Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
Defesa Aérea & Naval
Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados

Home Indústria de Defesa

E por falar em Transferência de Tecnologia…

Luiz Padilha por Luiz Padilha
27/12/2015 - 09:09
em Indústria de Defesa
26
0
compartilhamentos
210
acessos
CompartilharCompartilharCompartilhar
Chinese (Traditional)DutchEnglishFrenchGermanItalianJapanesePortugueseRussianSpanish

prosub-31

COMANDO DA MARINHA

DIRETORIA-GERAL DO MATERIAL

COORDENADORIA-GERAL DO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE SUBMARINO COM PROPULSÃO NUCLEAR

EXTRATO DE TERMO ADITIVO

Termo Aditivo Nº 40000/2009-011/09. Data da Celebração: 18 de dezembro de 2015.

Contratada: DCNS, Societé Anonyme; Contratante: Diretoria-Geral do Material da Marinha; Espécie: Termo Aditivo nº 40000/2009-011/09;

Objeto: Alterar o Contrato nº 40000/2009-011/00, celebrado em 03/09/2009, com vistas a adequar seus termos visando a transferência de tecnologia para fabricação no Brasil, dos tubos de lançamento de torpedos para o SBR4;

Art. 54 da Lei nº 8666/1993 e Art. 422 do Código Civil.

Tags: DCNSPROSUBToTTransferência de Tecnologia
Notícia Anterior

Putin determina criação de cinco bases para combater terrorismo marítimo

Próxima Notícia

Rússia desenvolve sistema de mísseis anti-aéreo inovador para o Buk-M3

Luiz Padilha

Luiz Padilha

Notícias Relacionadas 

Naval

PROSUB: Marinha alerta para risco de paralisia no Programa do Submarino Nuclear em 2026

16/03/2026 - 12:13
Análise

DEFESA NACIONAL EM RISCO – Quando o Ideológico supera o Estratégico

18/01/2026 - 17:38
Naval

Marinha do Brasil assina Memorando de Entendimento para cooperação na manutenção dos Submarinos da Classe “SCORPÈNE”

10/12/2025 - 22:04
Carregar mais
Próxima Notícia

Rússia desenvolve sistema de mísseis anti-aéreo inovador para o Buk-M3

Comentários 26

  1. Arc says:
    10 anos atrás

    Vamos torcer para que consigamos independente das postergações concretizar nossos projetos, e mais, fabricar uma frota digna e eficaz de submarinos. Eu ainda acredito na capacidade do BR apesar dos pesares.

    Responder
  2. Arc says:
    7 anos atrás

    Vamos torcer para que consigamos independente das postergações concretizar nossos projetos, e mais, fabricar uma frota digna e eficaz de submarinos. Eu ainda acredito na capacidade do BR apesar dos pesares.

    Responder
  3. Dudu says:
    11 anos atrás

    Adiar a construção do primeiro submarino com propulsão nuclear para 2025, é sensato porque quando o SBR4 estiver concluído em 2021, toda a expertise do projeto Scórpene Brasileiro estará transferida para os cientistas, engenheiros e técnicos brasileiros e o País terá em seu território a infra-estrutura física e econômica necessária a produção de 100% do submarino. O Estaleiro possui capacidade para produzir simultaneamente 2 submarinos com propulsão nuclear e com algumas adições de maquinaria e equipamentos, 4 Scorpenes. Assim, concluído o quarto Scórpene em 2021, será possível construir simultaneamente um segundo lote de quatro scórpenes que ficaria pronto em no máximo no fim de 2022 e ao término deste ano e início de 2023, começar a construir mais outro lote de quatro Scórpenes para, por volta de meados de 2024 ter uma frota de 12 scórpenes e ao mesmo tempo ir construindo mais dois Scórpenes em um lado do estaleiro, enquanto o outro é deixado para o tão aguardado início da construção do primeiro submarino com propulsão nuclear, o Álvaro Alberto.
    A Marinha ambiciona ter uma frota de 26 submarinos até 2046, sendo 15 Scórpenes, os cinco IKL’s existentes modernizados e seis nucleares. O ideal mesmo é substituir os IKL’s por outros cinco Scórpenes ou da nova classe que dele derivar e aumentar essa ambição de seis, para pelo menos nove submarinos com propulsão nuclear. Sei que é difícil, mas devemos correr atrás.

