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Home Aviação

Ministério debaterá linhas de financiamento e garantias para as indústrias de Defesa

Luiz Padilha por Luiz Padilha
12/11/2015 - 16:53
em Aviação
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foto PH Freitas

Brasília, 12/11/2015 – O Ministério da Defesa passará a conduzir junto a setores específicos do Governo a questão do acesso ao financiamento para as empresas que compõem a Base Industrial de Defesa (BID). O assunto foi debatido nesta quarta-feira (11), durante reunião da Comissão Mista da Indústria de Defesa (CMID), fórum que reúne representantes de diversos ministérios, além de associações de indústria.

O secretário-Executivo da CMID e diretor de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa, brigadeiro José Augusto Crepaldi, explica que o tema será tratado no âmbito do Grupo de Assessoria de Financiamento (GAF), colegiado consultivo que estuda, discute e recomenda iniciativas de política econômico-financeira para instituir condições especiais de acesso das Empresas Estratégicas de Defesa (EED) ao financiamento no âmbito do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Na visão do brigadeiro, assegurar um mecanismo de financiamento adequado é fundamental para que a indústria nacional de defesa seja cada mais competitiva no mercado mundial.

“É o financiamento que dará condições para que a indústria de defesa possa competir no mercado externo, buscando a exportação dos seus produtos, além de propiciar atividades de expansão e de inovação tecnológica com recursos que não sejam tipicamente orçamentários”, explicou.

O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), Sami Hassuani, informa que, por trabalhar com inovação, que leva mais tempo para dar retorno, as empresas não têm recursos em seu capital de giro para investir em novos projetos. Por isso, ele defende linhas de pagamento com prazos maiores e que tenham custos compatíveis à inovação.

De acordo com ele, a partir do momento em que as indústrias de defesa puderem contar com acesso a linhas de crédito, o país ganhará muito com a exportação de produtos de alto valor agregado.

“Com isso, é possível gerar mais empregos, com altos salários, movimentar o PIB e, com as exportações, o país recuperar em até dez vezes o valor inicialmente investido. Nós temos uma estatística: para cada um milhão investido em inovação, você devolve dez em exportação”, disse.

Além da Abimde, a reunião contou com a presença de representantes de Departamentos de Defesa (Comdefesa) da Fiesp, da Fiesc, Firjan e Fiep, além da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB) e diversas pastas, como ministérios da Indústria e Comércio; Ciência, Tecnologia e Inovação; Planejamento e Fazenda, e da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos).

FONTE: Asscom

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Comentários 16

  1. dilson queiroz says:
    11 anos atrás

    ……o Brasil já produziu torpedos no pós guerra, porém o TIAR ( tratado interamericano de assistencia recíproca) fez com que a experiencia brasileira adquirida caísse no desleixo e esquecimento…o primeiro torpedo brasileiro, réplica do MK-XV estadunidense, obteve êxito sendo lançado ao mar a 19 de outubro de 1954 … isso está escrito no capítulo ” Indústria Militar-Naval ” do escritor Helio Leoncio Martins para o livro História Naval Brasileira,quinto volume, tomo II Rio de Janeiro SGDM…. 1985…..sabendo desse fato, nunca se pode deixar de pensar e avaliar o grau de desleixo, irresponsabilidade e subserviencia canina da Marinha de então
    às ordens dos Estados Unidos…uma coisa impressionante…rezo pra que esse acordo Mectron/ Atlas Elektronik seja positivo e que dê um bom resultado …..depender dos outros sempre é delicado para qualquer país…..e nós, que estamos na pindaíba……esperar pra ver……………

    Responder
  2. dilson queiroz says:
    11 anos atrás

    se fossem projetos próprios, sendo ignorados e engavetados……….

    Responder
  3. adriano silva says:
    11 anos atrás

    Será que a indústria de defesa, agora vai…com esse projeto vamos torcer pra ver.

    Responder
  4. dilson queiroz says:
    11 anos atrás

    …….a política de investimentos nas indústrias de armas nacionais chega a tempo pois existe o risco de descapitalização dessas empresas…por outro lado as empresas compradas pelas multis do armamento deveriam ser obrigadas por lei a preservar e desenvolver os projetos de armas das indústrias nacionais adquiridas pois o que se vê é a introdução de novas armas e os projetos das empresas adquiridas esquecidos, ou seja o descarte da inovação de armamento nacional,esforço de engenheiros brasileiros senão reaproveitado pelas multis, como s

    Responder
  5. Leonardo Rodrigues says:
    11 anos atrás

    Procurando luz no fim do túnel. É um começo e mostra a importância do tema pelo governo. Já sei, lá vem choradeira e discurso de quanto mais ruim melhor.

