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Home Indústria de Defesa

DCNS realiza verificação na catapulta de vante do NAe ‘São Paulo’

Guilherme Wiltgen por Guilherme Wiltgen
22/12/2013 - 11:10
em Indústria de Defesa
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NAe São Paulo_Catapulta de vante

Por Guilherme Wiltgen

EspecialA pedido da Marinha do Brasil, a DCNS realizou uma verificação na catapulta de vante, que já realizou mais de 5.000 lançamentos, e que é um elemento chave para a retomada da capacidadede operação aérea embarcada de asa-fixa do NAe São Paulo.

O objetivo desta verificação, que aconteceu em novembro no AMRJ, é a realização de um diagnóstico da situação atual e os estudos necessários para restaurar o potencial da catapulta.

Após a intervenção da equipe da DCNS, foram realizados dois disparos com a catapulta de vante, alcançando o desempenho esperado, gerando grande satisfação por parte da MB.

A prontificação da catapulta de vante do NAe vai proporcionar a retomada total da capacidade de lançamento dos caças AF-1 Falcão, sem que o navio fique restrito a utilização apenas da catapulta lateral para lançamento de sua ala aérea.

Desta forma, a MB dá mais um passo visando o retorno do NAe São Paulo ao setor operativo.

NAe São Paulo

Tags: DCNSMarinha do BrasilNAe São Paulo (A 12)Porta Aviões
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Comentários 17

  1. clibanario says:
    11 anos atrás

    02.04.2015!!!! E… nada!!!!!!!

    Responder
  2. Nelson Lima says:
    12 anos atrás

    Como assim NAe sem escoltas? Não existe nenhum Nae sem escoltas. Isto é totalmente incoerente!

    Responder
  3. USP says:
    12 anos atrás

    Grandes desafios, podem trazer grandes vitórias. Apesar das dificuldade$, ainda vamos vê-lo operacional! Talvez seja um grande alvo, mas se é grande alvo, tem grandes capacidades.

    Responder
  4. fxfenix says:
    12 anos atrás

    Só serve pra duas coisas
    1- Para manter doutrina na MB;

    2- Para ser o maior alvo da America Latina, em caso de conflito.

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      12 anos atrás

      É uma questão de opinião. Existem milhares divergentes desta. Mas uma abordagem maior fica pra depois do Natal.

      Responder
    • _RR_ says:
      12 anos atrás

      fxfenix,

      Depende… Um porta-aviões sem escolta poderia realmente ser muito vulnerável… Mas nem todos… O Admiral Kuznetsov que o diga, com o poderio de um destróier, além de sua ala aérea… Mesmo o São Paulo, devidamente armado, seria um adversário temível. Adequadamente equipado e escoltado, seria realmente uma verdadeira ameaça a seus adversários…

      Atravessar as defesas de um Grupo-Tarefa de um porta-aviões é tarefa complicadíssima… Seria necessária uma quantidade enorme de armas para saturar as defesas de um Grupo Tarefa centrado em porta-aviões.

      No caso dos americanos, sempre se contará com destróieres e cruzadores AEGIS, submarinos, além dos meios aéreos do próprio porta-aviões, sendo esse ultimo o centro de um circulo defensivo que poderia estender-se mais por de 900km. E como não tem muitos mísseis anti-navio por aí que vão a mais de 900km… Mesmo para os atacantes mais astutos e esguios, seria difícil adentrar por tudo isso e lograr êxito em lançar seu armamento…

      As defesas hoje são muito mais complexas, principalmente com a introdução dos navios AEGIS, que, dotados de mísseis avançados, são capazes de lidar com vários alvos ao mesmo tempo, providenciando um verdadeiro escudo, capaz de barrar mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e anti-navios, além de aeronaves ( isso as que passarem pelos caças em patrulha )…

      Quanto a submarinos, não há duvida de que essa seria a maior ameaça a um porta-aviões, mas mesmo para esse atacante tão esguio é extremamente difícil aproximar-se de um Grupo Tarefa, sendo que este estaria contando com poderosos meios ASW…

      Responder
  5. _RR_ says:
    12 anos atrás

    Amigos,

    A capacidade de um porta-aviões sempre deve ser considerada…

    Mesmo armado com um arsenal modesto se comparado a outros tipos, o São Paulo ainda assim seria um terror em termos de América Latina e Africa, garantindo, por exemplo, a negação de uma parcela significativa de mar a grande distância da costa, golpeando severamente o trafego naval adversário a uma distância em que ele dificilmente poderia revidar.