    Responder
    • Marcelo says:
      10 anos atrás

      Espero que tudo isso se concretize, se não der, pelo menos 4 Scorpenes e 1 nuclear !

      Responder
    • Bardini says:
      10 anos atrás

      SBR4 pronto em 2021? E mais um lote de quatro Scorpènes prontos em 2023?
      26 Submarinos até 2046 e com IKLs na conta?

      Uma frota de 12 Scorpènes em 2024?
      SSKs e SNs 100% fabricados aqui?
      Olha… Gostei dessa dimensão paralela em que você vive…
      Aliás, ai existe a profissão de cientista, bacana, deveríamos copiar isso por aqui.

      Responder
      • Dudu says:
        10 anos atrás

        Sim. Quando o quarto Scorpéne for concluído em 2021, toda a expertise do projeto já será plenamente dominada pelos cientistas, engenheiros e técnicos brasileiros, assim como as instalações físicas e transferência de tecnologias do projeto, estarão concluídas e repassadas para empresas nacionais o que dará ao País – que já é dono do projeto Scorpéne Br – de produzir 100% do submarino em território nacional. O Estaleiro possui capacidade para produzir 2 submarinos com propulsão nucleares e com algumas adições de maquinaria e ferramental, pode integrar simultaneamente até quatro Scorpénes. Assim sendo, quando o 4° Scorpéne for entregue em meados de 2021, se a nuclep e a fábrica de estruturas metálicas forem prepararas, um lote de quatro Scórpenes poderá ser simultaneamente fabricado. Esse primeiro lote é uma escola para aprendermos a produzir a máquina. Depois dele todo o conhecimento estará sob o nosso domínio. Fazendo isso, teríamos em 2025 uma frota considerável de 12 Scorpénes que por si só já faria uma grande dissuasão contra potenciais ameaças tanto às plataformas do Pré Sal, quanto ao complexo industrial naval de Itaguaí, quando começarem a construir o Álvaro Alberto. E sem falar que a essa altura, os nossos 36 Gripens, os ASTROS 2020 e outros meios irão aumentar ainda mais a nossa capacidade dissuasiva. Quer melhor recado do Tio Sam para o Álvaro Alberto do que a fase 13 de Call Duty Ghosts?

        Responder
  4. Marino says:
    11 anos atrás

    Crispin, vc deve estar “perdido no tempo”.
    Há várias declarações do MD, das FAs, que os franceses estão cumprindo a risca os contratos de ToT. Se antigamente, no espaço-tempo onde vc está perdido, os contratos não eram feitos com rigor, o erro era nosso.
    Pesquise sobre a Marlog, intermediária do governo alemão para vender sobressalentes dos submarinos 209 para o mundo todo, cobrando de 50 a 100% a mais que o ítem adquirido diretamente na fábrica.
    Isto sem falar que os alemães não transferiram tecnologia, vide os tubos de torpedo.
    Errar é humano, insistir no erro é burrice.

    Responder
  5. Andre says:
    11 anos atrás

    Excelente notícia Luiz! Mas porque esse aditivo se refere apenas ao SBR4 (Angostura)? Claro, o Riachuelo ja veio da França equipado com os tubos. No mais, vejamos se essa informação aparecerá em outros sites ja que mostrar os avanços do projeto vai contra os interesses de quem critica o scorpene.
    Falando em prosub, será que pelo menos o túnel que liga os dois setores da base de submarinos ja está pronto? Depois de tanto tempo de obra..

