Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados

Home Naval

Mectron prepara-se para o lançamento do primeiro Míssil Antinavio brasileiro (MAN-SUP)

Luiz Padilha por Luiz Padilha
10/12/2015 - 11:50
em Naval
86
0
compartilhamentos
1.1k
acessos
CompartilharCompartilharCompartilhar
Chinese (Traditional)DutchEnglishFrenchGermanItalianJapanesePortugueseRussianSpanish

image001

O lançamento está previsto para ocorrer no segundo semestre de 2016, a partir de um navio da Marinha do Brasil

ReleaseA Mectron, empresa brasileira controlada pela Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT), anuncia a aproximação da conclusão do desenvolvimento do MAN-SUP, o primeiro Míssil Antinavio brasileiro Superfície-Superfície e se prepara para o seu primeiro lançamento de qualificação. A realização deste lançamento será um marco inédito no país e deverá ocorrer no segundo semestre de 2016 a partir de um navio da Marinha do Brasil.

Além de dotar a armada brasileira de mísseis antinavios nacionais, atendendo às suas necessidades operacionais, o Programa MAN-SUP da Marinha do Brasil tem o objetivo de garantir ao Brasil o domínio e a autonomia tecnológica em todo o ciclo de vida de armamentos desta classe, desde o desenvolvimento até a operação e a manutenção, sempre em parceria com a indústria nacional de defesa.

Na Mectron, as atividades estão focadas na finalização do projeto, fabricação, integração e testes dos protótipos que serão utilizados para os lançamentos a partir de navios da Marinha, no litoral brasileiro, contra um alvo simulado posicionado a aproximadamente 70 km do navio lançador. Flavio Gesca, Diretor do Contrato do MAN-SUP na Mectron, esclarece que “embora não tenhamos ainda uma data precisa para o lançamento, estamos entrando na reta final de um evento que será histórico para a Marinha do Brasil e para a indústria nacional de defesa. Será a materialização de uma decisão estratégica tomada há alguns anos pela Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM): investir no desenvolvimento da tecnologia nacional. Ver hoje a capacidade de nossas equipes e os resultados de altíssimo valor agregado que estão sendo gerados, é muito gratificante”.

O programa de desenvolvimento do MAN-SUP teve início em dezembro de 2011, numa divisão de trabalho com outras duas empresas brasileiras. Foi atribuída à Mectron a responsabilidade pelo o que é considerado o “cérebro do míssil”, o Sistema de Guiagem Navegação e Controle, que reúne os subsistemas que proporcionam autonomia e inteligência ao controle do míssil ao longo de todo o seu voo, numa trajetória de característica “sea skimming” (voo rente ao mar) em direção ao alvo. Adicionalmente, a Mectron tem a responsabilidade pelo desenvolvimento do Sistema de Telemetria que será utilizado em apoio à verificação da funcionalidade dos protótipos em seus lançamentos reais. A figura a seguir ilustra os subsistemas de responsabilidade da Mectron no desenvolvimento do MAN-SUP:

image002

A Marinha do Brasil estrategicamente adotou requisitos que são fundamentais para o seu objetivo de soberania nacional, através da autonomia tecnológica. Em primeiro lugar, o MAN-SUP deve ser desenvolvido sem a utilização de qualquer componente que tenha restrição em seu fornecimento, ou seja, que requeira “End-User Certificate”. Em segundo, o MAN-SUP deve ter plena compatibilidade com os meios de lançamento existentes hoje na Marinha do Brasil para mísseis deste mesmo emprego, reduzindo significativamente seus custos de integração.

Em referência ao requisito de uso de componentes sem necessidade de “End-User Certificate”, a Mectron venceu um grande desafio ao desenvolver uma solução de bateria para o MAN-SUP livre de qualquer restrição de fornecimento. Tipicamente, armamentos como este utilizam Baterias Térmicas que em todo o mundo só são fornecidas mediante aprovação de End-User. Flavio Gesca comenta que “a equipe da Mectron, com sua altíssima competência e criatividade, pôde desenvolver uma solução inovadora que atende aos requisitos de desempenho, ambientais e de segurança, sem quaisquer restrições comerciais”. No caso da plataforma inercial, foi adotada uma solução projetada e fabricada pela própria Marinha do Brasil, através do CTMSP – Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo.

No que diz respeito à compatibilidade, a Mectron é responsável pelo desenvolvimento da completa integração do MAN-SUP aos meios de lançamentos existentes em embarcações da Marinha do Brasil, não sendo necessárias quaisquer modificações no atual sistema de disparo. Este trabalho capacitou a Mectron para futuros fornecimentos de sistemas de lançamentos completos do MAN-SUP à Marinha do Brasil e a outras nações.

