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Home Naval

Marinha do Brasil realiza Operação UNITAS 2015

Luiz Padilha por Luiz Padilha
12/11/2015 - 16:28
em Naval
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fragata-F46-Greenhalgh
F-46 Greenhalgh

A Marinha do Brasil (MB) realizará, no período de 13 a 25 de novembro, na área marítima compreendida entre o Rio Grande-RS e Rio de Janeiro-RJ, a 56ª edição da Operação UNITAS, com a participação das Marinhas dos seguintes países: Chile, Estados Unidos da América, México, Peru e Reino Unido. A operação terá duas fases de porto e uma fase de mar. Os navios chegam à Rio Grande nesta sexta -feira, 13.

Durante a 1ª fase de porto, de 13 a 16, ocorrerá uma série de eventos, entre os quais reuniões de coordenação entre as marinhas participantes, Ação Cívico-Social (ACISO), coletiva de imprensa e visitação pública aos navios.

Fragata-Constituição-F42
Fragata-Constituição-F42

Na fase de mar, entre os dias 16 e 23, serão executados exercícios de caráter estritamente militar, como ações de superfície, aérea, de guerra eletrônica, operações de interdição marítima e a “Exercise Scenario Phase”, fase na qual será simulado um conflito entre duas forças antagônicas. Todos os exercícios ocorrerão de forma a contribuir para a manutenção do nível de adestramento dos meios da Esquadra e para o incremento da cooperação e estreitamento dos laços de amizade entre a MB e as demais Marinhas.

USS-George-Washington-CVN-73
USS-George-Washington-CVN-73

A UNITAS 2015 mobilizará nove navios brasileiros e oito de outros países, diversas aeronaves de asa fixa e rotativa, e um grupo de controle do exercício, contabilizando mais de 8.000 militares envolvidos, o que demonstra a magnitude desta Operação.

O Grupo-Tarefa (GT) brasileiro será comandado pelo Contra-Almirante Newton Calvoso Pinto Homem, Comandante da 2ª Divisão da Esquadra, a bordo da Fragata “Liberal”. A operação conta, também, com as Fragatas “Constituição” e “Greenhalgh”, além de duas aeronaves “UH-12/13” e um Destacamento de Mergulhadores de Combate. Os seguintes navios brasileiros apoiarão o exercício simulando ataques ao GT, de forma a incrementar o adestramento dos meios: Submarino “Tapajó”, Navio-Patrulha “Gurupá”, Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas”, Rebocador de Alto-Mar “Almirante Guilhobel”, Rebocador de Alto-Mar “Tritão” e Navio-Patrulha “Benevente”. Ressalta-se, também, a participação de aeronaves da Força Aérea Brasileira.

IKL-209-1400 S-33 Tapajo
IKL-209-1400 S-33 Tapajo

A Operação contará com a participação dos seguintes meios de outras Marinhas: o Carrier Strike Group (CSG) 9, sob o Comando da Contra-Almirante Lisa Franchetti, composto pelo Porta-Aviões USS “GEORGE WASHINGTON”, com uma Ala Aérea de 48 aeronaves embarcadas, e pelas Fragatas classe “Arleigh Burke” USS “CHAFEE”, com duas aeronaves “MH-60R”, e USS “MCFAUL”; o Navio de Apoio Logístico USNS “BIG HORN”, além da Fragata chilena “ALMIRANTE RIVEROS”, o Navio-Patrulha Oceânico mexicano “BAJA CALIFORNIA”, com aeronave “AS-565 PANTHER”, a Fragata peruana “QUIÑONES”, com aeronave “AB 412”, e o Navio de Apoio Logístico “GOLD ROVER”, do Reino Unido.

baja california
OPVBaja Califórnia (P 162)

Eventos franqueados à imprensa

– 14 de novembro de 2015:
1) 8h às 11h – Ação Cívico-Social na Escola Estadual de Ensino Fundamental Alcides Barcelos, situada na rua Marechal Mascarenhas de Morais, s/n, bairro Getúlio Vargas em Rio Grande-RS. Será realizada a pintura de oito salas de aulas e dois corredores. A ação envolverá 70 militares das Marinhas do Brasil, Estados Unidos, Chile, México e P eru.

2) 9h30 – Entrevista coletiva com os Comandantes da Força-Tarefa e dos Navios participantes da Operação UNITAS, a ser realizada na sede do Comando do 5º Distrito Naval, situado à Rua Almirante Cerqueira e Souza, nº 70, Centro.

3) 14h às 17h – Visitação Pública no Porto do Rio Grande aos seguintes navios: Fragatas “Liberal”, “Constituição” e “Greenhalgh”, do Brasil; Fragata “Almirante Riveros”, do Chile; Navio-Patrulha Oceânico “Baja California”, do México e a Fragata “Quiñones”, do Peru.

– 15 de novembro de 2015:
1) 14h às 17h – Visitação Pública no Porto do Rio Grande aos seguintes navios: Fragatas “Liberal”, “Constituição” e “Greenhalgh”, do Brasil; Fragata “Almirante Riveros”, do Chile; Navio-Patrulha Oceânico “Baja California”, do México e a Fragata “Quiñones”, do Peru.