    Haveria também a possibilidade de negação das rotas aéreas, com possibilidade real de intercepção de aeronaves cargueiras sobre o mar, sem que o adversário pudesse fazer nada, haja visto que estaria longe demais para poder providenciar uma escolta eficaz… E os Skyhawks, armados com Derbys e Pythons, seriam teoricamente capazes disso…

    Responder
  6. mauricio matos says:
    12 anos atrás

    Esse A12 é um saco sem fundo é mesma coisa de você ter um carro velho na sua porta quando precisa dele para da uma volta ele está quebrado todo mês tem que levar na oficina conserta uma coisa hoje quebrar outra amanha. Chega um certo ponto que mis inteligente você desfazer do carro e junta dinheiro para comprar um mais novo é caso do A12. Eu sei que o sonho da MB mais ela tem que acordar para realidade olha o exemplo dos ingleses ficaram esse tempo todo sem um porta aviões para ter dois em condições.

    Responder
    • Gabriel Luis says:
      12 anos atrás

      Comprar um mais novo? Qual?

      Se desativar o A-12, sua verba é retirada da MB.

      Seria aconselhável pesquisar e se informar antes de comentar.

      Responder
  7. ZorannGCC says:
    12 anos atrás

    A um tempo atras e em outro site, tinhamos o costume de chamar o A-12 de Opalão. Eu, sinceramente acho que se não houver uma mudança substancial na forma como é gasto o orçamento da Marinha, jamais teremos o São Paulo verdadeiramente operacional.

    É muito triste isto.

    Seria maravilhoso ver a Marinha enviar uma força tarefa, com 1 porta aviões para auxiliar a ONU em alguma contenda.

    Responder
  8. Manoel says:
    12 anos atrás

    Na mensagem de fim de ano o comandante da esquadra, Moura Neto comenta que o NAe São Paulo ainda em 2014 vai passar por modernização. Não vejo a hora de ver o Sampa operacional.

    Responder
  9. Nelson Lima says:
    12 anos atrás

    Colocar o Nae São Paulo na ativa parece uma novela: mexicana! Qual seria a composição de sua ala aérea? 12 AF1M; 6-8 Seahawk; 8 SuperCougar c/ Exocet, 4 TurboTrader COD. Equanto à função AEW.Não se fala mais do TurboTracker para esta função. A utilização de helicpteros pesados com na Royal Navy com radar retrátil poderia ser a solução.

    Responder
  10. PRAEFECTUS says:
    12 anos atrás

    Aproveito o ensejo para apresentar aos colegas um vídeo que mostra um pouco mais do SUBMARINO TIKUNA.

    Grato.

    http://www.youtube.com/watch?v=rMZgfzdbTZw

    Responder
  11. Rodrigo Coelho says:
    12 anos atrás

    Muito obrigado pela resposta. Quando disse discreta é no sentido verdadeiro da palavra por a MB não ser espalhafatosa.

    Responder
  12. Ewan Rosner says:
    12 anos atrás

    E tinha gente por ai que dizia que a catapulta de vante do SP esta definitivamente fora de operação… É verdade que falta grana e que as coisas caminham mais devagar do que gostaríamos. Mas a MB nunca abrirá mão de seus objetivos.

    Responder
  13. Rodrigo Coelho says:
    12 anos atrás

    Como a MB é discreta em seus programas sera que o São Paulo volta a plena forma?

    Responder
    • Guilherme Wiltgen says:
      12 anos atrás

      Rodrigo,
      Tudo em um porta-aviões é complicado de ser feito, sem grana, mais ainda. Mesmo assim, mostramos o esforço da MB em colocar o NAe operacional novamente.
      Tudo leva a crer que sim.
      FA

      Responder

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