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Home Aviação

Brasil compra 70 mísseis e bombas israelenses para armar o Gripen

Luiz Padilha por Luiz Padilha
09/08/2015 - 19:08
em Aviação
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Silhueta da réplica do Gripen-NG

Por Tahiane Stochero

clippingG1 obtém informação pela Lei de Acesso; veja quais serão as armas. Compra fará país ter melhor força aérea da América Latina, diz especialista.

A Força Aérea Brasileira pagará US$ 245.325 milhões (cerca de R$ 869 milhões) por 70 mísseis e bombas israelenses de alta tecnologia, e 14 unidades de sistemas táticos de captação de informações de reconhecimento para aeronaves, que serão empregados nos novos caças Gripen, de acordo com documentos obtidos pelo G1 através da Lei de Acesso à Informação

Ao G1, a Aeronáutica diz que não divulga os tipos e a quantidade de armas compradas para o Gripen por considerar o dado uma informação “estratégica”.

Nesta quarta-feira (5), o Senado aprovou o financiamento da compra dos 36 jatos suecos pelo país: além do valor do armamento, o empréstimo engloba mais SEK (coroas suecas) 39.882.335.471 (cerca de R$ 15,9 bilhões), que serão pagos pelas aeronaves de combate, segundo a mensagem da presidente Dilma Rousseff ao Congresso.

Uma das bombas compradas pelo Brasil para o Gripen, conforme os documentos obtidos pelo G1, é a potente Spice, desenvolvida por Israel e com capacidade de atingir vários alvos simultaneamente com precisão a até 100 km de distância.

Conforme o professor de relações internacionais Marco Tulio Freitas, especialista em terrorismo e em Israel, as Spice são consideradas “o estado da arte, o que há de melhor em bombas”.

“Se a compra das armas for efetuada, a FAB será considerada a melhor força aérea da América Latina. E, sobretudo, ganharemos a capacidade de lançar mísseis muito além do alcance da visão, com muita distância, podendo atacar alvos em terra, como instalações militares e civis. Teremos alto poder de incursão em áreas muito bem guardadas”, afirma o professor Marco Túlio Freitas.

Os dados obtidos pela reportagem sobre o tipo de armamento adquirido pelo Brasil (veja tabela abaixo) constam em um inquérito do Ministério Público Federal que apura o valor pago pelo Brasil pelos jatos Gripen NG, que ainda estão em desenvolvimento. A previsão é de que as aeronaves comecem a chegar ao país a partir de 2019, junto com o armamento.

Veja as armas compradas pela FAB para o Gripen NG

A-Darter

Míssil A-Darter – 10 unidades operacionais e 8, para treinamento. Desenvolvido por Brasil e África do Sul, é guiado por infravermelho e que será capaz de fazer manobras que o levam a sofrer até 100 vezes a força da gravidade.

iris t

Míssil IRIS-T – 10 unidades operacionais e 20, para treinamento. Míssel ar-ar infravermelho de alto poder de manobra, que pode ser engajado contra novos alvos mesmo após lançado. Possui meios de contra-medidas (defender e escapar para atingir o alvo).

Spice 1000

Bomba Spice 1000 – 20 kits de unidades operacionais. Bomba israelense guiada por GPS ou laser, capaz de atingir vários tipos de alvos simultaneamente e a longo alcances, até 60 km. Possui em seu espectro a identificação de mais de 100 diferentes alvo. A probabilidade de erro é de menos de 3 metros.

Spice 250

Bomba Spice 250 – 30 unidades. Bombas guiadas capazes de atingir alvos na terra e no mar a até 100 km de distância. Possibilita corrigir mudanças do alvo e transferir o percurso.

Reccelite

Reccelite 2 – 4 unidades. Sistemas de sensores de reconhecimento eletro-óptico que são acoplados no avião, usados para o dia e à noite, e que fornecem, coletam e transferem imagens e informações em tempo real.

Litening G4

Litening G4 – 10 unidades. Sistema que amplia a capacidade de combate, com sensores para busca, rastreamento e identificação do alvo. Possuem câmeras eletromagnéticas que fornecem imagens dos alvos. Equipado com laser que rastreia o caminho da munição até o destino.

Segundo o professor Freitas, para se ter uma ideia da potência das bombas israelenses Spice, adquiridas pela FAB para o Gripen, elas poderiam ser usadas por caças F-35 ou F-16 em uma eventual incursão de Israel no Irã.