    Responder
  6. Galitto says:
    11 anos atrás

    Se conseguirem o financimento, e linhas de pagamento com prazos maiores, ok !
    Mais tem que se pagar o que foi financiado, pois o que nós vemos, ao menos uma vez por semana nos noticiários, é amigo do amigo de um político, beneficiados com dinheiro do BNDS, ficando bilionários a troco de empréstimos duvidosos com juros lá embaixo, aí meus amigos não dá !!!

    Responder
    • Fred says:
      11 anos atrás

      Se isto fosse verdade,
      e o BNDES fosse administrado porcamente,
      como um clube de compadres,
      ele teria uma alta taxa de inadimplência…
      O que não se verifica, pois a referida taxa atingiu índices tão baixos como 0,01% , o que indica uma alta eficiência em sua política de empréstimos…

      Competência esta confirmada pelo lucro líquido de R$ 8,150 bilhões no exercício de 2013 e
      de R$ 8,594 bilhões no exercício de 2014, apresentando crescimento de 5,4% em relação aos R$ 8,150 bilhões obtidos em 2013. É o terceiro maior lucro alcançado na história do Banco.

      Responder
  7. SPECTRE says:
    11 anos atrás

    Tenho acompanhado e os senadores Alosio Nunes e Ricardo Ferráço tem apoiado a industria Bélica de Defesa e lutado para que as verbas cortadas retornem as 3 Forças …

    Responder
  8. dilson queiroz says:
    7 anos atrás

    ……o Brasil já produziu torpedos no pós guerra, porém o TIAR ( tratado interamericano de assistencia recíproca) fez com que a experiencia brasileira adquirida caísse no desleixo e esquecimento…o primeiro torpedo brasileiro, réplica do MK-XV estadunidense, obteve êxito sendo lançado ao mar a 19 de outubro de 1954 … isso está escrito no capítulo ” Indústria Militar-Naval ” do escritor Helio Leoncio Martins para o livro História Naval Brasileira,quinto volume, tomo II Rio de Janeiro SGDM…. 1985…..sabendo desse fato, nunca se pode deixar de pensar e avaliar o grau de desleixo, irresponsabilidade e subserviencia canina da Marinha de então
    às ordens dos Estados Unidos…uma coisa impressionante…rezo pra que esse acordo Mectron/ Atlas Elektronik seja positivo e que dê um bom resultado …..depender dos outros sempre é delicado para qualquer país…..e nós, que estamos na pindaíba……esperar pra ver……………

    Responder
  9. dilson queiroz says:
    7 anos atrás

    se fossem projetos próprios, sendo ignorados e engavetados……….

    Responder
  10. adriano silva says:
    7 anos atrás

    Será que a indústria de defesa, agora vai…com esse projeto vamos torcer pra ver.

    Responder
  11. dilson queiroz says:
    7 anos atrás

    …….a política de investimentos nas indústrias de armas nacionais chega a tempo pois existe o risco de descapitalização dessas empresas…por outro lado as empresas compradas pelas multis do armamento deveriam ser obrigadas por lei a preservar e desenvolver os projetos de armas das indústrias nacionais adquiridas pois o que se vê é a introdução de novas armas e os projetos das empresas adquiridas esquecidos, ou seja o descarte da inovação de armamento nacional,esforço de engenheiros brasileiros senão reaproveitado pelas multis, como s

    Responder
  12. Leonardo Rodrigues says:
    7 anos atrás

    Procurando luz no fim do túnel. É um começo e mostra a importância do tema pelo governo. Já sei, lá vem choradeira e discurso de quanto mais ruim melhor.

    Responder
  13. Galitto says:
    7 anos atrás

    Se conseguirem o financimento, e linhas de pagamento com prazos maiores, ok !
    Mais tem que se pagar o que foi financiado, pois o que nós vemos, ao menos uma vez por semana nos noticiários, é amigo do amigo de um político, beneficiados com dinheiro do BNDS, ficando bilionários a troco de empréstimos duvidosos com juros lá embaixo, aí meus amigos não dá !!!

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    • Fred says:
      7 anos atrás

      Se isto fosse verdade,
      e o BNDES fosse administrado porcamente,
      como um clube de compadres,
      ele teria uma alta taxa de inadimplência…
      O que não se verifica, pois a referida taxa atingiu índices tão baixos como 0,01% , o que indica uma alta eficiência em sua política de empréstimos…

      Competência esta confirmada pelo lucro líquido de R$ 8,150 bilhões no exercício de 2013 e
      de R$ 8,594 bilhões no exercício de 2014, apresentando crescimento de 5,4% em relação aos R$ 8,150 bilhões obtidos em 2013. É o terceiro maior lucro alcançado na história do Banco.

      Responder
  14. SPECTRE says:
    7 anos atrás

    Tenho acompanhado e os senadores Alosio Nunes e Ricardo Ferráço tem apoiado a industria Bélica de Defesa e lutado para que as verbas cortadas retornem as 3 Forças …

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