A Mectron avança na conclusão do desenvolvimento do MAN-SUP, estando hoje na fase de integração e testes dos subsistemas, incluindo os Algoritmos de Guiagem Navegação e Controle, o Computador de Bordo, o Radioaltímetro, a integração do Sistema de Navegação Inercial, os Atuadores e Profundores, a Telemetria Embarcada, entre outros. Esta verificação ocorre através de uma moderna técnica, utilizada por empresas detentoras de alta tecnologia, o HILS (Hardware In-the-Loop Simulation). Esta técnica consiste em testar, em ambiente de laboratório, a integração completa entre software e hardware do míssil e o meio, este último, simulado por computador.

image003

Rodrigo Carnaúba, Diretor de Sistemas e Armas Navais da Mectron salienta que “o MAN-SUP será um produto brasileiro; fornecido e suportado por empresas nacionais, beneficiando a Marinha do Brasil na redução dos elevados custos de manutenção e no aumento da disponibilidade da arma (MTTR – Mean Time To Repair) pela praticidade em ter seus fornecedores/parceiros a poucas horas de distância”. Tendo sob sua liderança na Mectron outro projeto estratégico para a Marinha do Brasil, o TPNer – Torpedo Pesado Nacional em escala reduzida, este, por sua vez, para equipar os submarinos do PROSUB e em parceria com a empresa alemã ATLAS ELEKTRONIK, ele complementa: “conforme necessidades e orientações estratégicas dos nossos Clientes, seja com parcerias nacionais ou internacionais, estamos aqui para desenvolver e reter conhecimento, contribuir para o avanço tecnológico do Brasil e de nossas Forças Armadas”.

Recentemente, a Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT) anunciou o início da busca de um parceiro tecnológico e estratégico para a Mectron. A companhia busca um parceiro internacional, mantendo sua característica de Empresa Estratégica de Defesa (EED). Diante das restrições orçamentárias momentâneas que estão afetando os projetos da área de defesa no Brasil, a ODT, consciente de seu importante papel estratégico-político para o nosso país no campo da defesa e tecnologia, busca um parceiro que contribua com o acesso direto à tecnologia, com uma estrutura de capital robusta e com atuação no mercado global. Com a integração deste novo parceiro tecnológico, a Mectron estará ainda mais preparada para atender as demandas estratégicas do Governo Brasileiro, das Forças Armadas do Brasil, bem como de Clientes internacionais.

FONTE: CDN Comunicação

Tags: MAN-SUPMECTRONOdebrecht Defesa e Tecnologia (ODT)
Notícia Anterior

A US Navy também usa bomba BEX de 11,25Kg em seus F/A 18 Super Hornet

Próxima Notícia

Pode ser possível construir híbrido de avião e submarino

Luiz Padilha

Luiz Padilha

Notícias Relacionadas 

Naval

Submarino alvo da Lava Jato atrasa

10/04/2017 - 08:26
Indústria de Defesa

MPF INVESTIGA FABRICAÇÃO DE SUBMARINOS DA MARINHA

16/07/2016 - 08:34
Indústria de Defesa

O outro lado – Construtora não terá tecnologia, diz estatal

13/06/2016 - 09:58
Carregar mais
Próxima Notícia

Pode ser possível construir híbrido de avião e submarino

Comentários 86

  1. Foxtrot says:
    11 anos atrás

    Ao que parece o alcance do MARLIN (MANSUP); será entre 70 á 85km, ou seja dentro do alcance dos sensores dos navios da MB.
    Futuramente quando entrar em operação os Destroyer,s de 6000t e as Fragatas leves Tamandaré,s ai sim terão que desenvolver uma versão de alcance maior.
    Quanto a versão AR/SUP,essa já se encontra em desenvolvimento.
    É será baseada na versão AR/SUP do Exocet.
    Acho que passou da hora da Mectron desenvolver uma versão SUP/AR dos mísseis MAA1-B; A-DARTER; MORCEGO ( MAR-1).
    Pois conhecimento para isso há, basta vontade.
    Também partilho da opinião, de que o Brasil deve se preocupar em desenvolver primeiro os sistemas de armas.
    Para só depois parti para as plataformas; pois dominando sistemas de armas e guerra eletrônica podemos transformar qualquer plataforma em algo letal.
    Vide exemplo de Israel.

    Responder
  2. Foxtrot says:
    7 anos atrás

    Ao que parece o alcance do MARLIN (MANSUP); será entre 70 á 85km, ou seja dentro do alcance dos sensores dos navios da MB.
    Futuramente quando entrar em operação os Destroyer,s de 6000t e as Fragatas leves Tamandaré,s ai sim terão que desenvolver uma versão de alcance maior.
    Quanto a versão AR/SUP,essa já se encontra em desenvolvimento.
    É será baseada na versão AR/SUP do Exocet.
    Acho que passou da hora da Mectron desenvolver uma versão SUP/AR dos mísseis MAA1-B; A-DARTER; MORCEGO ( MAR-1).
    Pois conhecimento para isso há, basta vontade.
    Também partilho da opinião, de que o Brasil deve se preocupar em desenvolver primeiro os sistemas de armas.
    Para só depois parti para as plataformas; pois dominando sistemas de armas e guerra eletrônica podemos transformar qualquer plataforma em algo letal.
    Vide exemplo de Israel.

    Responder
  3. dilson queiroz says:
    11 anos atrás

    …….. …………colega RR …tens razão…antes das plataformas…..a MUNIÇÃO!! …entre nós,terminar os mísseis e o TORPEDO! aí sim, teremos uma boa munição a contento que dará ( durante algum tempo) pro gasto…………Sds…….