O Brasil comprou ainda mísseis alemães IRIS-T ar-ar, que possuem capacidade de aniquilar medidas eletrônicas do inimigo para impedir que a bomba acerte o alvo, explica o professor. Todas as bombas e mísseis terão a validade inicial estendida de 5 anos, conforme o documento da FAB obtido pelo G1.

Ataque por trás

A Aeronáutica encomendou ainda 10 unidades operacionais e 8 de treinamento do míssil A-Darter, que o Brasil está desenvolvendo de forma conjunta com a África do Sul e que poderá atingir até aeronaves que estejam se aproximando por trás do avião lançador.

Segundo a Aeronáutica, R$ 300 milhões já foram investidos no projeto, que teve início em 2006. Com 2,98 metros de comprimento e 90 kg de peso, o A-Darter será guiado pelo calor e fará manobras que o levam a sofrer até 100 vezes a força da gravidade, com alcance máximo de 12 quilômetros.

Treinamentos

Um brigadeiro da reserva da FAB, especialista em combate aéreo e que pediu para não ser identificado, diz que se justifica a compra de pequena quantidade de munição devido ao uso ser raro e a validade, pequena.

Os treinamentos atuais de lançamentos de mísseis de jatos ocorrem geralmente de forma simulada e em ambientes virtuais, em que o computador informa a possibilidade de real de acerto do alvo. São poucos, diz o brigadeiro, os oficiais que já tiveram a oportunidade de lançar uma bomba real no Brasil.

Próximo ao vencimento, a munição comprada é usada em treinamentos reais em em alto mar, em áreas controladas e com aviso antecipado, para impedir que embarcações passem pela região, informa o oficial.

Durante o período de validade, as armas passam por manutenção contínua no ambiente de estocagem, com verificação de vários fatores, como umidade, qualidade dos sensores, etc.

FONTE:http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/08/brasil-compra-70-misseis-e-bombas-israelenses-para-armar-o-gripen.html

Tags: Gripen New Generation (NG)SAAB
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Estados Unidos enviam caças à Turquia para apoiar combate a Estado Islâmico

Comentários 52

  1. Rafael Oliveira says:
    11 anos atrás

    Vai Brasil
    queremos uma potência poderosa.
    queremos sim não somente estoque cheio mais tecnologias e condições de produção em massa segura (subterrâneo).
    devemos desenvolver uma nova tecnologia de comunicação super segura contra NSA ou outros.

    Responder
  2. Topol says:
    11 anos atrás

    Próximo lote: RBS-15

    Responder
  3. Adriano says:
    11 anos atrás

    Devagar chegamos lá, parabéns para nossa FAB!

    Responder
  4. Munny says:
    11 anos atrás

    CHAPA BRANCA! Uma vergonha kkkk

    Responder
  5. marcio says:
    11 anos atrás

    A FAB com certeza tem os melhores pilotos de caça da AL,mais para ser a melhor força aérea da AL vai ter um longo caminho pela frente. Para ser a melhor força aérea,tem que possuir não só armamentos no estado da arte, a muitos outros fatores para tal como possuir uma aeronave especializada em ELINT,COMINT e SIGINT com radar de abertura sintética para localizar alvos móveis no solo. Uma plataforma ideal seria o EMB-190 para essa função. Vants de reconhecimento armados,sistemas de GE,mais aeronaves AEW&C entra o EMB-190 novamente com maior capacidade de consoles com sonda REVO e entre outras coisas.

    Responder
  6. Mateus Barbosa says:
    11 anos atrás

    Parabéns a FAB,gostei muito da aquisicão!

    Responder
  7. kemen says:
    11 anos atrás

    Deve ser uma compra experimental para os primeiros Gripen que estarão disponíveis e para que os pilotos treinem com os primeiros entregues.
    -Serão 36 Gripen nesse contrato que leva a conclusão que o armamento é muito pouco para os 36
    -Todos os Gripen vão demorar alguns anos para estarem disponíveis.
    -Falta a compra de misseis nacionais que deverão ser integrados.

    Responder
  8. Foxtrot says:
    11 anos atrás

    Isso para não falarmos nos mísseis !!!!

