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Home Aviação

Vídeo – Lançamento de mísseis reais pela FAB

Luiz Padilha por Luiz Padilha
05/12/2014 - 19:30
em Aviação
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Nesta edição você vai saber como foi a operação de lançamento de mísseis reais no Rio Grande do Sul. Preparamos ainda uma matéria sobre o sistema ILS, que possibilita o aumento da fluidez do tráfego aéreo em situações de pouca visibilidade.

Tags: F-5EMMAA-1Míssil Phyton 3Phyton 4
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Comentários 7

  1. Foxtrot says:
    12 anos atrás

    Em partes concordo com você caro Celso, mas não da mais ver o Brasil gastar fortunas em projetos de aeronaves e depois jogar todo esse conhecimento no lixo.
    Vide exemplo do Avião Xavantes, posteriormente o AMX , e agora a história está se repetindo com o Gripem.
    Quanto as Turbinas, tem razão, mas também não é coisa de outro mundo fabricar uma, há boatos que a empresa nacional Polaris ( MESMA FABRICANTE DAS TURBINAS PARA O FUTURO MÍSSIL MT-300 DA AVIBRÁS, LANÇOU RECENTEMENTE UMA INOVADORA MICRO TURBINA NO MERCADO MUNDIAL ), possuí o projeto de uma turbina aeronáutico de grande potência, mas não á produz por ser caro certificar uma turbina dessas.
    E infelizmente, não se sabe o porquê, nosso Ministério da Defesa ; não está nem ai para essa empresa ( QUE NA MINHA MODESTA OPINIÃO, DEVERIA SER CONSIDERADA EMPRESA ESTRATÉGICA DE DEFESA E TER SEUS PRODUTOS CONSIDERADOS COMO PRODUTOS ESTRATÉGICOS DE DEFESA), garantindo assim recursos para os mesmos.
    E nada que uma boa Engenharia Reversa não resolva, vide exemplo do incidente entre um avião espião naval Americano capturado pelos Chineses.
    Após terem estudado a fundo o avião, foi que o devolveram; e hoje estão desenvolvendo seus próprios sistemas e plataforma , baseado no Avião Americano.
    Temos em nossa posse, material de estudo de diversas procedência ( FRANCÊS, AMERICANO, ITALIANO etc..), e excelentes instituições de pesquisa, tanto civis como militares.
    Sem falar no potencial humano local, bastaria um programa mobilizador, tendo como material de estudo aviões desativados pela FAB ( MIRAGE 2000, F-5; MIRAGE etc..), e no sistemas dos mesmos.
    Evoluindo essas plataformas para o padrão de emprego atual.
    Li que o único gargalo para Embraer desenvolver um caça super sônico, estava na forma que as asas eram unidas ao avião ( PARA QUE O MESMO NÃO SE DESFIZESSE EM VÔO HIPERSÔNICO), essa dúvida poderia ser desfeita através da Engenharia Reversa.
    Como viu meu caro, basta vontade politica e coragem, duas coisas em falta pelas bandas de cá.

    Responder
  2. Eduardo says:
    12 anos atrás

    Pessoal isto seria a compra do projeto do F-20 TigerShark e seu relacionamento e adequação às tecnologias e à realidade das aeronaves atuais. Continuaria com a aquisição dos Gripen e paralelamente dirigiria este projeto Tiger BrNg.

    Responder
  3. Foxtrot says:
    12 anos atrás

    Partilho e defendo seu ponto de vista caro Edson, também sempre defendi esse ” DESENVOLVIMENTO” autóctone, envolvendo empresa de capital 100% nacional e com tecnologias nacionais.
    Mas infelizmente isso nunca acontecerá no Brasil, pois temos o mal hábito de nunca desenvolvermos nada sozinhos , sempre compramos tecnologias aleias; mesmo havendo coisa melhor em casa.
    Veja o exemplo do AMX, compramos o projeto e até hoje não fizemos uma nova aeronave baseada no mesmo.
    Agora estamos comprando o Gripem , e futuramente compraremos novo exemplar.
    Pois aqui não conhecemos o conceito de ” EVOLUÇÃO DE PROJETOS”, pagamos uma fortuna e com 1/3 desse valor desenvolveríamos algo com as mesmas capacidades localmente.
    Quanto a turbina, vale ressaltar que o DCTA tem um protótipo de turbina aeronautica de pequena potência ( TAPP-5000), que com mais alguns investimentos chegaremos a uma turbina para aviões, mas isso não acontecerá.
    Sou estudante de Engenharia Mecânica, e sei das capacidades técnicas desse país e de nossa gente , infelizmente parece que há alguma política escusa em nosso país , que nos impede de sermos verdadeiramente independentes tecnologicamente .
    Vide exemplo do Irã , que sozinho modernizou seus F-14 e F-5 , sendo que nesse ultimo caso , chegaram até mesmo desenvolver uma versão local desse avião ( F-5 , MAS COM DOIS ESTABILIZADORES VERTICAIS ).

    Responder
    • Celso says:
      12 anos atrás

      rsrsrsrrss o conceito desenvolvido por vc em sua opiniao eh valido. Permita-me…….como estudante de eng mec. vc deve saber q nao nos falta know how nem expertise, mas infelizmente para tantas coisas neste pais, faltam a politica de desenvolvimento q seja cumprida aa risca, principalmente recurso a fundo perdido q nao sejam desviadosou perdidos na burrocacia deste estado perdulario. Se turbinas fossem faceis de fazer, teriamos dezenas de paises aptos a isso (vide a China q ainda nao viabilizou a sua e a India idem), inclusive o nosso, porem o caminho nao eh so tecnico, qto a isso tenho certeza q temos competencias excepcionais q nem sempre sao levadas ao publico leigo e por isso nao obtem o devido reconhecimento, se vc soubesse o numero de profissionais em inumeras areas q nao estao no Brasil vc ficaria surpreso, mas acho q isso vc tbm sabe. Entao o problema nao eh conhecimento cientifico e nem de empresas q nao possam suportar isso…..trata-se somente de negocios, lucro e escala de producao (nichos), saiba q a Ucrania tem uma otima industria de turbinas mas seu mercado eh cativo (Russia) sem o qual nao sobrevivi, entao a logica eh simples…..vc nao acha…….o melhor sempre neste caso e obter aquilo q ja funciona sem maiores despesas
      Qto ao Ira….kkkkk vc le muito mas nao separa o joio do trigo….eles nunca desenvolveram e tao cedo isso nao acontecera …foto shop aceita tudo, acredita quem quer…..vc acredita….rsrrsrsrsrsr estes avioes do Ira so voam c muitos reparos e pcs no mercado negro, mas UP q eh bom…nadinha mesmo.

      Responder
  4. Edson says:
    12 anos atrás

    Agora sim (kkkkkk): Se seria viável: Uma viagem: “Penso, talvez para alguns, um pensamento medíocre, mas imagina U$ 6 Bi investidos no projeto do redesenho F5 Tiger ao invés de um novo avião. Novos materiais, polímeros, compostos, fibra de carbono, tintas especiais, novas tecnologias… toda a cadeia produtiva nacional envolvida no projeto, e para aquelas tecnologias supostamente inatingíveis como o radar, turbinas etc, compra de prateleira como foi feito no Gripen… e mandariam as turbinas atuais do F5 para as universidades especializadas, engenharia reversa para melhorias, assim como todo mundo faz… ”
    Não estou defendendo a compra dos Tigers velhos em volta do mundo, mas um redesenho do projeto. Nasceria por aí, talvez, um projeto nacional. Aliados aos A1-M, seria um bom começo para nós…” Uns 400 ao invés de 36, já pensou?

    Responder
    • ZorannGCC says:
      12 anos atrás

      Isso ai chama-se Gripen

      Responder
  5. pedro says:
    12 anos atrás

    ainda espero ver lançamentos do A-Darter

    Responder

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