    Responder
    • _RR_ says:
      11 anos atrás

      Caro dilson,

      Pois é… Se se tem a munição, pega-se a plataforma que mais se adéqua e se integra a ela o necessário… Mesmo que se precise pagar para integrar, ainda sai infinitamente mais barato que desenvolver todo o sistema de armas…

      Pra mim, o sistema de armas completo é só se houver mesmo demanda que justifique o gasto. Caso contrário, é perder dinheiro que poderia ser melhor empregado em outras áreas que são mais necessárias… Exemplos dessa lógica vencedora não faltam. Vide Israel…

      Saudações.

      Responder
  4. _RR_ says:
    11 anos atrás

    Bacana!

    Na moral… Pode faltar grana pra tudo, menos isso…

    Desenvolver as munições chega a ser mais importante que a própria plataforma. Se é pra ter uma prioridade nos gastos, esta deve ser com munições inteligentes e de alcances variados…

    Iniciativas como os kits da Friuli, o próprio missil Matador, o torpedo nacional… Isso não pode cessar sob quaisquer circunstâncias…

    Responder
  5. Nelson Lima says:
    11 anos atrás

    Parece que na “no escape zone” chegará a 85 km!

    Responder
  6. dilson queiroz says:
    7 anos atrás

    …….. …………colega RR …tens razão…antes das plataformas…..a MUNIÇÃO!! …entre nós,terminar os mísseis e o TORPEDO! aí sim, teremos uma boa munição a contento que dará ( durante algum tempo) pro gasto…………Sds…….

    Responder
    • _RR_ says:
      7 anos atrás

      Caro dilson,

      Pois é… Se se tem a munição, pega-se a plataforma que mais se adéqua e se integra a ela o necessário… Mesmo que se precise pagar para integrar, ainda sai infinitamente mais barato que desenvolver todo o sistema de armas…

      Pra mim, o sistema de armas completo é só se houver mesmo demanda que justifique o gasto. Caso contrário, é perder dinheiro que poderia ser melhor empregado em outras áreas que são mais necessárias… Exemplos dessa lógica vencedora não faltam. Vide Israel…

      Saudações.

      Responder
  7. cesar says:
    11 anos atrás

    ótima noticia, resta aguardar os teste finais adquirir uma quantidade razoável e exportar.
    Iniciativas assim farão a diferença.

    Responder
  8. _RR_ says:
    7 anos atrás

    Bacana!

    Na moral… Pode faltar grana pra tudo, menos isso…

    Desenvolver as munições chega a ser mais importante que a própria plataforma. Se é pra ter uma prioridade nos gastos, esta deve ser com munições inteligentes e de alcances variados…

    Iniciativas como os kits da Friuli, o próprio missil Matador, o torpedo nacional… Isso não pode cessar sob quaisquer circunstâncias…

    Responder
  9. Nelson Lima says:
    7 anos atrás

    Parece que na “no escape zone” chegará a 85 km!

    Responder
  10. cesar says:
    7 anos atrás

    ótima noticia, resta aguardar os teste finais adquirir uma quantidade razoável e exportar.
    Iniciativas assim farão a diferença.

    Responder
  11. dilson queiroz says:
    11 anos atrás

    ……….Segundo o almirante Sandy Woodward se os argentinos prolongassem a guerra das Malvinas por mais uma semana a inglaterra poderia ter perdido a guerra….creio que nas pequenas vitórias argentinas o míssil francês Exocet teve um papel relevante e se os hermanos dispusessem de ao menos mais quinze deles teriam vencido …o lançamento dos Kalibr russos no lombo do EI com êxito após percorrer 1.500 kms. através de três países, mostra a importancia de possuir mísseis de todo tipo em especial os de cruzeiro….e uma ótima notícia a de provas e adoção do MANSUP…parece que a MECTRON se “ligou” mais e tá aprontando o “bicho”,porém seria excelente o aparecimento do AVMT-300 tão necessário às 3 Fôrças…..aí então será uma outra história………faço fé……..

    Responder
  12. Eduardo Ramos says:
    11 anos atrás

    Alguêm sabe como esta a venda dos MAR-1 para o Paquistão ? isso também foi motivo de noticiarios pois foi um importante contrato para a Mectron e o reconhecimento de uma arma fabricada no Brasil de alta tecnologia .

    Responder
  13. Carl says:
    11 anos atrás

    Se nosso país não tivesse tanta gente emplumada sabotando para tomar o poder como estaríamos?

    Responder
  14. Edson says:
    11 anos atrás

    bom

    Responder
  15. Edson says:
    11 anos atrás

    A melhor coisa para se afundar um navio e um porta aviões, ainda continua sendo um torpedo eficiente. por que? 1 O torpedo vai debaixo dágua 2 esse missil anti- navio que Mectron esta desenvolvento vai debaixo dágua? si não for, só servirá possivelmente pra afundar porta-aviões. Ja os navios de hoje em dia que carregam duas metralhadoras giratórias mais poderosas ainda que a Vulcan, que servem pra neutralizar ou destruir um missil vindo contra ele. Então, Parabéns ao Brasil mas ainda é pouco.