    Responder
  9. Foxtrot says:
    11 anos atrás

    Também fico na dúvida Fernando, porque compraram as bombas planadoras Spice 250 e 1000, se temos o kit de guiagem e planeio da empresa nacional Friuli.
    Que diga-se de passagem, foi vendido para um país sul americano e empregado com sucesso pelo mesmo; transformando bombas ” burras” em equipamentos de alta precisão.
    Mas estamos falando de Brasil, e infelizmente ainda veremos muitas discrepâncias e incoerências nas aquisições das FAA,s.
    Nem sei porque inventaram essa tal de Política de Defesa Nacional, pois a mesma não serve para nada, nem mesmo o papel onde está escrita.
    Digo isso porque uma das premissas da mesma, prega que : Havendo produtos ou serviços de defesa no país, oferecidos por empresas nacionais; será dado preferência aos mesmos.
    Estão virando as costas a uma política incrementada , até quado ????

    Responder
    • Topol says:
      11 anos atrás

      Foxtrot

      A Spice pertence a outra categoria, duas gerações a frente das bombas com kit de nariz e cauda para guiagem por LASER comum… ela não necessita de iluminação fixa do alvo já que sua guiagem se dá de GPS até a área do alvo onde os alvos são designados por aquisição automática com base em imagens armazenadas em um banco de dados interno…

      Sua utilização deverá ser pensada para missões SEAD em territórios bem defendidos e também para a interdição aérea enquanto ainda haja defesas que ofereçam maior risco aos caças da FAB.

      Por exemplo um caça de reconhecimento tático AMX da FAB dotado com o POD Reccelite captura a imagem de dezenas de alvos e transmite pelo link BR as informações para o Gripen que segue atrás armados com as Spices… automaticamente os dados de distancia e direção e também as imagens dos alvos são carregados na memória das bombas planadoras, então o Gripen já pode largar a munição e se evadir a até 100 km de distancia para a Spice 250 ou 60 km para a Spice 1000…

      Resta saber se a aquisição das imagens também poderá ser feita pelo satélite CBERS-4 de georeferenciamento terrestre lançado ano passado em parceria com a China, caso possa, melhor ainda não sendo necessário enviar nenhum avião espião para coletar as informações.

      Responder
      • Fernando says:
        11 anos atrás

        Topol
        As SMKB podem ser guiadas por GPS, GLONASS russo e futuramente o Galileo europeu.

        Responder
        • Topol says:
          11 anos atrás

          Positivo Fernando.

          Mesmo assim eu vejo as SMKB são mais comparáveis as JDAM que podem ser guiadas por GPS ou por radares de caças que tenham a capacidade de operar no modo GMTI para atacar alvos terrestres em movimento do que uma Spice que está um nível acima em se tratando de alcance e aquisição automática de alvos…

          Para alvos pouco defendidos elas são sem dúvida excelentes meios de mandar uma instalação para baixo de forma mais barata, mas no caso de um ataque a uma instalação importante de um inimigo com capacidade de defesa anti aérea o mais sensato é atacar com uma legítima Stand Off como a Spice do tipo largue e esqueça e que tem um grande raio de alcance e precisão…

          Para destruir a infraestrutura de defesa do inimigo no primeiro dia de guerra e depois abrir caminho para ataques com as SMKB a partir dos A-1 e dos A-29 .

          Abraço.

          Responder
  10. KLEBER CSERNIK says:
    11 anos atrás

    Boa tarde Padilha , o senhor não acha que a quantidade é muita baixa em virtude do Brasil por algum motivo entrar em conflito com algum país .A disponibilidade de tempo e embargo seriam cruciais para a vitoria ou derrota .

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      11 anos atrás

      Veja, parece baixo neste momento, mas é bom que entendamos que o momento não premite uma compra de grande monta ( para muitos que atacam o programa, essa compra já é de grande monta :(), portanto, vamos devagar. Não temos neste momento, nenhum eventual “inimigo” que nos faça realizar uma compra vultuosa. Vale lembrar também a evolução constante destes equipamentos, o que no nosso caso, poderia nos fazer ficar com uma prateleira cheia de mísseis ultrapassados.

      Eu entendo que o melhor é ter pouco, mas atual.

      Responder
      • Alexandre Maingue Werner says:
        11 anos atrás

        Na minha opinião, é mais estratégico ter a capacidade de produção de armamento, do que o próprio armamento. Por exemplo, a CBC possui know-how de produção de um portfolio grande de munições, projéteis, etc… Em caso de necessidade, ela poderia triplicar a produção rapidamente, ou seja, não precisamos ter um estoque grande, precisamos ter a certeza de que, caso necessário, teremos de forma rápida os equipamentos adequados. No caso dos mísseis, creio que funciona “quase” da mesma forma. Uma vez que exista uma boa parceira com um bom fornecedor, em uma eventual necessidade podemos contar um arsenal em um espaço curto de tempo… claro que isso não se aplica para equipamentos que, naturalmente demoram para serem construídos (navios, aviões, etc…)

        Responder
  11. Paulo Moraes says:
    11 anos atrás

    Se o Brasil não criar parceria com outros países da região, a fim de um estoque estratégico, sempre vai ficar com o dilema “temos pouco, mas não podemos comprar muitos”.