    Responder
  6. Marino says:
    11 anos atrás

    Acrescentando um comentário ao que o Padilha escreveu, a Alemanha jamais aceitou transferir esta tecnologia, os tubos vinham prontos de lá e eram “encaixados” como Lego.
    Os que defendem que a MB devia ter optado pelos subs alemães deviam procurar se inteirar melhor, principalmente de uma certa intermediária logística que aquele país obrigava aos possuidores de seus meios a comprar sobressalentes, por um preço extorsivo, e proibia a compra direta nas fábricas.

    Responder
    • Carlos Crispim says:
      11 anos atrás

      A experiência da FAB com os Mirage é de que os Franceses também NUNCA transferiram qualquer tecnologia, entre os dois eu prefiro os alemães, acho mais confiáveis. Vários acordos com a Alemanha não deram certo por que políticos se meteram no meio para ganhar “bônus”, alguns casos bem escabrosos estão na internet, a culpa sempre recaiu sobre a Alemanha, mas a verdade é outra.

      Responder
  7. Dudu says:
    7 anos atrás

    Adiar a construção do primeiro submarino com propulsão nuclear para 2025, é sensato porque quando o SBR4 estiver concluído em 2021, toda a expertise do projeto Scórpene Brasileiro estará transferida para os cientistas, engenheiros e técnicos brasileiros e o País terá em seu território a infra-estrutura física e econômica necessária a produção de 100% do submarino. O Estaleiro possui capacidade para produzir simultaneamente 2 submarinos com propulsão nuclear e com algumas adições de maquinaria e equipamentos, 4 Scorpenes. Assim, concluído o quarto Scórpene em 2021, será possível construir simultaneamente um segundo lote de quatro scórpenes que ficaria pronto em no máximo no fim de 2022 e ao término deste ano e início de 2023, começar a construir mais outro lote de quatro Scórpenes para, por volta de meados de 2024 ter uma frota de 12 scórpenes e ao mesmo tempo ir construindo mais dois Scórpenes em um lado do estaleiro, enquanto o outro é deixado para o tão aguardado início da construção do primeiro submarino com propulsão nuclear, o Álvaro Alberto.
    A Marinha ambiciona ter uma frota de 26 submarinos até 2046, sendo 15 Scórpenes, os cinco IKL’s existentes modernizados e seis nucleares. O ideal mesmo é substituir os IKL’s por outros cinco Scórpenes ou da nova classe que dele derivar e aumentar essa ambição de seis, para pelo menos nove submarinos com propulsão nuclear. Sei que é difícil, mas devemos correr atrás.

    Responder
    • Marcelo says:
      7 anos atrás

      Espero que tudo isso se concretize, se não der, pelo menos 4 Scorpenes e 1 nuclear !

      Responder
    • Bardini says:
      7 anos atrás

      SBR4 pronto em 2021? E mais um lote de quatro Scorpènes prontos em 2023?
      26 Submarinos até 2046 e com IKLs na conta?

      Uma frota de 12 Scorpènes em 2024?
      SSKs e SNs 100% fabricados aqui?
      Olha… Gostei dessa dimensão paralela em que você vive…
      Aliás, ai existe a profissão de cientista, bacana, deveríamos copiar isso por aqui.

