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Home Geopolítica

INS ‘Kalvari’ (S 50) – Primeiro submarino Scorpene da Marinha Indiana já flutua

Luiz Padilha por Luiz Padilha
30/10/2015 - 10:20
em Geopolítica
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Indian-Navys-First-Scorpene-Class-Sub-Sets-Afloat

O primeiro de seis submarinos de ataque diesel-elétricos Scorpene, INS Kalvari Marinha indiana, flutuou ontem.

O evento foi realizado no estaleiro naval em Mumbai, marcando o início de testes de mar do navio.

Estima-se que INS Kalvari vai levar alguns meses para a realização de seus 10 ensaios, e após os mesmos, se juntará a frota da Marinha em setembro de 2016.

Construído no estaleiro Mazagon Ltd (MDL) sob licença da DCNS, o navio tem 66 metros de comprimento e será equipado com mísseis anti-submarinos, torpedos de longo alcance e por modernos sensores.

Os restantes cinco submarinos da classe são esperados para serem incorporados à frota da Marinha em 2020.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: DAN

FONTE: Navaltoday

Tags: DCNSEstaleiro MazagonINS Kalvari (S 50)Scorpene
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Comentários 24

  1. Topol says:
    11 anos atrás

    Muito bom , parabéns novamente aos indianos, apesar do atraso estão conseguindo chegar lá.

    Responder
  2. Gabriel says:
    11 anos atrás

    Quando o nosso primeiro submarino será entregue?

    Responder
  3. Topol says:
    7 anos atrás

    Muito bom , parabéns novamente aos indianos, apesar do atraso estão conseguindo chegar lá.

    Responder
  4. Gilberto Rezende-Rio Grande/RS says:
    11 anos atrás

    Existem outras diferenças pois o projeto brasileiro da Classe Riachuelo (SBR 1) é bem mais modificado que o Indiano, mas a principal é o uso do AIP pela Classe Kalvari indiana e o prolongamento desta seção e a inclusão de um maior número de baterias na classe brasileira.
    Aliás se fosse obtida num site indiano uma fonte que descreva pormenorizadamente a configuração do INS Kalvari esta poderia ser uma base para se fazer um comparativo mais aprofundado sogre as diferenças dos dois projetos.
    A classe Scorpène brasileira (Riachuelo) foi nomeada com as mesmas designações da antiga classe Humaitá(S-20) do Brasil (Class Oberon inglesa) sendo a última unidade da antiga Classe (S-22 Riachuelo) agora nomeia a primeira unidade da nova Classe baseada no projeto Scorpène de exportação francês (pois não existe uma classe Scorpène na marinha nacional francesa).
    SBR 1 – S-40 Riachuelo
    SBR 2 – S-41 Humaitá
    SBR 3 – S-42 Tonelero
    SBR 4 – S-43 Angostura

    O nome Humaitá é o nome mais tradicional da Força de Submarinos do Brasil, além de ser o nome do primeiro submarino oceânico brasileiro (só que grafado Humaytá) e o S-41 Humaitá será o 4º submarino com este nome na MB (H, S-14,S-20 e S-41).

    Como a nova classe tem (até o momento) 4 unidades contratadas o “peixe fora d´água” é o ultimo nomeado S-43 Angostura nome inédito na Força de Submarinos, mas que já foi usado uma vez na MB para nomear uma antiga “corveta” (rebocador) da Classe Imperial Marinheiro a V-20 Angostura.

    Finalizamos com a designação prevista do SNBR 1 – SN-10 Álvaro Alberto .

    E esperando que no futuro a estrutura e a ToT criada e obtida no ProSub, da mesma forma que o F-X2 não se restrinja as 36 unidades iniciais, não se restrinja ao lote inicial de 4 submarinos convencionais e um submarino nuclear.

    Responder
    • Gilberto Rezende-Rio Grande/RS says:
      11 anos atrás

      Um adendo importante a classe Kalvari indiana é que o sistema MESMA de AIP está contratado apenas para as 4 unidades iniciais da classe indiana.
      Está prevista a instalação de uma unidade AIP de projeto indiano para as duas últimas unidades da classe.

      Responder
  5. satyricon says:
    11 anos atrás

    Porque os nossos não terão AIP?

    Responder
    • Gilberto Rezende-Rio Grande/RS says:
      11 anos atrás

      A MB não quis por problemas OBJETIVOS de logística na costa brasileira para carregar o sistema MESMA (desculpa) e problemas subjetivos de evitar que alguém (ou alguéns) questionasse a necessidade de se construir e gastar muito na obtenção de um submarino nuclear se “já que o submarino convencional com AIP seria quase a mesma coisa” como efetividade militar para o Brasil.

      Na minha opinião pessoal ACREDITO que uma vez obtidas as desejadas unidades de propulsão nuclear e o seu projeto não sofra mais perigos de descontinuação, no futuro a seção estendida que substitui a seção do MESMA no projeto do Scorpène brasileiro dará lugar a uma nova seção de mesmo tamanho com um projeto nacional de sistema AIP discretamente em projeto pela MB.

      Responder
    • Celso says:
      11 anos atrás

      Grana curtissima e manutencao carissima e dificil fora da base………….sds

      Responder
  6. Claudio Luiz says:
    11 anos atrás

    Não.
    Eles possuem AIP os nossos não.
    Os nossos são uma versão alongada do mesmo (01 seção mais).

    Responder
    • Jr says:
      11 anos atrás

      Dos 6 submarinos contratados pela Índia somente os dois últimos terão AIP

      Responder
      • Gilberto Rezende-Rio Grande/RS says:
        11 anos atrás

        Os dois últimos terão AIP de projeto indiano ou quatro primeiros AIP MESMA de projeto francês.

        Notar que o acordo para os 6 Scorpènes indianos foi assinado em 2005 prevendo entregas entre 2012 e 2015 e o acordo para os Scorpènes brasileiros foi assinado em 2009 prevendo entregas entre 2018 e 2021. Pelo padrão de atraso indiano o Riachuelo ficaria pronto em 2021/22. Vamos ver se a MB faz melhor ou pior que o companheiro BRICS……

        Responder
  7. Gabriel says:
    7 anos atrás

    Quando o nosso primeiro submarino será entregue?

    Responder
  8. Gilberto Rezende-Rio Grande/RS says:
    7 anos atrás

    Existem outras diferenças pois o projeto brasileiro da Classe Riachuelo (SBR 1) é bem mais modificado que o Indiano, mas a principal é o uso do AIP pela Classe Kalvari indiana e o prolongamento desta seção e a inclusão de um maior número de baterias na classe brasileira.
    Aliás se fosse obtida num site indiano uma fonte que descreva pormenorizadamente a configuração do INS Kalvari esta poderia ser uma base para se fazer um comparativo mais aprofundado sogre as diferenças dos dois projetos.
    A classe Scorpène brasileira (Riachuelo) foi nomeada com as mesmas designações da antiga classe Humaitá(S-20) do Brasil (Class Oberon inglesa) sendo a última unidade da antiga Classe (S-22 Riachuelo) agora nomeia a primeira unidade da nova Classe baseada no projeto Scorpène de exportação francês (pois não existe uma classe Scorpène na marinha nacional francesa).
    SBR 1 – S-40 Riachuelo
    SBR 2 – S-41 Humaitá
    SBR 3 – S-42 Tonelero
    SBR 4 – S-43 Angostura

    O nome Humaitá é o nome mais tradicional da Força de Submarinos do Brasil, além de ser o nome do primeiro submarino oceânico brasileiro (só que grafado Humaytá) e o S-41 Humaitá será o 4º submarino com este nome na MB (H, S-14,S-20 e S-41).

    Como a nova classe tem (até o momento) 4 unidades contratadas o “peixe fora d´água” é o ultimo nomeado S-43 Angostura nome inédito na Força de Submarinos, mas que já foi usado uma vez na MB para nomear uma antiga “corveta” (rebocador) da Classe Imperial Marinheiro a V-20 Angostura.

    Finalizamos com a designação prevista do SNBR 1 – SN-10 Álvaro Alberto .

    E esperando que no futuro a estrutura e a ToT criada e obtida no ProSub, da mesma forma que o F-X2 não se restrinja as 36 unidades iniciais, não se restrinja ao lote inicial de 4 submarinos convencionais e um submarino nuclear.

    Responder
    • Gilberto Rezende-Rio Grande/RS says:
      7 anos atrás

      Um adendo importante a classe Kalvari indiana é que o sistema MESMA de AIP está contratado apenas para as 4 unidades iniciais da classe indiana.
      Está prevista a instalação de uma unidade AIP de projeto indiano para as duas últimas unidades da classe.

      Responder
  9. satyricon says:
    7 anos atrás

    Porque os nossos não terão AIP?

    Responder
    • Gilberto Rezende-Rio Grande/RS says:
      7 anos atrás

      A MB não quis por problemas OBJETIVOS de logística na costa brasileira para carregar o sistema MESMA (desculpa) e problemas subjetivos de evitar que alguém (ou alguéns) questionasse a necessidade de se construir e gastar muito na obtenção de um submarino nuclear se “já que o submarino convencional com AIP seria quase a mesma coisa” como efetividade militar para o Brasil.

      Na minha opinião pessoal ACREDITO que uma vez obtidas as desejadas unidades de propulsão nuclear e o seu projeto não sofra mais perigos de descontinuação, no futuro a seção estendida que substitui a seção do MESMA no projeto do Scorpène brasileiro dará lugar a uma nova seção de mesmo tamanho com um projeto nacional de sistema AIP discretamente em projeto pela MB.

      Responder
    • Celso says:
      7 anos atrás

      Grana curtissima e manutencao carissima e dificil fora da base………….sds

      Responder
  10. SPECTRE says:
    11 anos atrás

    Esses submarinos serão iguais aos Brasileiros ??

    Responder
    • Jr says:
      11 anos atrás

      Acho que os nossos serão um pouco maior

      Responder
  11. Claudio Luiz says:
    7 anos atrás

    Não.
    Eles possuem AIP os nossos não.
    Os nossos são uma versão alongada do mesmo (01 seção mais).

    Responder
    • Jr says:
      7 anos atrás

      Dos 6 submarinos contratados pela Índia somente os dois últimos terão AIP

      Responder
      • Gilberto Rezende-Rio Grande/RS says:
        7 anos atrás

        Os dois últimos terão AIP de projeto indiano ou quatro primeiros AIP MESMA de projeto francês.

        Notar que o acordo para os 6 Scorpènes indianos foi assinado em 2005 prevendo entregas entre 2012 e 2015 e o acordo para os Scorpènes brasileiros foi assinado em 2009 prevendo entregas entre 2018 e 2021. Pelo padrão de atraso indiano o Riachuelo ficaria pronto em 2021/22. Vamos ver se a MB faz melhor ou pior que o companheiro BRICS……

        Responder
  12. SPECTRE says:
    7 anos atrás

    Esses submarinos serão iguais aos Brasileiros ??

    Responder
    • Jr says:
      7 anos atrás

      Acho que os nossos serão um pouco maior

      Responder

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