    Responder
  12. Amaral dos Santos says:
    11 anos atrás

    Achei a compra fantástica, embora alguns itens não façam sentido, mas no geral parabéns pela compra, espero que venham mais lotes iguais pois a quantidade inicial é pequena, mas acredito que venha mais, excelente!

    Responder
  13. Eduardo Ramos says:
    11 anos atrás

    Padilha eu gostaria de suscitar um debate com aquisição destes armamentos e a performance propriamente dita dos JAS-39F/E a nossa Força Aérea estaria em condições de se contra por a qualquer ameaça contra o nosso País e inclusive poder atacar se for o caso em que nossa soberania e nossos interesses forem ameaçados qualquer País que esteja a nossa altura no caso vamos citar a Venezuela ou Chile e em especial a Venezuela cujas defesas antiaéreas são as mais modernas no cenário Latino -Americano.

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      11 anos atrás

      Com o Gripen e os armamentos já escolhidos acredito que sim.

      Responder
  14. Lúcio Sátiro says:
    11 anos atrás

    Muito bom, muito bom mesmo, realmente teremos a melhor Força Aérea da AL e uma das melhores do Hemisfério Sul.

    Responder
  15. Cristiano says:
    11 anos atrás

    Não entendo qual o problema de comprar o IRIS-T é um ótimo missil e já está operacional no Gripen. A quantidade é pequena e não afetará as futuras compras do A-Darter quando este estiver plenamente operacional e integrado a plataforma. Pelo menos saberemos as capacidades do IRIS-T se um dia tivermos que enfrenta-lo em aviões inimigos.

    Responder
  16. oseias says:
    11 anos atrás

    Pela porcentagem de misseis ar-ar de treinamento(que possuem ogiva inerte e telemetria) logo se vê que esse lote foi comprado para integração.
    E mais da metade do valor deve se referir a compra dos pods de reconhecimento e ataque.
    A melhor surpresa é a compra dos armamentos de grande alcance ar-terra. Servem para funções muito especificas como supressão de defesa aerea e por isso são usados em pouca quantidade mesmo.
    E se a Fab usar o derby no gripen vai ser um atraso de vida. esse missil é de segunda categoria para o proprio Israel. E vai subutilizar o caça.

    Responder
  17. Proud says:
    11 anos atrás

    Não quero ser “do contra” mas falar que seremos o “plus” da AL é muito otimismo.
    A famigerada “Venearruela” possui em seu território o mais completo sistema ar-ar/ar-terra/terra-ar e sabe-se lá mais oque.
    Então teremos que comer muito para chegar a este nível.
    Acho que estamos esperando uma Gerra…serio e nd me tira da cabeça que será entre Venezuela x Guiana x Colombia, bem aqui na porta de casa daqui a alguns anos.
    Melhor as FAsBR se prepararem mesmo.

    Responder
    • Arc says:
      11 anos atrás

      Acertaste caro Proud, a provável guerra que teremos na nossa porta poderá ser Venezuela × Guiana, e do jeito que nosso país está fraco no cenário diplomático da AL os EUA ditarão as regras, e pra piorar, acredito que isso suscitaria a alianca bolivariana (Equador, Peru, Bolivia, Venezuela) para o conflito, o que provavelmente arrastaria os EUA pra guerra, principalmente por conta da Colômbia… como se os States não quisessem isso…

      Responder
  18. mauricio matos says:
    11 anos atrás

    A compra tem que ser em pequenos lotes se não assusta nossos vizinhos faltou os misseis RBS15.

    Responder
  19. Vasconcelos says:
    11 anos atrás

    É bom esperar uma nota oficial pois,do jeito que anda nossa mídia,sei não……..
    Se é que vão dizer o que compraram.

    Responder
  20. Rafael says:
    11 anos atrás

    E o siroco vem ou não vem pro Brasil?

    Responder
  21. LUIS FERNANDO says:
    11 anos atrás

    COM ESTAS QUANTIDADES , EM CASO DE CONFLITO DURAM QUANTAS HORAS…….. 10 A-DARTER E 10 IRIS-T OPERACIONAIS EH ISSO MESMO

    Responder
    • jose davi says:
      11 anos atrás

      Depende de quantos aviões vão invadir nosso espaço aéreo

      Responder
  22. Leonardo Rodrigues says:
    11 anos atrás

    Ótima notícia, mas entregamos a informação aos inimigos.