      Responder
      • Dudu says:
        7 anos atrás

        Sim. Quando o quarto Scorpéne for concluído em 2021, toda a expertise do projeto já será plenamente dominada pelos cientistas, engenheiros e técnicos brasileiros, assim como as instalações físicas e transferência de tecnologias do projeto, estarão concluídas e repassadas para empresas nacionais o que dará ao País – que já é dono do projeto Scorpéne Br – de produzir 100% do submarino em território nacional. O Estaleiro possui capacidade para produzir 2 submarinos com propulsão nucleares e com algumas adições de maquinaria e ferramental, pode integrar simultaneamente até quatro Scorpénes. Assim sendo, quando o 4° Scorpéne for entregue em meados de 2021, se a nuclep e a fábrica de estruturas metálicas forem prepararas, um lote de quatro Scórpenes poderá ser simultaneamente fabricado. Esse primeiro lote é uma escola para aprendermos a produzir a máquina. Depois dele todo o conhecimento estará sob o nosso domínio. Fazendo isso, teríamos em 2025 uma frota considerável de 12 Scorpénes que por si só já faria uma grande dissuasão contra potenciais ameaças tanto às plataformas do Pré Sal, quanto ao complexo industrial naval de Itaguaí, quando começarem a construir o Álvaro Alberto. E sem falar que a essa altura, os nossos 36 Gripens, os ASTROS 2020 e outros meios irão aumentar ainda mais a nossa capacidade dissuasiva. Quer melhor recado do Tio Sam para o Álvaro Alberto do que a fase 13 de Call Duty Ghosts?

        Responder
  8. marcello says:
    11 anos atrás

    isso não necessariamente ruim, aditivos são normais em contratos grandes! pelo menos o projeto esta andando.
    agora caro padilha vc saberia me dizer se esse aditivo esta sendo celebrado pra economiza tempo?

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      11 anos atrás

      Não sei se é por essa questão ou uma adequação. Acredito que a segunda hipótese. Lembre-se que muitas barreiras que apenas as pessoas de dentro sabem, precisam ser transpostas e é por isso que as vezes adequações se fazem necessárias.

      E nunca é demais lembrar que lá na COGESN as pessoas estão 100% focadas em fazer com que o Prosub dê certo. O que sempre digo para os “desesperados” e pessimistas é: Aguarde e confie!

      Sei que é difícil, mas se não aguardar vai fazer o quê? Arrancar as calças pela cabeça? Não né! Então isso que estou escrevendo é para todos os leitores. Vamos confiar na MB porque ela está correndo atrás.

      Um dia talvez seja possível trazer a público tudo o que aconteceu no processo (queda de braço com fornecedores que certamente ocorreram), mas até lá, vamos torcer e confiar. Criticar por criticar não leva a nada, e isso não é para você Marcello.

      Espero ter ajudado a vc e a outros.

      Responder
      • marcello says:
        11 anos atrás

        obg pela atenção padilha, acho que algumas poucas pessoas esquecem que em uma democracia as coisas não dependem de uma só de uma pessoa! e com certeza elas tmb não entende a complexidade da maquina que a marinha esta construindo, no demais ajudou bastante

        Responder
      • Edson says:
        10 anos atrás

        Perfeito . . .

        Responder
  9. Marino says:
    7 anos atrás

    Crispin, vc deve estar “perdido no tempo”.
    Há várias declarações do MD, das FAs, que os franceses estão cumprindo a risca os contratos de ToT. Se antigamente, no espaço-tempo onde vc está perdido, os contratos não eram feitos com rigor, o erro era nosso.
    Pesquise sobre a Marlog, intermediária do governo alemão para vender sobressalentes dos submarinos 209 para o mundo todo, cobrando de 50 a 100% a mais que o ítem adquirido diretamente na fábrica.
    Isto sem falar que os alemães não transferiram tecnologia, vide os tubos de torpedo.
    Errar é humano, insistir no erro é burrice.

    Responder
  10. Andre says:
    7 anos atrás

    Excelente notícia Luiz! Mas porque esse aditivo se refere apenas ao SBR4 (Angostura)? Claro, o Riachuelo ja veio da França equipado com os tubos. No mais, vejamos se essa informação aparecerá em outros sites ja que mostrar os avanços do projeto vai contra os interesses de quem critica o scorpene.
    Falando em prosub, será que pelo menos o túnel que liga os dois setores da base de submarinos ja está pronto? Depois de tanto tempo de obra..