    Responder
  16. Eurípedes says:
    11 anos atrás

    e os cães continuam a ladrar e a carruagem a passar, a passar, a passar, beleza e vem mais por ai

    Responder
  17. cledson barreto says:
    11 anos atrás

    alguém saberia me informa qual alcance operacional essa arma vai ter?? pois eu teria lido não me recordo onde bem no início do desenvolvimento que ela teria 300km de alcance,alguém confirma isso?/…entendi que os 70km seria apenas pra teste pq no mais se for de alcance seria apenas uma cópia atualizada dos exocets e 70km pros dias atuais é nada praticamente !!!!

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      11 anos atrás

      23 a 26 milhas

      Responder
      • Marino says:
        11 anos atrás

        Padilha, é mais que isso.

        Responder
    • Guilherme Souza says:
      11 anos atrás

      O teste será a 70km de distancia, isso para verificar se todos os novos componentes de guiagem atenderão a contento os anseios da MB e da Mectron. Se este será o alcance final da arma, não saberemos tão cedo, mas pelo perfil do míssil, é provável que tenha alcance semelhante ao MM-40 Blk-2 (72km aproximados), já que o Blk.3 utiliza turbo jato, e tem em seu corpo, entradas de ar características.
      Outra informação que pode ser levantada é que o motor utilizado será aquele desenvolvido pela Avibras, que deu ao Blk.2 da MB um maior alcance (classificado) devido ao propelente utilizado.
      Vamos aguardar.

      Responder
  18. Gripen BR says:
    11 anos atrás

    Muito bom, que este e outros projetos alcem voo de cruzeiro em céu de brigadeiro e sigam firmes. Gostei muito do míssil anti-tanque MSS 1.2 AC também. Estes, não me parecem deixar nada a desejar para qualquer análogo contemporâneo.

    Responder
  19. Foxtrot says:
    11 anos atrás

    Também gostaria de saber como anda o desenvolvimento do MAA1-B ; M.S.A 3.1; VERSÃO AR/SOLO DO MSS 1.2 PARA HELICÓPTEROS.
    Outros projetos estratégicos importantíssimos para as FAA,s.

    Responder
  20. mauricio matos says:
    11 anos atrás

    De tantas noticias ruins até que fim uma boa depois dos testes e se forem bem sucedidos creio que a Mb não pode acomodar com essa versão que tem um alcance limitado tem que pensar alto partir logo para desenvolver um versão com alcance maior. Os outros países conseguem porque não podemos conseguir eles não são mais inteligentes do que a gente temos que correr atras do tempo perdido.

    Responder
  21. dilson queiroz says:
    7 anos atrás

    ……….Segundo o almirante Sandy Woodward se os argentinos prolongassem a guerra das Malvinas por mais uma semana a inglaterra poderia ter perdido a guerra….creio que nas pequenas vitórias argentinas o míssil francês Exocet teve um papel relevante e se os hermanos dispusessem de ao menos mais quinze deles teriam vencido …o lançamento dos Kalibr russos no lombo do EI com êxito após percorrer 1.500 kms. através de três países, mostra a importancia de possuir mísseis de todo tipo em especial os de cruzeiro….e uma ótima notícia a de provas e adoção do MANSUP…parece que a MECTRON se “ligou” mais e tá aprontando o “bicho”,porém seria excelente o aparecimento do AVMT-300 tão necessário às 3 Fôrças…..aí então será uma outra história………faço fé……..

    Responder
  22. Foxtrot says:
    11 anos atrás

    É os energúmenos do MD/GF e empresariado; vão deixar vender ações dessa importantíssima empresa !
    Porquê não fazem um acordo de representações tecnológicas; sem transferência de ações ou perda de controle da empresa?
    Assim a Mectron poderia adquirir tecnologias sem necessitar de investimento externo.
    Fornecendo seus produtos em outros marcados dominados pela empresa parceria,e vice versa.
    Outro fato impetrante, foi a entrada das grandes empreiteiras nas empresas de defesa.
    Pior que ainda há gente que é contra isso.
    Por fim, só lamento por esse míssil não ser 100 por cento nacional, pois seu sheeker É produzido pela Oniminisys, controlada da Thales.
    Más enfim temos o MARLIN (MANSUP), que venham muitas encomendas e versões AR/SUP e SUB/SUP,além de uma com maior alcance.
    Parabéns MB e Mectron por mais esse sucesso.

    Responder
  23. Eduardo Ramos says:
    7 anos atrás

    Alguêm sabe como esta a venda dos MAR-1 para o Paquistão ? isso também foi motivo de noticiarios pois foi um importante contrato para a Mectron e o reconhecimento de uma arma fabricada no Brasil de alta tecnologia .

    Responder
  24. Sequim says:
    11 anos atrás

    Mesmo com os cavaleiros do Apocalipse garantindo que o País vai se desmanchar no ar com a atual crise, essa notícia só prova que estamos no caminho certo e que esta é só mais uma crise que o Brasil enfrenta e que venceremos.

    Responder
  25. Carl says:
    7 anos atrás

    Se nosso país não tivesse tanta gente emplumada sabotando para tomar o poder como estaríamos?

