Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados

Home Naval

INB prepara segunda fase de enriquecimento de urânio no Brasil

Luiz Padilha por Luiz Padilha
22/09/2016 - 12:40
em Naval
3
0
compartilhamentos
458
acessos
CompartilharCompartilharCompartilhar
Chinese (Traditional)DutchEnglishFrenchGermanItalianJapanesePortugueseRussianSpanish
Angra 2
Reator Angra 2
Por Alana Gandra 

A segunda fase do enriquecimento isotópico de urânio no Brasil já começou a ser preparada pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB), empresa vinculada à Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). O presidente da INB, João Carlos Derzi Tupinambá, disse hoje (21) que o projeto básico e os relatórios e pedidos de autorização de licenças já foram desenvolvidos pela estatal.

A primeira fase do projeto de enriquecimento de urânio será encerrada em 2019, quando serão atendidas 100% das necessidades de urânio enriquecido da Usina Nuclear Angra 1. Atualmente, a usina de enriquecimento da INB, localizada no município de Resende, centro-sul fluminense, possui seis cascatas de ultracentrífugas em operação, o que permite atender cerca de 40% das necessidades da usina. Até o fim da primeira fase, serão adicionadas mais quatro cascatas, segundo Tupinambá.

“Na segunda fase, nós vamos ter um acréscimo de mais 11 módulos, que dariam conta de Angra 2 e Angra 3. Ainda sobraria alguma coisa para exportação. Para Angra 2, a gente precisa de mais cinco módulos e para Angra 3, mais seis”, disse o presidente da INB, que participou nesta quarta-feira do 7º Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN), no Rio de Janeiro.

Segundo Tupinambá, concluída a primeira fase em 2019, os módulos da nova fase poderão ser instalados no começo de 2022.

Exportação de excedente

De acordo com o presidente da INB, a produção de urânio enriquecido sempre gera algum excedente, que é exportado para atender a pedidos pontuais. Atualmente, a estatal está atendendo a um pedido da Argentina.

“Mas o que a gente quer mesmo é se programar para fidelizar a Argentina como um cliente firme, que pudéssemos ser um fornecedor seguro para eles. Esse é o nosso objetivo maior.”

O embarque do material nuclear para o país vizinho – quatro toneladas no total – ocorrerá até o fim deste mês. Embora seja um volume pequeno, é considerado representativo pelo presidente da INB, por causa das oportunidades que pode gerar.

O contrato, de US$ 4,5 milhões, foi assinado com a empresa estatal argentina Combustibles Nucleares Argentinos (Conuar).

O Brasil faz parte do rol de 11 países que dominam hoje o ciclo de enriquecimento do urânio, o que aumenta a importância dessa primeira remessa de urânio ao exterior. “Não só consolida a presença da INB, mas a nossa capacidade tecnológica e nossa presença no cenário internacional do enriquecimento de urânio para fins pacíficos”, disse Tupinambá.

A tecnologia utilizada na unidade da INB em Resende foi desenvolvida pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) em parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen/Cnen).

Edição: Luana Lourenço

FONTE: Agência Brasil

Tags: Indústrias Nucleares do Brasil (INB)
Notícia Anterior

Avião com 'Heróis Paraolímpicos" holandeses é escoltados por caças F-16 da Real Força Aérea da Holanda

Próxima Notícia

Tanque russo Armata será invulnerável a projéteis de urânio empobrecido da OTAN

Luiz Padilha

Luiz Padilha

Notícias Relacionadas 

Ciência e Tecnologia

AMAZUL e INB assinam contrato voltado para enriquecimento de urânio

29/07/2023 - 07:00
Produção de Pastilhas
Naval

Parceria entre Marinha e Indústrias Nucleares do Brasil alavanca a produção de combustível nuclear para o LABGENE

05/01/2022 - 12:49
Naval

Amazul participa da Conferência da Agência Internacional de Energia Atômica

21/09/2018 - 09:49
Carregar mais
Próxima Notícia

Tanque russo Armata será invulnerável a projéteis de urânio empobrecido da OTAN

Comentários 3

  1. Barreto says:
    10 anos atrás

    Cara o Brasil tem total domínio nuclear centrífugas capazes de fazer ogivas nucleares só falta um míssil intercontinental só com bombas nucleares garante poder bélico isso é fato.

    Responder
  2. GIL says:
    10 anos atrás

    Nessa foi a Argentina (no de radio isotopos) que nos ajudou,e agora vamos ter o nosso reator pra ficar autosuficiente nisso, reator baseado num projeto argentino, em certos aspectos a parceria entre ambos paises foi algo bastante produtivo.

    Responder
  3. Leonardo Rodrigues says:
    10 anos atrás

    Excelente notícia apesar do atraso estratégico. Lembro que além de combustível há a necessidade de isótopos para equipamentos de diagnóstico clínico como densiometria óssea que com o fim das exportações canadenses o Brasil que rra importador ficou sem o produto e milhares de pacientes sem diagnóstico. Esta situação de dependência parece durar até 2025 segundo governo.

    Responder

Deixe uma resposta Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Destaque do DAN

Mac Jee assina contrato internacional de aproximadamente USD 60 milhões para fornecimento de munições de tecnologia avançada

Publicações DAN

  •  
  • Artigos

Saab Experience: Marcus Wandt revela como a AI vai ditar o futuro do Gripen E/F

Saab apresenta o primeiro Gripen F em Linköping

O Foco Estratégico da Saab na América Latina

Tecnologia em radares e sensores: A Saab Surveillance em Gotemburgo

Nova fábrica de espoletas: A expansão industrial da Saab Dynamics em Karlskoga

USS ‘Nimitz’ no Brasil: Um dia a bordo do “Old Salt”

SIATT entregará o primeiro lote de mísseis MAX ao Exército Brasileiro

  • Home
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval

© 2019 - Defesa Aérea & Naval. Criação web Tchê Digital

Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval