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Home Indústria de Defesa

Comandante da Marinha lança desafio à indústria do Rio

Luiz Padilha por Luiz Padilha
11/12/2014 - 10:37
em Indústria de Defesa
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Alte Moura Neto

O comandante da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto, convocou a indústria de defesa do Rio para um mutirão de cooperação e desenvolvimentos de equipamentos visando ao reaparelhamento da Força Armada. O desafio foi lançado ontem, na homenagem prestada a ele pelo Fórum de Defesa e Segurança da Firjan.

Além de dois estaleiros, quatro submarinos convencionais e um nuclear, em produção, a Marinha quer o engajamento das empresas do setor na construção, por exemplo, de cinco navios patrulha e quatro corvetas, que ajudarão a proteger a costa brasileira também conhecida como Amazônia Azul. Mais de 80% da construção naval nacional está no Rio. Daí a convocação feita pelo almirante ao empresariado do estado.

Atualmente os projetos da Marinha geram no Rio nove mil empregos diretos e 32 mil indiretos, e a expectativa é de que com a parceria proposta pelo almirante se crie mais postos de trabalho. A partir de 2015, Marinha e indústria de defesa farão mesas redondas, para definirem como se dará a parceria com a iniciativa privada.

FONTE: Coluna Ancelmo Gois

Tags: DesafioFirjan
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Comentários 11

  1. Ricardo Augusto de Oliveira says:
    12 anos atrás

    Pode ate ser que eu esteja sonhado (muito) mas acredito que deveríamos é ter 20 submarinos convencionais, 20 corvetas, 20 patrulhas, 10 contra torpedeiros,5 LPDs, 5 porta helicópteros e uns 3 navios de desembarques. Todos devidamente equipados.

    Responder
    • Luiz Gabriel Garcia says:
      12 anos atrás

      Não esquece das fragatas e dos NAE, cruzador tbm viria a calhar

      Responder
  2. Foxtrot says:
    12 anos atrás

    A MB convoca as empresas de defesa do rio , ao mesmo tempo que está de olho em projeto de NAVIOS VARREDORES e CAÇA MINAS da Suécia.
    Sem nem ao menos lançar os requisitos as empresas de defesa local, já correm para os produtores internacionais , um tremendo contra senso.
    Em qualquer parte do mundo é diferente, primeiro busca se localmente; em caso do mercado local na satisfazer as necessidades, ai sim se busca o mercado externo , e mesmo assim há ressalvas.
    Pois a empresa estrangeira que irá fornecer o produto, tem que se associar a uma local, sendo que essa estrangeira é sub contratada .
    Mas no País do contrario, as coisas são diferentes; busca se externamente , sem se consultar localmente; e muitas das vezes há produto ou tecnologia local que satisfaria as necessidades do operador melhor que o produto estrangeiro.
    Vide exemplo do programa L.A.S , vencido pela Embraer ; a mesma teve que se associar a uma empresa Norte Americana , e montar fabrica nesse país com essa empresa ( COISA DE PAÍS SÉRIO ), diferente do nosso !

    Responder
    • Renato says:
      12 anos atrás

      Você está correto.
      mesmo sabendo das dificuldades que teríamos para produzi-los aqui, deveríamos fazê-los.

      Eu sei que a verba vai faltar, que vai haver desvio de dinheiro, que a qualidade final não será a mesma, etc., mas temos que insistir e criar meios de fiscalizar e combater os desvios e falta de constância das verbas.

      Responder
  3. Eurípedes says:
    12 anos atrás

    muito boa a noticia vamos aguardar e dar nosso apoio a que tudo vá bem no país

    Responder
  4. Boiler says:
    12 anos atrás

    80 % da CN no RJ…uma interessante matéria ( se já não tiver sido efetuada ) sobre os estaleiros existentes no Brasil, seria certamente de grande valia aos interessados neste tão importante modal da economia brasileira. Fica um pedido/dica e certamente será muito comentada.
    FA

    Responder
  5. Luiz Gabriel Garcia says:
    12 anos atrás

    Acho que deveriam não somente navio patrulha e corveta, mais também fragatas, navios de assaltos, LHD, NAES, Houver Craft, Destroyer, Cruzadores, Porta Helicopteros, Contra Torpedeiros e outros para ter uma marinha digna de uma pais como o nosso, mais nao so isso, aeronaves novas, sistemas de defesa, misseis intercontinetal e outros….

    Responder
    • doutrinador says:
      12 anos atrás

      Vai demorar para ter esses tipos de navios por enquanto e só navio patrulha MSM e corveta

      Responder
    • Felipe says:
      12 anos atrás

      hahahaha você acha isso? Eu também acho, o EB tbm acha, a MB idem e a FAB tbm concorda.
      O difícil é o nosso Congresso Nacional acreditar que isso é mais importante do que mudar o nome de uma rua. O difícil é nosso executivo achar que isso é mais importante do que aprimorar o comércio de Cuba. O difícil é nossa sociedade achar que isso é mais importante do que uma partida de futebol.

      Responder
      • Alexandre Cardoso says:
        12 anos atrás

        Infelizmente essa é a realidade e pelo andar da carroça as coisas continuarão assim … e pelo visto é mais acertado dizer que Cristo voltará antes dessa situação mudar do que essa situação mudar antes que Cristo volte … ( no mínimo a longo prazo ( 500 anos ) … só se cair um meteoro, cometa ou algo assim que varra metade do País do mapa, daí talvez mude para melhor essa situação, do contrário, podem falar o que quiserem, não acredito que essa situação mude …

        Responder
    • ricardo says:
      12 anos atrás

      destroyer e contra-torpedeiro são a mesma coisa.

      Responder

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