    Responder
  26. Edson says:
    7 anos atrás

    bom

    Responder
  27. Edson says:
    7 anos atrás

    A melhor coisa para se afundar um navio e um porta aviões, ainda continua sendo um torpedo eficiente. por que? 1 O torpedo vai debaixo dágua 2 esse missil anti- navio que Mectron esta desenvolvento vai debaixo dágua? si não for, só servirá possivelmente pra afundar porta-aviões. Ja os navios de hoje em dia que carregam duas metralhadoras giratórias mais poderosas ainda que a Vulcan, que servem pra neutralizar ou destruir um missil vindo contra ele. Então, Parabéns ao Brasil mas ainda é pouco.

    Responder
  28. Eurípedes says:
    7 anos atrás

    e os cães continuam a ladrar e a carruagem a passar, a passar, a passar, beleza e vem mais por ai

    Responder
  29. Renato B. says:
    11 anos atrás

    Amém Leopoldo.

    Responder
  30. cledson barreto says:
    7 anos atrás

    alguém saberia me informa qual alcance operacional essa arma vai ter?? pois eu teria lido não me recordo onde bem no início do desenvolvimento que ela teria 300km de alcance,alguém confirma isso?/…entendi que os 70km seria apenas pra teste pq no mais se for de alcance seria apenas uma cópia atualizada dos exocets e 70km pros dias atuais é nada praticamente !!!!

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      7 anos atrás

      23 a 26 milhas

      Responder
      • Marino says:
        7 anos atrás

        Padilha, é mais que isso.

        Responder
    • Guilherme Souza says:
      7 anos atrás

      O teste será a 70km de distancia, isso para verificar se todos os novos componentes de guiagem atenderão a contento os anseios da MB e da Mectron. Se este será o alcance final da arma, não saberemos tão cedo, mas pelo perfil do míssil, é provável que tenha alcance semelhante ao MM-40 Blk-2 (72km aproximados), já que o Blk.3 utiliza turbo jato, e tem em seu corpo, entradas de ar características.
      Outra informação que pode ser levantada é que o motor utilizado será aquele desenvolvido pela Avibras, que deu ao Blk.2 da MB um maior alcance (classificado) devido ao propelente utilizado.
      Vamos aguardar.

      Responder
  31. carvalho2008 says:
    11 anos atrás

    O que mais gostei da noticia foi que as tecnologias seriam sem restrições de embargos de fornecedores.

    Isto é importante em termos de mercado potencial.

    Responder
  32. Celso dos Reis says:
    11 anos atrás

    Ótima notícia, agora é esperar pelo teste em 2016. Tudo que precisamos é de um governo sério, o resto a industria nacional faz, se tiver verbas.

    Responder
  33. Gripen BR says:
    7 anos atrás

    Muito bom, que este e outros projetos alcem voo de cruzeiro em céu de brigadeiro e sigam firmes. Gostei muito do míssil anti-tanque MSS 1.2 AC também. Estes, não me parecem deixar nada a desejar para qualquer análogo contemporâneo.

    Responder
  34. Foxtrot says:
    7 anos atrás

    Também gostaria de saber como anda o desenvolvimento do MAA1-B ; M.S.A 3.1; VERSÃO AR/SOLO DO MSS 1.2 PARA HELICÓPTEROS.
    Outros projetos estratégicos importantíssimos para as FAA,s.

    Responder
  35. mauricio matos says:
    7 anos atrás

    De tantas noticias ruins até que fim uma boa depois dos testes e se forem bem sucedidos creio que a Mb não pode acomodar com essa versão que tem um alcance limitado tem que pensar alto partir logo para desenvolver um versão com alcance maior. Os outros países conseguem porque não podemos conseguir eles não são mais inteligentes do que a gente temos que correr atras do tempo perdido.

    Responder
  36. Rodrigo Bueno says:
    11 anos atrás

    MAN SUP, isso sim é projeto estratégico.

    Responder
  37. marcello says:
    11 anos atrás

    parabéns aos envolvidos, espero que os testes sejam bons

    Responder
  38. Foxtrot says:
    7 anos atrás

    É os energúmenos do MD/GF e empresariado; vão deixar vender ações dessa importantíssima empresa !
    Porquê não fazem um acordo de representações tecnológicas; sem transferência de ações ou perda de controle da empresa?
    Assim a Mectron poderia adquirir tecnologias sem necessitar de investimento externo.
    Fornecendo seus produtos em outros marcados dominados pela empresa parceria,e vice versa.
    Outro fato impetrante, foi a entrada das grandes empreiteiras nas empresas de defesa.
    Pior que ainda há gente que é contra isso.
    Por fim, só lamento por esse míssil não ser 100 por cento nacional, pois seu sheeker É produzido pela Oniminisys, controlada da Thales.
    Más enfim temos o MARLIN (MANSUP), que venham muitas encomendas e versões AR/SUP e SUB/SUP,além de uma com maior alcance.
    Parabéns MB e Mectron por mais esse sucesso.

    Responder
  39. Mateus Felipe Dias Barboa says:
    11 anos atrás

    Parabéns á Mectron, bela noticia e que esse míssil seja um sucesso!

