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Home Geopolítica

Navantia cria uma subsidiária no Brasil para se qualificar em contratos com a Marinha

Luiz Padilha por Luiz Padilha
24/01/2015 - 08:41
em Geopolítica
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Navantia-19
Fragatas F100 com o moderno sistema AEGIS

navantia

MADRID, 23 de Janeiro de 2015 – Navantia já começou o processo de estabelecer uma filial no Brasil para se adaptar à legislação de defesa brasileira e aspirar a sua participação em grandes contratos para a renovação da frota da Marinha do Brasil, esperada para os próximos anos.

Especificamente, o Conselho de Ministros autorizou a Sociedad Estatal de Participaciones Industriales (SEPI), a estabelecer no Brasil, através da Navantia, uma subsidiária chamada Navantia Brasil Projetos Navais LTDA, com capital formado 90% Navantia e 10% por Navantia Austrália.

Conforme exigido para contratos estratégicos de defesa no Brasil, Navantia Brasil será uma empresa brasileira que articulará a participação da Navantia na indústria do país, de modo que os produtos oferecidos para o Ministério da Defesa do Brasil tenham um alto grau de produção local.

O Governo explica que Navantia vem preparando sua presença na Brasil há dois anos, durante os quais Navantia vem formando uma rede global de alianças com a indústria e participando em todas as licitações de defesa ofertadas no país.

“Com a criação da Navantia Brasil, se consolida de forma consistente a cooperação industrial e o alto interesse da Espanha no Brasil, contribuindo assim para o fortalecimento dos fortes laços que existem entre os dois países “, diz ele.

A15_Cantabria

Com 66 bilhões por ano, o Brasil é o primeiro destino dos investimentos espanhóis no exterior. Este valor faz da Espanha o segundo país em volume de investimento estrangeiro no Brasil, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

Em 2014, o número empresas espanholas que tem filiais no país, superou a marca de 7 mil, que juntas, geram mais de duzentos mil empregos locais.

Spanish Armada Ship Cantabria in Port Phillip Bay sailing past NUSHIP Canberra.
Cantabria e Canberra

Navantia Brasil se junta à Navantia Austrália como um passo na política de internacionalização da empresa, que busca aumentar o seu volume de negócios e de trabalho na Espanha através da sua participação em projetos desenvolvidos em outros países.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Defesa Aérea & Naval

FONTE: Navantia

Tags: BAC Cantabria (A-15)fragata F100Navantia Brasil Projetos Navais Ltda
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Comentários 39

  1. WillHorv says:
    11 anos atrás

    Como a coisa esta devagar quase parando, vai acabar por coincidir com a entrada em operação das Type 26, o que acabará sendo a preferência pela história que se tem com nossa marinha. Daí as preferências fecham no super linx, no sea ceptor, e por ahí vai …
    O chato disto tudo, é a morosidade com que as coisas vão e como as coisas estão acontecendo, chegando ao cúmulo das desativações precoces deixando a mingua a instituição. E o ralo cada vez maior com o aumento da dívida interna, impostos e infração velada.

    Responder
  2. filipe says:
    11 anos atrás

    Eu até agora não percebo como é que a short list da MB não incluí os Estados Unidos , Russia e a China. Mesmo com o Navio Hidrográfico Vital De Oliveira sendo construído na China, eu não entendo. Mas pela tradição , acho que vai dar Reino Unido, já estamos usando o AMAZONAS, enfim.

    Responder
    • Dalton says:
      11 anos atrás

      Os Arleigh Burkes são grandes e caros demais! São 96 silos de
      mísseis com SM-2, futuramente SM-6, e vários também embarcam o
      SM-3 , contam também com Tomahawks, Asrocs anti-submarino e
      ESSMs, 4 por silo o que se traduz em pelo menos 120 mísseis prontos
      para lançamento.
      Além do sistema Aegis deverão receber no futuro também o AN/SPQ 9B
      o que os tornará ainda mais eficientes, mas, tudo isso é demais para as
      nossas necessidades.

      Claro que há oferta de desenvolver um navio menor, mas, a Marinha
      Brasileira aparentemente deseja um navio que já esteja em serviço e não apenas
      no papel.

      Os russos não possuem nada na faixa de 6000 toneladas em construção
      atualmente e de qualquer forma eles e os chineses estão mais distantes em matéria
      de integração e doutrina.

      Responder
  3. filipe says:
    11 anos atrás

    Apesar de tudo e a julgar pela tradição , esse Prosuper vai dar BAE SYSTEMS , o brasil têm muito a ganhar com o projecto TYPE-26, lembrando que o projecto da NAVANTIA não é stealth , é uma fragata AEGIS mas é pouco furtiva, é igual aos KDX-III da coreia do Sul, os demais projectos são todos furtivos (FREMM, MEKO 600, TYPE 26 ).

    Responder
    • Aurélio says:
      11 anos atrás

      Filipe , porque não as TYPE – 45 ?

      Responder
      • filipe says:
        11 anos atrás

        As Type -45 são DEstroyers e não entram no PROSUPER , tudo porque têm um peso acima das 6000 toneladas, quase 8000 toneladas.

        Responder
        • Aurélio says:
          11 anos atrás

          Se a tradição da MB é optar por navios ingleses, e , a condição é que o navio já esteja em operação e não desloque mais que 6000 t, a conta não fecha. As Type 45 estão em serviço, mas são maiores, e as Type 26 , não existem , são apenas projeto.

          Responder
          • filipe says:
            11 anos atrás

            Mas será igual a escolha do Gripen, a MB vai querer ter propriedade intelectual de alguns itens do navio, Já estamos com os ingleses a muito tempo, já conhecemos os modos de operação dos seus navios, Para haver transferência efectiva de tecnologia , as Type-26 atendem perfeitamente a MB, Já foram fechados acordos sobre os misseis CAMM SEA CREPTOR , houve até a possibilidade da MB operar algumas Types-23 III remanescentes, A eficácia demonstrada na operação de captura de navios pesqueiros ilegais a semana passada dos OVP AMAZONAS, tudo isso dá vantagem aos Ingleses.
            Os grandes favoritos são eles. Mas como disse o Grande Luiz Padilha isso é como um jogo, o resultado somente no final é que a gente vai saber, que vença o melhor, mas eu acho que vai dar BAE SYSTEM, isso de que têm que ser um navio com provas dadas, isso pode não jogar muito a favor dos ingleses agora, mas as TYPE-26 de certeza trarão inovações que nenhum dos outros competidores têm. O radar Type 997 Artisan 3D , Sonar 2087 desenvolvido pela Thales Group, sistemas IRVIN-GQ de guerra electrônica, 148.5 m de cumprimento, deslocamento padrão ente 6000 á 6500 toneladas , motorização CODLOG Rolls-Royce MT30 totalmente stealth , 48 misseis SAM CAMM.
            Ele entra em operação em 2020, temos 5 anos pela frente para aprender muito, tal qual acontece com os caças Gripen NG da FAB, Se o Prosuper sair esse ano , termos 5 anos para aprender a engenhar do zero um grande navio de guerra, o que seria inédito no brasil.

            Responder
            • _RR_ says:
              11 anos atrás

              filipe,

              Diferente da FAB, a MB não pode esperar pela incerteza de meios de superfície que sequer estão prontos…

              Considerando que uma embarcação do porte que a MB pretende pode levar meia década para ser construída e incorporada, a operacionalidade plena não se dará antes de uns seis/sete anos após o fechamento do contrato. Daí que as Vosper/Niterói já serão todas quarentonas ao final dessa década e muita água já passou por sob aqueles cascos, de modo que a substituição deve começar, no mais tardar, na primeira metade da década seguinte.

              Logo, acredito que as chances pendem para algo que já esteja pronto.

              Responder
  4. Elison says:
    11 anos atrás

    Prefiro ver Empresas brasileirsas nesse processo, algo do tipo queestá acontecendo com os submarinos, onde compra-se a transferencia da tecnologia pro Brasil e empresas locais as recebe e fabríca! A Odebrecht poderia juntar-se a algum estaleiro nacional que tenha esperiência na construção de navios de guerra e formar um joint venture nessa área. Aí sim, teria-mos o que comemorar, pois estari-amos caminhando rumo a independência tecnológica!

    Responder
  5. Alvaro says:
    11 anos atrás

    qual e o pacote oferecida por ela e quais navios viriam ? e qual e o numero final dessa embarcações ?
    Alguém pode me informar?

    Responder
  6. Luiz Monteiro says:
    11 anos atrás

    Os Estados Unidos não se opuseram à venda dos CLAnf, torpedos pesados MK48, helicópteros SeaHawk, fuzis M16, entre outros adquiridos pela MB.

    E, segundo a própria Navantia, não se oporiam a obtenção pela MB do AGEGIS MB do AEGIS.

    Responder
    • Delta says:
      11 anos atrás

      Todos os sistemas citados não incluíram cláusulas de transferência de tecnologia. Esse é um ponto não menos importante.

      Segundo, segue abaixo trecho de uma reportagem de 12/03/2013, onde cita palavras do então ministro da Defesa da Espanha, Pedro Morenés:

      “”O único obstáculo que poderia surgir seria alguma objeção por parte dos Estados Unidos, que fornece alguns dos sistemas que equipam essas fragatas, admitiu o ministro espanhol.””

      http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/espanha-reitera-vontade-em-vender-navios-de-guerra-ao-brasil

      Vocês me desculpem, não confio na Navantia fornecendo navios com sistemas que ela não tem poder de decisão para venda.

      Abç.

      Responder
  7. Walter says:
    11 anos atrás

    Alguma noticia sobre a avaliação do navio Siroco pela marinha

    Responder
  8. marcio says:
    11 anos atrás

    A Navantia esta se destacando nas concorrências internacionais com uma dupla vitória na Austrália nos programas ALHD Canberra e AWD Hobart. E depois a Turquia escolheu o projeto do LHD Juan Carlos I como base para seu futuro LHD. Certamente com esse passo a Navantia pode vencer o PROSUPER.

    Responder
  9. Luiz Padilha says:
    11 anos atrás

    O DAN teve o privilégio de estar a bordo de uma Fragata F100 e do Navio de Apoio Logístico Cantabria. O que vimos in loco são 2 produtos de primeira linha que foram ofertados à MB.

    Se o modus operandi dos empresários espanhóis não agrada para uns, certamente agrada as 7 mil filiais de empresas espanholas no Brasil e seus 200.000 funcionários brasileiros.

    E nunca é demais lembrar, que os produtos deles estão entre os melhores no mercado e se a MB vir a optar por eles, estará muitíssimo bem servida.

    O melhor seria poder ver a MB operando um sistema realmente efetivo como o Aegis.

    Bom, como teremos que esperar mesmo, vamos ver o que teremos no futuro.

    Abraços

    Responder
    • marcio says:
      11 anos atrás

      Eu li essa matéria do DAN e estão de parabéns e Luiz Padilha,eu acho difícil que o Aegis venha com as F-100 caso vença o Prosuper e por isso a Navantia sabiamente venho com uma carta na manga ao oferecer o Ceafar como opção do Aegis.

      Responder
      • Luiz Padilha says:
        11 anos atrás

        O problema do Ceafar é que a empresa é australiana não tem nenhum contato anterior com a MB, já o AEGIS (não entendo essa resistência para o melhor sistema), é montado e mantido pela INDRA, uma empresa espanhola que está no Brasil faz tempo. Logo, não vejo nenhum problema nisso, haja visto que as peças do AEGIS são fabricadas em todos os países que o utilizam. EUA, Japão, Espanha, Noruega e Coréia do Sul. Quem sabe no futuro o Brasil não entre nesta e possamos ter o melhor!

        Responder
        • marcio says:
          11 anos atrás

          Luiz Padilha,

          A questão do Aegis é que o Brasil vai querer transferência de tecnologia do sistema e por isso acho que eles vão querer transferir a tecnologia pra o Brasil eu acho.

          Responder
      • Delta says:
        11 anos atrás

        Boa questão, Marcio. É tudo muito bonito até que os EUA digam “não” e daí adeus AEGIS e mais uma lista considerável de sistemas da mesma origem nos navios espanhóis…

        Abç.

        Responder
        • Luiz Padilha says:
          11 anos atrás

          Porque os EUA fariam isso? Porque usamos as turbinas GE nos navios e eles não embargam nada? Isso sem falar em outros sistemas que temos e não temos problema algum. Volto a perguntar: porque os EUA, que querem o Brasil como aliado e não como inimigo, iria fazer isso?

          A unica opção que vejo é nosso governo destruir isso com atitudes como se alinhar com países errados. Enfim, eu prefiro que o Brasil seja aliado dos EUA e não o contrário.

          Responder
          • Edson says:
            11 anos atrás

            Tá certo que os Estados Unidos preferem não ter o Brasil como inimigo, mas dizer que gostariam como aliado aí já é ir longe demais no pensamento.

            Responder
    • Gilberto Rezende-Rio Grande/RS says:
      11 anos atrás

      Padilha muitos destes funcionários brasileiros vão atestar por exemplo que eles despediram toda uma faixa de alto salários técnicos dentro da Telefôca em SP para empregar uma enormidade de espanhóis desempregados na Matriz que não são apenas gerentes (substituição pura de trabalhadores brasileiros por espanhóis) e os que sobreviveramaos cortes falam muito da arrogância e péssimos modos dos chefes espanhóis em relações aos brasileiros…

      Responder
      • Luiz Padilha says:
        11 anos atrás

        Mas não podemos generalizar apenas por este exemplo. Se for assim, qualquer empresa brasileira que haja assim, irá significar que TODAS são iguais. Não acho certo este tipo de comparação, até porque, os empregados da Navantia Brasil serão brasileiros, regidos pelos patrões. Se para cumprir o contrato, tiverem que meter o chicote nos indolentes que fazem corpo mole (isso eu sei muito bem pois vi como os empregados brasileiros da área naval trabalham), ótimo.
        Que reclamem com o Papa. Trabalhador brasileiro da área naval é mestre em tentar arrumar um jeito de não trabalhar e atrasar cronogramas. Mas eu também, posso estar generalizando dizendo isso. Certo?

        Então que venha o Prosuper e que o estaleiro estabelecido no Brasil cumpra o contrato e os prazos.

        Abs

        Responder
        • Edson says:
          11 anos atrás

          Chicote nos indolentes???? . . . . . chega de espanhois chicoteando indolentes em nossas terras . . . . .

          Responder
  10. Luiz Gabriel Garcia says:
    11 anos atrás

    Espero logo ver embarcações desenvolvidas por ela para a nossa MB ou quem sabe até pro EB e FAB

    Responder
  11. Gilberto Rezende-Rio Grande/RS says:
    11 anos atrás

    É mais um concorrente, mas particularmente eu gostaria de que os espanhóis quebrem o queixo pois como empresários os espanhóis continuam ótimos conquistadores da América Espanhola.
    Quem já teve intimidade com o Santander e a Telefônica de Espanha sabe que eles também são selvagens gerencialmente. Nem os franceses aguentaram a turma da Navantia e abriram fora da parceria de submarinos.
    Acho melhor a MB agradecer educadamente e passar esta parceria.
    Deixa para os peruanos que estão mais “acostumbrados” com os métodos espanhóis…

    Responder
    • Delta says:
      11 anos atrás

      Eu comungo da mesma opinião, Gilberto. Não confio neles!

      Abç.

      Responder
      • stenio says:
        11 anos atrás

        Também não tenho empatia pelo modelo de comércio espanhol. E os projetos apresentados para o ProSuper estão longe de serem os meus favoritos.

        Responder
  12. Guilherme Wiltgen says:
    11 anos atrás

    Um importante passo dado pela Navantia visando o Prosuper.

    Responder
    • renato timm says:
      11 anos atrás

      Guilherme, os espanhóis seriam um boa opção aos britânicos em termos de tecnologia ??

      Responder
      • Guilherme Wiltgen says:
        11 anos atrás

        Renato,
        Durante a Euronaval, discutimos muitos pontos das Type 26 com o pessoal da BAE Systems e tenho certeza que será (futuro) um bom escolta, com muita tecnologia embarcada, porém, a F100 é (presente) um bom escolta, possuindo o que tem de mais moderno em termos de tecnologia embarcada.
        Outro ponto importante é que nós estivemos a bordo da Alvaro de Bazan, e o mais próximo que estivemos de uma Type 26, foi da maquete dela em Paris…
        Eu tenho certeza que se a MB escolher a F100 como Escolta e o Cantabria como NApLog, estaremos com navios de primeira linha!
        FA

        Responder
      • Aurélio says:
        11 anos atrás

        Prezado Renato, os espanhóis não são uma boa opção para os britânicos. Ninguém tem a expertise britânica em construção naval. Nem mesmos os EUA.
        Eu colocaria as coisas da seguinte forma : em 1º lugar os ingleses, em 2º lugar , os franceses/italianos no caso do Prosuper , depois o resto.

        Responder
        • Dalton says:
          11 anos atrás

          “Ninguém tem a expertise britânica em construção naval. Nem mesmos os EUA.”

          No passado sim…mas, não agora. Os novos SSNs da Royal
          Navy por exemplo contaram com a ajuda da Eletric Boat e da US Navy, já que SSNs não eram projetados já fazia décadas, aliás,
          mesmo o primeiro SSN da Royal Navy contou com ajuda dos EUA.

          Ao analisar tudo o que está sendo construído nos EUA atualmente,
          como um NAe nuclear de 100.000 toneladas, DDGs classes Zumwalt e Arleigh Burkes , LHAs de 45.000 toneladas e LPDs de 25.000 deslocamento totalmente carregados e submarinos classe Virginia que vem sendo aprimorados ao longo dos anos , isto para citar apenas alguns exemplos que empalidecem à construção
          naval britânica.

          Talvez os navios britânicos sejam mais adequados à nós, por
          questão de tamanho, preço, mas, não significa que os EUA estejam atrás dos britânicos em “expertise”, pelo contrário.

          Responder
          • Aurélio says:
            11 anos atrás

            Dalton, não é porque os EUA fazem NAe ‘s de 100.000 t que os ingleses não saibam fazê-los . Tamanho e quantidade não é sinônimo de qualidade.
            Quanto aos submarinos nucleares ingleses da classe Astute, são sim , em matéria de tecnologia , superiores aos ” Virginia ” americanos. Ainda bem que a MB sabe que a qualidade naval inglesa é imbatível.

            Responder
            • Dalton says:
              11 anos atrás

              Aurélio…

              você realmente acredita que os britânicos que nunca construíram nada maior que o
              Ark Royal IV poderiam sobressair-se aos
              americanos que possuem uma bagagem
              enorme iniciada nos anos 50 com o “Forrestal” e constroem hoje NAes movidos à energia nuclear ?

              Quanto ao Astute ser melhor que o Virginia é uma questão de torcida, ambos tem chances um contra o outro, de qualquer forma é mais fácil ter o “melhor”
              quando são poucas unidades.

              Quantidade também é importante e antes que o último “Astute” seja entregue os EUA já terão recebido os primeiros Virginias block IV.

              Dizer que os britânicos podem fazer qualquer coisa é fácil, mas, a verdade é que não estão fazendo enquanto nos EUA
              as coisas estão acontecendo.

              Mas, para nós, navios dos EUA simplesmente não servem pois são grandes demais e caros demais para nossas necessidades.

              Não é algo denegridor, simplesmente os
              britânicos não tem os recursos, nem a expertise para construir tudo o que está
              sendo construído nos EUA e não trata-se apenas de quantidade mas também de
              grandes avanços tecnológicos.

              Responder
              • Aurélio says:
                11 anos atrás

                Dalton, você tem sua opinião, e eu a respeito. Pelo que tenho lido, em outros sites, as melhores e mais modernas, fragatas são as inglesas Type 45. E são estas que eu gostaria de ver na MB , mas infelizmente o governo federal , não está disposto a bancar estes custos.

                Responder
    • Edson says:
      11 anos atrás

      Bom pra quem? pro Brasil ou pra eles? . . . . . não estariam ocupando espaço de empresas brasileiras?

      Responder
      • Guilherme Wiltgen says:
        11 anos atrás

        Edson,
        Estariam ocupando o lugar de quais empresas? Quem hoje teria capacidade de construir estes navios?

        Responder

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