetos de 6000-7000 Toneladas para liderar o teatro naval do Atlântico Sul.
Esta sem o IRST! KKKKK
As FCT não possuem IRST, mas sim 2 alças EOT da Safran, modelo Paseo XLR. Uma na seção de vante e outra na de ré.
não entendeu a piada
Mais um complexado que nunca deve ter tido a capacidade de passar num concurso duríssimo, extremamente concorrido, que é o do Colégio Naval ou da Escola Naval, e ainda de ter estudado e se dedicado anos a fio seguindo carreira na Marinha do Brasil. Sim, um “especialista” que resolveu escrever um comentário onde a “beleza” de algo parece ser primordial. Você acha mesmo que o nosso Almirantado é composto por um bando qualquer de adolescentes inexperientes que ficam brincando de navegar e de repente resolvem comprar um barco?
Cidadão, procure se informar : Em 2020, a Marinha através da Emgeprom recebeu mais de R$ 10 bilhoes para esse projeto das Tamandarés.
Desde a licitação, sempre foi explícito que a empresa do consórcio vencedor deveria licenciar a parceira local a fabricar o navio, capacitar os técnicos e vender as tecnologias de construção. Em vez de fazer isso, tambem em 2020, a Tyssem Krupp Marine Systems, simplesmente comprou o estaleiro Oceana e o transformou em sua filiaal. Quando isso acontece, quer dizer que a MB não mais vai negociar as Tamandarés em R$ e sim em US$ ou €. Por isso nesse ano, a Tyssen Krupp colocou una faca no pescoço da MB e.alegando que se está não lhe desse US$ 600 milhões ( R$ 3,6 bilhões), não iria entregar o 4° navio no prazo certo.
Uma coisa que começa errada nunca dá certo. Era para a MB ter cancelado a licitação a partir do momento em que a Krupp comprou o estaleiro Oceana, em vez de cumprir os requisitos da licitação e em seguida chamar o 2° colocado.
Uma vez visitarei o Navios Patrulha Oceânica, Araaguari. no porto de Maceió. Acho que foi em 2016-2017. Não lembro bem. Na época conversei com um marinheiro que otimistas dizendo que seriam produzidos outros 7 navios no Brasil e que usariam motores MAN. Passados 8 anos, nenhum navio patrulha oceânico foi construído e nem a MAN, ou qualquer outra das 3 fabricantes de motorese para navios que tínhamos, estão mais por aqui.
Ai vem os “estrelas” da MB ddizer que a Força precisa renovar sua frota de escoltas ( De quê?), através da caríssima ( até agora mais de R$ 10 bilhões) classe Tamandaré ( Só 20 metros maior que os NPO Cllasse Amazonas) .
Eu so quero vê o que as Tamandarés vão escoltar. Será que vai ser a banheira flutuante do NAM Atlântico? Não preciso nem falar dos navios patrulhas da classe Macaé.
Não da pra fazer tudo de uma vez. E se der, os resultados serão insatisfatórios.
À MB deveria abrir mão das Tamandarés, em favor dos submarinos convencionais, nucleares, navios.patrulha das classes Macaé e Amazonas, além das compras de oportunidade e de dotar cada batalhão da Divisão Litonarea do CFN com no mínimo 2 baterias de Astros FN.
Agora fica com essa megalomania de querer fazer tudo o que vê as outras marinhas do mundo fazendo sem pensar nas diferenças der realidades e só consegue resultados medíocres.
Qualquer marinha que se queira fazer respeitar, que tal não depende da quantidade e tamanho de meios que consiga colocar na superficie e sim do quão robusta for a capacidade de sua industriais de produzir meios modernos e mortais que atuem submersos.
Portanto o certo seria a MB trabaalhar com a ideia de prioridade e não ficar buscando atingir vários objetivos ao mesmo tempo.
Mas é feia, viu? Caríssima e extremamente feia. Espero que pelo menos tenha espaço para transportar e lançar mísseis de cruzeiro e torpedos.
Muito dinheiro gasto para resultados muito aquem do esperado. Que sua produção seja mantida a passos de tartaruga. É mellhor investir na produção de submarinos, navios patrulhas e navios patrulhas oceânicos e fazer compras de oportunidade, do que continuar jogando dinheiro nessa feiura. Os estrelas da MB estão pegando a mesma doença: Eecolher muitos projetos e atingir tais, mas não ter quantidades criveis. A classe “Tamandarés” e.o Centauro 2 da MB kkkkk
Que vergonha. Remanejem investimentos desse programa para encomendar mais 4 Scorpenes BR e acelerar o SNBR.
Pelo amor de Deus, que navio horrível..
A segunda foto da para ver o tamanho máximo do módulo de VLS (o quadrado formado) dá para ver que caberia algo maior e também da para ver as entradas para os módulo TEU na popa…
esta sem. ta todo mundo se eprguntando o porque
Calma. Ainda serão instalados. Tem muita coisa a ser feita ainda. Foi só a primeira saída para testar tudo, menos armas. Isso será feito em outra oportunidade e aí o SeaSnake estará instalado.
É impressão minha ou ela está sem o SeaSnake?