    Responder
  40. Leopoldo says:
    11 anos atrás

    Com todos os problemas que passam os projetos de defesa ainda sim o país consegue produzir ótimas tecnologia, ai me pergunto se pelo menos 2,5 ou 3,0% do PIB fosse de fato direcionado para as 3 forças e seus projetos estratégico e não sofresse cortes orçamentários, estariamos tranquilamente entre as 8 maiores potências militares.

    Espero que ainda tenhamos no futuro uma sociedade democrática que crê em uma forças armadas fortes para sempre garantir a soberania e democracia, como exemplo Australia

    Responder
    • Atirador 33 says:
      11 anos atrás

      Meu caro Leopoldo, se nossa forças dispusessem de um orçamento anual de 3% do PIB, sabe o que ocorreria? Aumentariam consideravelmente os gastos com pessoal e sempre teriam a disposição um percentual bem baixo para investimento. Esses percentuais permitidos constitucionalmente para gasto com pessoal, é um câncer que come esse país pelas pernas. Exemplo: Prefeituras Brasileiras permitido por lei 60% com pessoal ativos e aposentados, 25% obrigatório com educação e 15% obrigatório com educação, ou seja não sobra nada para investimento.

      Abs

      Responder
  41. Sequim says:
    7 anos atrás

    Mesmo com os cavaleiros do Apocalipse garantindo que o País vai se desmanchar no ar com a atual crise, essa notícia só prova que estamos no caminho certo e que esta é só mais uma crise que o Brasil enfrenta e que venceremos.

    Responder
  42. marcio says:
    11 anos atrás

    Espero que com esse desenvolvimento seja utilizado para desenvolver uma versão anti-navio do AV-MC 300 que seria denominada de AV-MAN 300 Matador naval.

    Responder
  43. Arc says:
    11 anos atrás

    Realmente parabéns a Mectron, que mesmo debaixo de tanta dificuldade financeira mantém seus projetos.

    Responder
  44. Gabriel says:
    11 anos atrás

    Muito bom , vai ser um sucesso de vendas.

    Responder
  45. Celso says:
    11 anos atrás

    Ainda tem chao pela frente, so apos os resultados finais e q poderemos comemorar algo…..ate la, ficaremos torcendo, visto q sera i pior ano fiscal nos ultimos 20 anos….e 2017 nao sera diferente tbm……..sera q vao cortar o tal bolsa de p….alguma……a palavra chave SERA…..depois do primeiro lancamento ainda deverao ocorrer pelo menos mais uma dezena de outros…eh ai q o bicho pega. O missil em si nada tem de extraordinario, visto ser quase uma copia fiel do Exoxet……ponto pros caras daqui finalmente……….preocupante a tal da Odelbrecht esta cada vez mais afundada nas descobertas do lava jato……a coisa nem pegou a beirada ainda………vamos torcer………..Sds

    Responder
    • Popeye says:
      11 anos atrás

      Pois é continuamos torcendo….a grande maioria a favor e uma minoria contra, fazer o que…Complementando o amigo lá de cima: “Os cães latem, mas infelizmente para estes a caravana continua passando”. Em tempo ” É aí que o bicho pega”(??) Para mim o bicho pegará quando este Missel, INTEIRAMENTE NACIONAL E NÃO UM EXOCET, trnsformar a primeira nau inimiga em um novo recife. Que vai demorar mais um pouco não é novidade nenhuma, pois aconteceu o mesmo com todos os outros pelo mundo a fora. Avante MB!!!!!

      Responder
      • Celso says:
        11 anos atrás

        rsrsrsrsr….se um cao late e outro revida entao eh melhor deixar o outro ladrando sozinho nao eh mesmo…….mas neste caso um comentario ja eh suficiente.,…Este missil nao eh inteiramente nacional no sentido exato do termo…..volte bem mais no tempo e vera o quao importante foi partir de um projeto conhecido e testado (Exocet) para se chegar a este resultado, mesmo q isso ainda esteja custando muito (segredo de estado rsrs). A base deste missil ja eh conhecida, seu motor foi melhorado e desenvolvido c a ajuda dos franceses (e pago tbm). O q atrapalhou muito mas parece q c resultados tbm positivos foi o desenvolvimento de seus sistemas. Continue torcendo, ainda eh de graca e nao tira um pedaco…….aqui ninguem inventou a roda e muito menos este missil……copiar e melhorar nao eh demerito algum, entenda melhor o meu comentario. Demorar mais um pouco …..putzzzzzzz……pode ser uma eternidade tbm………neste pais ninguem trabalha c prazos serios, principalmente na administracao publica, entao espere sentado pra nao se cansar….aguente ai mais um 3-4 anos enaltecendo , ate o momento muita divulgacao, mas so depois de testado e muito bem testado, eh q poderemos aqui tecer elogios maiores a MB e cias.

        Responder
      • HMS_TIRELESS says:
        11 anos atrás

        Nau inimiga? Fala sério! E de quem seria? da IV Frota da US. Navy “duzamericanu mau”? ou da Royal Navy “Duzingleis colonialista”? E nesse último caso, seria um míssil fornecido à Argentina para eles “Tomá as Mavina duzingleis”?

