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Home Indústria de Defesa

Instituto de Pesquisas da Marinha avança no desenvolvimento do Sonar Nacional Passivo

Luiz Padilha por Luiz Padilha
26/05/2015 - 18:46
em Indústria de Defesa
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sonar

Após o desenvolvimento do Sistema de Detecção, Acompanhamento e Classificação de Contatos (SDAC), que realiza o processamento dos sinais digitalizados provenientes dos sonares passivos CSU-83, já em operação a bordo de todos os submarinos da Marinha do Brasil, o Instituto de Pesquisas da Marinha (IPqM) está avançando sobre o desenvolvimento da “parte molhada” do sistema, que engloba a aquisição dos sinais analógicos provenientes dos staves (coluna vertical de 3 hidrofones), condicionamento do sinal, digitalização, pré-processamento, formação de feixes direcionais e formatação para compatibilização com o SDAC.

O IPqM continua realizando em todo mês de maio alguns experimentos em ambiente marinho com um arranjo cilíndrico de hidrofones (CHA) montado pelo Instituto e composto de 32 staves, com cerca de 1m de diâmetro. O experimento consiste num passo firme na direção do desenvolvimento de um sistema sonar passivo totalmente nacional, com funcionalidades específicas desenvolvidas para atender às demandas da Força de Submarinos.

FONTE: MB

Tags: Deputado Federal Jair BolsonaroIPqM
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Comentários 6

  1. Topol says:
    11 anos atrás

    Não entendi direito, seria um sistema de sonar de imersão para uso com helicópteros ?

    Responder
  2. Luiz Gabriel Garcia says:
    11 anos atrás

    nao entendi bem o que seria esse sonr, poderiam me explicar

    Responder
    • _RR_ says:
      11 anos atrás

      Luiz,

      Um sonar passivo serve basicamente para localizar e identificar ondas sonoras sob a água. Com ele, é possível localizar navios e mesmo outros submarinos submersos pelas ondas sonoras que eles produzem.

      Há também o sonar ativo, que emite ondas sonoras ( que podem ser em frequências diversas ), que refletem nos alvos, dando ciência da presença do adversário quando as ondas emitidas retornam e são captadas pelo navio emissor…

      O tipo da matéria é um sonar passivo.

      Responder
  3. Maxtedy says:
    11 anos atrás

    Não sou adepto do ufanismo e menos ainda do pessimismo ou derrotismo, mas é muito alentador saber que mesmo diante da escassez e do contingenciamento de verbas para o MD do Brasil, as Forças Armadas continuam a realizar um trabalho sério e profícuo com o que lhe é destinado.

    É a reencarnação do espírito da Fênix, não tem outra explicação. A capacidade, a responsabilidade, dedicação, entusiasmo, tolerância e determinação dos profissionais dessas Forças é algo indescritível. Nunca se deixam abater pelas adversidades, estão sempre se reinventando.

    Uma crise após outra, os resultados vão aparecendo e motivando as instituições e ainda encontram tempo e espaço para socorrer outras categorias dentro e fora do país. Muito profissionalismo e consciência crítica positiva.

    Acredito que após a virada da década muitas realizações e projetos já estejam em prática e aí passaremos a enxergar com outros olhos a dimensão e a importância dos trabalhos realizados. Há um tempo para plantar e outro para colher.

    A desaceleração nos projetos, ocasionados pela descontinuidade dos repasses financeiros integrais, não estremecem o animus das Forças, pois já são uma velha conhecida, não que isso seja bom, muito pelo contrário, mas como disseram alguns, poderia ter sido bem pior. Portanto: levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima!

    Responder
  4. Foxtrot says:
    11 anos atrás

    Ai está o caminho para a verdadeira independência tecnológica, e não nesses acordos capciosos e bilionários efetuados por nossas FAA,s e Des Governo federal com indústrias estrangeiras.
    Sempre digo e re afirmo, muitas das tecnologias e equipamentos adquiridos nos exterior hoje por nossas FAA,s poderiam ser desenvolvidos e adquiridos de empresas verdadeiramente nacionais, o problema é a falta de seriedade e compromisso de nossos governos, que não dão continuidade de verbas aos projetos o que ocasiona em atrasos e até cancelamento dos mesmos.
    Junta-se a isso as baixas encomendas e desinteresse por parte de nossas FAA,s pelos mesmos.
    No caso do atraso, se abrissem seus projetos as instituições acadmicas nacionais ( ao menos a parte que não necessite de sigilo), esse poderiam ter um desenrolar mais rápido.
    Mas parabéns a MB, e que venha o sonar ativo nacional.
    Há boatos que a Mectron junto com MB e empresas nacionais estariam desenvolvendo o mesmo, espero que esteja pronto até a chegada do SNBR, junto com os mísseis nacionais MT-300/ MANSUP MARLIM etc…

    Responder
  5. Eurípedes says:
    11 anos atrás

    enquanto isso a carruagem continua a passar

    Responder

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