    Responder
  23. Tiago Silva says:
    11 anos atrás

    Me preocupo com as quantidades, sei que é um lote inicial e tudo mais, mas se tratando de uma força aérea que vai passar por uma revolução em seus vetores de caça e ataque nos próximos anos a continuidade das compras é algo a se analisar.

    Se formos puxar a lista de compras dos armamentos utilizados é muito pequena para o tamanho da FAB, espero muito que com este lote venham outros e com construção local de kits para artefatos guiados e tudo mais. Este lote é insuficiente para as necessidades operacionais mas já é um começo, ter mais pods também é muito bem vindo, e com isso aos poucos vamos entrando numa nova etapa na transformação da força como um todo.

    Misseis ar-terra/ar-mar também devem estar na lista de futuras aquisições é ver o que vamos ter num futuro logo ai .

    Responder
  24. Topol says:
    11 anos atrás

    Muito boa a aquisição das bombas planadoras Spice… fui pego totalmente de surpresa, nem esperava que fosse da intenção da FAB adquirir esse material.

    Também achei estranho a aquisição de dois mísseis de curto alcance, será que essa nota do G1 está correta ?

    E também comemoro a aquisição dos dois PODs eletro-ópticos multifuncionais que agem como verdadeiros multiplicadores de capacidades dentro da força aérea que aumentam em muito a capacidade e a precisão das aeronaves.

    Ambos os equipamentos já são utilizados pela FAB mas na versão Litening III, agora foram comprados mais 10 casulos da nova versão aperfeiçoada Litening G4 e mais 4 Reccelite para os caças de reconhecimento tático…

    A soma de todos esses fatores, desde o Gripen NG, os reabastecedores KC-390, os R-99 e mais esse pacote de sensores e armas proporciona um enorme mix de possibilidades e permite a FAB realizar com excelência as mais diversas tarefas que venham a surgir.

    Ficamos na torcida por um míssil BVR digno como o Meteor também.

    Parabéns a FAB.

    Responder
  25. Fernando says:
    11 anos atrás

    Eu me pergunto, porque comprar o Iris-T quando temos o A-Darter e o MAA-1B?
    Porque comprar a Spice 1000 se temos a SMKB?
    Porque não comprar mais misseis Derby?

    Responder
  26. Diego says:
    11 anos atrás

    Não acredito que vamos ficar sem meteor, usar somente o derby é subaproveitar as capacidades do radar que será instalado na aeronave!! Más ainda tenho uma duvida, o meteor não será adquirido pela FAB ou foi vetado a ela?? de toda a forma é lamentavel.
    Um abraço.

    Responder
  27. Proud says:
    11 anos atrás

    O caça não esta pronto e já temos os armamento?
    Os MIkes, AMX e A29 podem disparar estas maravilhas tecnológicas dos irmãos Israel?

    Responder
  28. claudio says:
    11 anos atrás

    Seria interessante fazer engenharia reversa de cada um desses mísseis e num futuro fabricar ao invés de ficar comprando.
    E as turbinas dos mirages desativado?, deveriam estar estudando o funcionamento delas .

    Responder
  29. Delta says:
    11 anos atrás

    Não faz muito sentido comprar 2 WVRs diferentes e nenhum BVR de verdade.

    Por isso, creio que há uma confusão na nota. Creio que o BVR será o Meteor e o WVR o A-Darter.

    Abraços.

    Responder
  30. Bráulio Silveira says:
    11 anos atrás

    Quem sabe, num próximo lote (e com um orçamento favorável) não venha o METEOR?
    Fica a torcida.

    Responder
  31. Edson says:
    11 anos atrás

    O Brasil comprando mísseis ??? . . . vou contar tudo pro Aécio . . . .

    Responder
    • Nelson Lima says:
      11 anos atrás

      Olha lá,hem??

      Responder
  32. Stênio says:
    11 anos atrás

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk que reporcagem hein? Tudo errado. G1 no fundo do poço.