    Responder
  11. Marino says:
    7 anos atrás

    Acrescentando um comentário ao que o Padilha escreveu, a Alemanha jamais aceitou transferir esta tecnologia, os tubos vinham prontos de lá e eram “encaixados” como Lego.
    Os que defendem que a MB devia ter optado pelos subs alemães deviam procurar se inteirar melhor, principalmente de uma certa intermediária logística que aquele país obrigava aos possuidores de seus meios a comprar sobressalentes, por um preço extorsivo, e proibia a compra direta nas fábricas.

    Responder
    • Carlos Crispim says:
      7 anos atrás

      A experiência da FAB com os Mirage é de que os Franceses também NUNCA transferiram qualquer tecnologia, entre os dois eu prefiro os alemães, acho mais confiáveis. Vários acordos com a Alemanha não deram certo por que políticos se meteram no meio para ganhar “bônus”, alguns casos bem escabrosos estão na internet, a culpa sempre recaiu sobre a Alemanha, mas a verdade é outra.

      Responder
  12. marcello says:
    7 anos atrás

    isso não necessariamente ruim, aditivos são normais em contratos grandes! pelo menos o projeto esta andando.
    agora caro padilha vc saberia me dizer se esse aditivo esta sendo celebrado pra economiza tempo?

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      7 anos atrás

      Não sei se é por essa questão ou uma adequação. Acredito que a segunda hipótese. Lembre-se que muitas barreiras que apenas as pessoas de dentro sabem, precisam ser transpostas e é por isso que as vezes adequações se fazem necessárias.

      E nunca é demais lembrar que lá na COGESN as pessoas estão 100% focadas em fazer com que o Prosub dê certo. O que sempre digo para os “desesperados” e pessimistas é: Aguarde e confie!

      Sei que é difícil, mas se não aguardar vai fazer o quê? Arrancar as calças pela cabeça? Não né! Então isso que estou escrevendo é para todos os leitores. Vamos confiar na MB porque ela está correndo atrás.

      Um dia talvez seja possível trazer a público tudo o que aconteceu no processo (queda de braço com fornecedores que certamente ocorreram), mas até lá, vamos torcer e confiar. Criticar por criticar não leva a nada, e isso não é para você Marcello.

      Espero ter ajudado a vc e a outros.

      Responder
      • marcello says:
        7 anos atrás

        obg pela atenção padilha, acho que algumas poucas pessoas esquecem que em uma democracia as coisas não dependem de uma só de uma pessoa! e com certeza elas tmb não entende a complexidade da maquina que a marinha esta construindo, no demais ajudou bastante

        Responder
      • Edson says:
        7 anos atrás

        Perfeito . . .

        Responder

Deixe uma resposta Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Destaque do DAN

Mac Jee assina contrato internacional de aproximadamente USD 60 milhões para fornecimento de munições de tecnologia avançada

Publicações DAN

  •  
  • Artigos

Saab Experience: Marcus Wandt revela como a AI vai ditar o futuro do Gripen E/F

Saab apresenta o primeiro Gripen F em Linköping

O Foco Estratégico da Saab na América Latina

Tecnologia em radares e sensores: A Saab Surveillance em Gotemburgo

Nova fábrica de espoletas: A expansão industrial da Saab Dynamics em Karlskoga

USS ‘Nimitz’ no Brasil: Um dia a bordo do “Old Salt”

SIATT entregará o primeiro lote de mísseis MAX ao Exército Brasileiro

  • Home
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval

© 2019 - Defesa Aérea & Naval. Criação web Tchê Digital

Nenhum resultado encontrado
Ver todos os resultados
  • Home
    • Quem Somos
    • Regras de Conduta
    • Tecnologia
    • Projeto Challenge Coin do DAN
    • Espaço
  • Artigos
  • DAN TV
  • Entrevistas
  • Exclusivo
    • Colunas
      • Coluna Mar & Guerra
      • Coluna Política Internacional
      • Espaço do Aviador
    • Vídeos
  • Aviação
  • Defesa
  • Exército
  • Geopolítica
  • Naval