        Responder
        • Popeye says:
          11 anos atrás

          Nos diga, qual o seu posto na US NAVY?? Com certeza o sr. deve ser um guerreiro norteamericano ou com mais sorte ainda um inglês, só me decepcionaria muito com o sr.se fosses lavador de pratos em um rebocador da mesma US NAVY e isso sem demérito algum aos que o fazem por lá, mas sendo realmente Yankes.

          Responder
  46. Topol says:
    11 anos atrás

    Aguardemos com entusiasmo e desejo de sucesso o lançamento inaugural do nosso míssil anti navio, e que melhorias futuras com certeza virão… 2016 promete.

    Responder
  47. Carlos Franca says:
    11 anos atrás

    Quando se quer e com responsabilidade se faz, em 5 anos projeto pronto para teste e um pouquinho mais, melhorias e domínio total desse míssil. Dinheiro circulando dentro do país e depois dinheiro de fora entrando com as vendas, parabéns!

    Responder
    • Gabriel says:
      11 anos atrás

      Foram mais de 5 anos…

      Responder
      • Diego says:
        11 anos atrás

        Contrato 44000/2011-007/00 DSAM/Mectron, termo de justificativa de inexigibilidade de licitação (TJIL) 006-2011… logo 2011. A matéria também corretamente indica a data do começo do programa, dezembro de 2011. É claro que plataforma inercial, autodiretor, motor-foguete e outros sistemas bebem do conhecimento já adquirido anteriormente, mas o projeto em si tem só 4 anos de existência. E MAN-SUB / MAN-AER estão mais próximos, com certeza.

        Responder
        • Carlos Franca says:
          11 anos atrás

          Grato pelo respaldo!

          Responder
  48. Leonardo Rodrigues says:
    11 anos atrás

    E a Caravana passa!

    Responder
  49. Renato B. says:
    7 anos atrás

    Amém Leopoldo.

    Responder
  50. carvalho2008 says:
    7 anos atrás

    O que mais gostei da noticia foi que as tecnologias seriam sem restrições de embargos de fornecedores.

    Isto é importante em termos de mercado potencial.

    Responder
  51. Celso dos Reis says:
    7 anos atrás

    Ótima notícia, agora é esperar pelo teste em 2016. Tudo que precisamos é de um governo sério, o resto a industria nacional faz, se tiver verbas.

    Responder
  52. Rodrigo Bueno says:
    7 anos atrás

    MAN SUP, isso sim é projeto estratégico.

    Responder
  53. marcello says:
    7 anos atrás

    parabéns aos envolvidos, espero que os testes sejam bons

    Responder
  54. Mateus Felipe Dias Barboa says:
    7 anos atrás

    Parabéns á Mectron, bela noticia e que esse míssil seja um sucesso!

    Responder
  55. Leopoldo says:
    7 anos atrás

    Com todos os problemas que passam os projetos de defesa ainda sim o país consegue produzir ótimas tecnologia, ai me pergunto se pelo menos 2,5 ou 3,0% do PIB fosse de fato direcionado para as 3 forças e seus projetos estratégico e não sofresse cortes orçamentários, estariamos tranquilamente entre as 8 maiores potências militares.

    Espero que ainda tenhamos no futuro uma sociedade democrática que crê em uma forças armadas fortes para sempre garantir a soberania e democracia, como exemplo Australia

    Responder
    • Atirador 33 says:
      7 anos atrás

      Meu caro Leopoldo, se nossa forças dispusessem de um orçamento anual de 3% do PIB, sabe o que ocorreria? Aumentariam consideravelmente os gastos com pessoal e sempre teriam a disposição um percentual bem baixo para investimento. Esses percentuais permitidos constitucionalmente para gasto com pessoal, é um câncer que come esse país pelas pernas. Exemplo: Prefeituras Brasileiras permitido por lei 60% com pessoal ativos e aposentados, 25% obrigatório com educação e 15% obrigatório com educação, ou seja não sobra nada para investimento.

      Abs

      Responder
  56. marcio says:
    7 anos atrás

    Espero que com esse desenvolvimento seja utilizado para desenvolver uma versão anti-navio do AV-MC 300 que seria denominada de AV-MAN 300 Matador naval.

    Responder
  57. Arc says:
    7 anos atrás

    Realmente parabéns a Mectron, que mesmo debaixo de tanta dificuldade financeira mantém seus projetos.

    Responder
  58. Gabriel says:
    7 anos atrás

    Muito bom , vai ser um sucesso de vendas.