    Responder
  33. Foxtrot says:
    11 anos atrás

    Pois é, e quanto aos armamentos nacionais que estão carecendo de encomendas?
    Tais como MAR-1, SMKB Acauã, MAA1-B, FPG friuli etc…
    Como eu digo e repito, estamos financiando as empresas estrangeiras ou ex nacionais que foram vendidas para as multi estrangeiras, enquanto que as nacionais estão sendo sucateadas e desmanteladas para pós venda.
    Que autonomia independente é essa, que nos coloca dependentes de outras nações?
    É isso que prega a Política de Defesa Nacional ?
    Só mudamos nossa dependência, antes era apenas um fornecedor, hoje são vários.
    Vergonha e impotência, é o que sinto !!!!

    Responder
    • FRL says:
      11 anos atrás

      Foxtrot, bom dia. O lote inicial representa uma compra importante, apta a treinar e tornar operacionais os primeiros esquadrões de Gripen tão logo cheguem. Acredito, porém, que as próximas aquisições de mísseis já contemplem armamento autóctone, que de qualquer modo demandará tempo para ser integrado aos vetores. Mas você tem razão, precisamos incentivar o que é nosso, o que, entretanto, não se dá do dia para a noite.

      Responder
    • Topol says:
      11 anos atrás

      Fox

      As empresas estratégicas brasileiras não produzem NENHUM equipamento similar a esses que a FAB encomendou, portanto deve ser do pensamento dos estrategistas da força aérea a necessidade de cumprir o seu dever de proteger o espaço aéreo e manter sua capacidade de defesa e ataque o mais forte possível, independente de o material usado ser nacional ou não, a premissa mais importante é a funcionalidade, o uso de equipamento nacional como preferencia vem em segundo plano…

      Veja bem que não estou desmerecendo nenhum dos equipamento que você citou mas acredito realmente que os equipamentos como o MAR-1 e os kits de guiagem por LASER já foram adquiridos e estão equipando os esquadrões de ataque da FAB dotados do A-1 (AMX)…

      O Gripen NG que irá compor a ponta de lança da FAB para as próximas décadas deverá estar dotado com armamentos dignos da responsabilidade que ele terá pela frente e servir para abrir caminho e cortar as capacidades e vontade de lutar do inimigo (interdição aérea) e desmantelar as defesas mais duras (SEAD) para depois os AMX entrarem com tudo fazendo o apoio próximo com equipamento menos sofisticados e em maior número…

      Responder
  34. Arc says:
    11 anos atrás

    Não creio que seja uma má aquisição, muito pelo contrário, se levarmos em consideração que é uma compra inicial, foi muito agregadora, e mais ainda, acredito que a não conpra de um míssil BVR se dá pela indecisão da FAB, e tbm pode ser a questão econômica, mas no geral, boa notícia, esses mês as forças estão tendo boas aquisições.

    Responder
  35. by Edson Arruda. says:
    11 anos atrás

    Sensacional cada vez mais fico sastifeito com a esconha do Gripen ng mais um passo positivo e vamos que vamos.

    Responder
  36. Pedro2964 says:
    11 anos atrás

    melhor força aérea da america latina sem BVR? e não me venham falar de derby

    e pra que IRIS-T se teremos o A-Darter?

    Responder
  37. FRL says:
    11 anos atrás

    Prezado Padilha, boa noite.

    Mas que maravilha, hein? Como lote inicial está bem razoável. Apenas senti falta de um míssil BVR, concorda? Se positivo, existe algum BVR já anunciado/contratado ou simplesmente pretendido/em estudo, oficialmente, pela FAB?

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      11 anos atrás

      Creio que continuamos com o Derby.

      Responder
      • FRL says:
        11 anos atrás

        Ok, não é nada mau para o começo. O que mais me agradou foram os pods, que ampliam bastante a capacidades dos vetores e do armamento, favorecendo-os em diferentes tipos de missão. Bola dentro!

        Responder
  38. Gabriel says:
    11 anos atrás

    Agora sim teremos um caça de superioridade aérea operando em estado de arte !
    Seria legal se a SAAB conseguisse entregar um pouco adiantado igual a Boeing faz… os australianos começaram a receber antes do acordado em contrato e o mundo ficou de boca aberta

    Responder
    • Diego says:
      11 anos atrás

      Caro Gabriel, a SAAB e a Boeing além de serem empresas diferentes os produtos também são, o F-18SH já estava pronto, os EUA já tinham centenas deles voando, quando a Australia efetuou sua contratação… no caso do Gripen E/F esta para ser efetivamente testado ainda ano que vem (2016)… começar as entregas da FAB em 2019 é um prazo bem apertado más de fato temos pressa, a não ser que venham alguns Gripens C/D de “gap”!!
      Um abraço!

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