Tags: Unitas 56
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Comentários 20

  1. Anderson S Verçosa says:
    11 anos atrás

    Esse Navio Peruano, passou aqui pelo Porto de Natal/RN, e ao sair fizeram algumas manobras com o NPO Araguari do Com 3º DN

    Responder
    • Anderson S Verçosa says:
      11 anos atrás

      É um belo navio esse peruano, BAP Quiñones, de indicador 58

      Responder
  2. Anderson S Verçosa says:
    7 anos atrás

    Esse Navio Peruano, passou aqui pelo Porto de Natal/RN, e ao sair fizeram algumas manobras com o NPO Araguari do Com 3º DN

    Responder
    • Anderson S Verçosa says:
      7 anos atrás

      É um belo navio esse peruano, BAP Quiñones, de indicador 58

      Responder
  3. Gilberto Rezende - Rio Grande/RS says:
    11 anos atrás

    Os navios brasileiros já atracaram de manhã aqui em Rio Grande….
    Pena que o Porta-aviões não vai ousar entrar numa barra tão estreita como Rio Grande, mesmo SE tivesse atracadouro que pudesse recebê-lo seria um risco inaceitável…

    E o pior risco acho que girá-lo para sair os rebocadores locais que não dariam conta de um monstro de 100.000 toneladas com segurança e se ter uma bacia de giro segura.
    Ainda mais com a incerteza com os ventos laterais que costumam bater por aqui…

    Responder
  4. Gilberto Rezende - Rio Grande/ says:
    7 anos atrás

    Os navios brasileiros já atracaram de manhã aqui em Rio Grande….
    Pena que o Porta-aviões não vai ousar entrar numa barra tão estreita como Rio Grande, mesmo SE tivesse atracadouro que pudesse recebê-lo seria um risco inaceitável…

    E o pior risco acho que girá-lo para sair os rebocadores locais que não dariam conta de um monstro de 100.000 toneladas com segurança e se ter uma bacia de giro segura.
    Ainda mais com a incerteza com os ventos laterais que costumam bater por aqui…

    Responder
  5. Eduardo Pereira says:
    11 anos atrás

    Em pensar que em termos de aviação de caça/ataque este PA do titio Sam tem mais poder que basicamente toda a AL.

    Responder
  6. Eduardo Pereira says:
    7 anos atrás

    Em pensar que em termos de aviação de caça/ataque este PA do titio Sam tem mais poder que basicamente toda a AL.

    Responder
  7. Bardini says:
    11 anos atrás

    Será que vai rolar uma fotinho de periscópio do Tapajó com o GW nela?

    Responder
  8. Bruno says:
    11 anos atrás

    Três fragatas e um submarino, eu não achava que a Marinha fosse capaz de mobilizar esses navios.Elas não estavam em manutenção?

    Responder
    • Renato de Mello Machado says:
      11 anos atrás

      Nessa hora até defunto levanta. E vai.

      Responder
    • Dalton says:
      11 anos atrás

      Mobilizar navios para exercícios e/ou missões de curta duração em áreas
      de baixa ameaça não é o grande problema. Mobilizar navios para missões
      de longa duração em áreas de maior ameaça, sim.

      Mesmo a US Navy mobiliza navios para exercícios em áreas próximas ou
      mesmo visitas a portos que não estariam em condições no momento de
      participarem de missões mais complexas e de longa duração, por não
      estarem adequadamente treinados, tripulados,armados, aguardando manutenção
      e/ou conserto de pequenos reparos.

      Responder
  9. Diego says:
    11 anos atrás

    Realmente um ótimo exercicio, Padilha gostaria de saber se existe também algo combinado com a FAB em treinamento de interdição aerea com os caças do nae dos EUA??

    Um abraço.

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      11 anos atrás

      Afirmativo.

      Responder
  10. Bardini says:
    7 anos atrás

    Será que vai rolar uma fotinho de periscópio do Tapajó com o GW nela?

    Responder
  11. Bruno says:
    7 anos atrás

    Três fragatas e um submarino, eu não achava que a Marinha fosse capaz de mobilizar esses navios.Elas não estavam em manutenção?

    Responder
    • Renato de Mello Machado says:
      7 anos atrás

      Nessa hora até defunto levanta. E vai.

      Responder
    • Dalton says:
      7 anos atrás

      Mobilizar navios para exercícios e/ou missões de curta duração em áreas
      de baixa ameaça não é o grande problema. Mobilizar navios para missões
      de longa duração em áreas de maior ameaça, sim.

      Mesmo a US Navy mobiliza navios para exercícios em áreas próximas ou
      mesmo visitas a portos que não estariam em condições no momento de
      participarem de missões mais complexas e de longa duração, por não
      estarem adequadamente treinados, tripulados,armados, aguardando manutenção
      e/ou conserto de pequenos reparos.

      Responder
  12. Diego says:
    7 anos atrás

    Realmente um ótimo exercicio, Padilha gostaria de saber se existe também algo combinado com a FAB em treinamento de interdição aerea com os caças do nae dos EUA??

    Um abraço.

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      7 anos atrás

      Afirmativo.

      Responder

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