    Responder
  59. Celso says:
    7 anos atrás

    Ainda tem chao pela frente, so apos os resultados finais e q poderemos comemorar algo…..ate la, ficaremos torcendo, visto q sera i pior ano fiscal nos ultimos 20 anos….e 2017 nao sera diferente tbm……..sera q vao cortar o tal bolsa de p….alguma……a palavra chave SERA…..depois do primeiro lancamento ainda deverao ocorrer pelo menos mais uma dezena de outros…eh ai q o bicho pega. O missil em si nada tem de extraordinario, visto ser quase uma copia fiel do Exoxet……ponto pros caras daqui finalmente……….preocupante a tal da Odelbrecht esta cada vez mais afundada nas descobertas do lava jato……a coisa nem pegou a beirada ainda………vamos torcer………..Sds

    Responder
    • Popeye says:
      7 anos atrás

      Pois é continuamos torcendo….a grande maioria a favor e uma minoria contra, fazer o que…Complementando o amigo lá de cima: “Os cães latem, mas infelizmente para estes a caravana continua passando”. Em tempo ” É aí que o bicho pega”(??) Para mim o bicho pegará quando este Missel, INTEIRAMENTE NACIONAL E NÃO UM EXOCET, trnsformar a primeira nau inimiga em um novo recife. Que vai demorar mais um pouco não é novidade nenhuma, pois aconteceu o mesmo com todos os outros pelo mundo a fora. Avante MB!!!!!

      Responder
      • Celso says:
        7 anos atrás

        rsrsrsrsr….se um cao late e outro revida entao eh melhor deixar o outro ladrando sozinho nao eh mesmo…….mas neste caso um comentario ja eh suficiente.,…Este missil nao eh inteiramente nacional no sentido exato do termo…..volte bem mais no tempo e vera o quao importante foi partir de um projeto conhecido e testado (Exocet) para se chegar a este resultado, mesmo q isso ainda esteja custando muito (segredo de estado rsrs). A base deste missil ja eh conhecida, seu motor foi melhorado e desenvolvido c a ajuda dos franceses (e pago tbm). O q atrapalhou muito mas parece q c resultados tbm positivos foi o desenvolvimento de seus sistemas. Continue torcendo, ainda eh de graca e nao tira um pedaco…….aqui ninguem inventou a roda e muito menos este missil……copiar e melhorar nao eh demerito algum, entenda melhor o meu comentario. Demorar mais um pouco …..putzzzzzzz……pode ser uma eternidade tbm………neste pais ninguem trabalha c prazos serios, principalmente na administracao publica, entao espere sentado pra nao se cansar….aguente ai mais um 3-4 anos enaltecendo , ate o momento muita divulgacao, mas so depois de testado e muito bem testado, eh q poderemos aqui tecer elogios maiores a MB e cias.

        Responder
      • HMS_TIRELESS says:
        7 anos atrás

        Nau inimiga? Fala sério! E de quem seria? da IV Frota da US. Navy “duzamericanu mau”? ou da Royal Navy “Duzingleis colonialista”? E nesse último caso, seria um míssil fornecido à Argentina para eles “Tomá as Mavina duzingleis”?

        Responder
        • Popeye says:
          7 anos atrás

          Nos diga, qual o seu posto na US NAVY?? Com certeza o sr. deve ser um guerreiro norteamericano ou com mais sorte ainda um inglês, só me decepcionaria muito com o sr.se fosses lavador de pratos em um rebocador da mesma US NAVY e isso sem demérito algum aos que o fazem por lá, mas sendo realmente Yankes.

          Responder
  60. Topol says:
    7 anos atrás

    Aguardemos com entusiasmo e desejo de sucesso o lançamento inaugural do nosso míssil anti navio, e que melhorias futuras com certeza virão… 2016 promete.

    Responder
  61. Carlos Franca says:
    7 anos atrás

    Quando se quer e com responsabilidade se faz, em 5 anos projeto pronto para teste e um pouquinho mais, melhorias e domínio total desse míssil. Dinheiro circulando dentro do país e depois dinheiro de fora entrando com as vendas, parabéns!

    Responder
    • Gabriel says:
      7 anos atrás

      Foram mais de 5 anos…

      Responder
      • Diego says:
        7 anos atrás

        Contrato 44000/2011-007/00 DSAM/Mectron, termo de justificativa de inexigibilidade de licitação (TJIL) 006-2011… logo 2011. A matéria também corretamente indica a data do começo do programa, dezembro de 2011. É claro que plataforma inercial, autodiretor, motor-foguete e outros sistemas bebem do conhecimento já adquirido anteriormente, mas o projeto em si tem só 4 anos de existência. E MAN-SUB / MAN-AER estão mais próximos, com certeza.

        Responder
        • Carlos Franca says:
          7 anos atrás

          Grato pelo respaldo!

          Responder
  62. Leonardo Rodrigues says:
    7 anos atrás

    E a Caravana passa!

    Responder

Deixe uma resposta Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Destaque do DAN

Mac Jee assina contrato internacional de aproximadamente USD 60 milhões para fornecimento de munições de tecnologia avançada

Publicações DAN

  •  
  • Artigos

Saab Experience: Marcus Wandt revela como a AI vai ditar o futuro do Gripen E/F

Saab apresenta o primeiro Gripen F em Linköping

O Foco Estratégico da Saab na América Latina

Tecnologia em radares e sensores: A Saab Surveillance em Gotemburgo

Nova fábrica de espoletas: A expansão industrial da Saab Dynamics em Karlskoga

USS ‘Nimitz’ no Brasil: Um dia a bordo do “Old Salt”

SIATT entregará o primeiro lote de mísseis MAX ao Exército Brasileiro

  • Home
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval

© 2019 - Defesa Aérea & Naval. Criação web Tchê Digital

Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval