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Home Naval

Navalshore 2022 – EMGEPRON irá construir 12 Navios Patrulha de 500 toneladas

Luiz Padilha por Luiz Padilha
18/08/2022 - 21:10
em Naval
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Em palestra proferida durante a Navalshore 2022, o Alte. Brasil, da EMGEPRON, informou que deverão ser construídos 12 Navios Patrulha de 500 toneladas até 2036. O custo estimado de cada novo Navio Patrulha é de 35 milhões de dólares e deverá alcançar 50% de nacionalização, superando o programa Fragata Tamandaré e o NApAnt.

Ouça abaixo, os áudios sobre o futuro Navio Patrulha 500BR.

https://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_17_17_05_06_2.mp3

https://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_17_17_05_06_5.mp3

https://www.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Meu-Vídeo.mp4

O Sr. Arthur de Almeida, presidente da Câmara de Equipamentos de Defesa da ABIMAQ, disse que apoia o projeto, se colocando a disposição, se necessário for, de enviar por escrito o apoio da ABIMAQ. afirma, inclusive, que 12 Navios Patrulha é um número modesto, considerando o tamanho do Brasil.

Tags: EMGEPRONNavalshore 2022Navio Patrulha 500 toneladas
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Comentários 46

  1. jose arthur says:
    4 anos atrás

    Só acho que temos condições suficentes pra construir 25 Nap500 até 2030, no máximo! e buscar a padronização dos navios patrulha, hj temos uns 5 modelos, isso torna caro a manutenção. 25 navios nao gastariamos nem 5 bilhoes pra construir. Acho pouco dinheiro pq, temos esse orçamento no governo federal.

    Responder
  2. Vlamir Antônio says:
    4 anos atrás

    Por favor, o Nap500BR, consegue receber um helicóptero pequeno, para executar uma missão ?
    Muito obrigado pela ajuda .

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      4 anos atrás

      Pousar negativo. Apenas pick-up.

      Responder
    • Guilherme Wiltgen says:
      4 anos atrás

      Valmir,
      Não vai possuir convoo, apenas área para VERTREP.
      Abs,

      Responder
  3. Alois says:
    4 anos atrás

    Na realidade há um equivoco na manchete, pois a EMGEPRON não constrói nada, ela é responsável pelos projetos, alguns, da MB, esse projeto deve ser entregue a um estaleiro, espero que sério desta vez, para a construção dos patrulhas.

    Responder
  4. Jefferson BA says:
    4 anos atrás

    Qual empresa e de qual Estado vai fazer esses navios? Será algum projeto externo?
    Tem muito projeto interessante pronto e confiável em nível internacional.

    Responder
  5. Flávio Henrique says:
    4 anos atrás

    Taxa de 1 navio a cada 10 meses…é viável com o atual estado do AMRJ?

    Responder
  6. Adriano Madureira says:
    4 anos atrás

    Construir 12?! Nossa, que encomenda…
    Não cancelando as aquisições já será uma boa.

    Responder
  7. Colombelli says:
    4 anos atrás

    Marinha falando? Aquela que em 10 meses descumpriu 4 datas pro Riachuelo? Aquela que começou a serie de 25 Macaés e hoje pena pra entregar o 3 e 4? Aquela que tem 80.000 efetibos pra 93 embarcações 75% concentrado no RJ? Aqiela que planejava 25 patrilheoros, porta- aviões e 10 submarinos?
    Pra mim nada destas “promessas” tem valor.

    Responder
    • Enzo Magno Donato Vernille says:
      4 anos atrás

      Ainda bem que é pra vc né

      Responder
    • Johan says:
      4 anos atrás

      Pois é, desde os anos 2000 são muitos estudos, planos e quase nada foi adiante. Estão pensando para terminar os navios da classe Macaé, imagine fazer uma nova classe do zero. Queria muito que fosse se concretizar, mas o histórico mostra o oposto.

      Responder
    • Augusto says:
      4 anos atrás

      Resumo perfeito, Colombelli. A distância entre o que se planeja e o que se pratica na Marinha da Baía de Guanabara é uma vergonha.

      Responder
  8. ADM says:
    4 anos atrás

    Vão ser construídos aonde? Outro EISA? Se for no AMRJ deverão ser entregues em 2136.

    Responder
    • Enzo Magno Donato Vernille says:
      4 anos atrás

      AMRJ sabe construir as coisas, parte dos navios (e os outros dois NPa classe Macaé) que a MB vieram de lá
      Mas eles tão ocupados com os dois últimos NPa classe Macaé
      E se não me engano, depois de terminarem o último NPa em 2024 (palavras do diretor do AMRJ, que foi entrevistado pelo DAN) eles vão ir construir três avisos de instrução para substituir os atuais.
      Então provável que seja outro estaleiro
      Quem sabe até mesmo o INACE, que construiu já muitas embarcações para MB, incluso os dois primeiros clase Macaé

      Responder
  9. Paulo Rosa Ferreira says:
    4 anos atrás

    bom ,só q muito tempo para construção,hoje tem formas rapídas de construção

    Responder
  10. teno says:
    4 anos atrás

    isso é… se o estado kreptocrático voltar ao poder ; esquece porque todo dinheiro irá
    para fundar a ( URSAL )

    Responder
  11. Marujo says:
    4 anos atrás

    Qual vai ser a velocidade desses barcos?

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      4 anos atrás

      até 22 nós

      Responder
  12. Tomcat4,4 says:
    4 anos atrás

    Que os anjos digam amém, até que enfim vão sair da prancheta. Que no meio desta encomenda de 12 se renove pra mais 12 e ao menos ums 20 Napa 200-BR pra região amazônica pra ontem estes navios patrulha .

    Responder
  13. Galitto says:
    4 anos atrás

    Engraçado a Emgepron parece não gostar de utilizar o bulbo de proa nos seus projetos.

    Responder
    • Marcos Corrent says:
      4 anos atrás

      Em navios pequenos uma proa bulbosa não teria eficácia, daí elas são suprimidas neste tipo de navio. O bulbo é projetado para alterar o fluxo da água ao redor do casco pela criação de ondas, reduzindo a resistência, e como consequência trazendo um ganho de velocidade e diminuindo o consumo de combustível.
      Ele serve melhor a embarcações grandes que navegam longas distâncias numa determinada velocidade ótima. Para embarcações pequenas e que navegam em baixa velocidade, o aumento na resistência friccional não vai ser superado pelo ganho na diminuição das ondas.

      Responder
  14. Cavalli says:
    4 anos atrás

    Aguardando ansioso a efetividade desta parceria, para mim, enquanto não cortar a primeira chapa, é apenas mais um ato político.
    Alguém notou que o passadiço tem a forma semelhante a das LSC americanas?

    Responder
    • Tomcat4,4 says:
      4 anos atrás

      Pensei o mesmo do passadiço, mas ficou top.

      Responder
  15. Augusto says:
    4 anos atrás

    2036!!!! Piada pronta.

    Responder
    • Enzo Magno Donato Vernille says:
      4 anos atrás

      Até agora tô tentando entender a graça na tua “Piada”
      Que não é piada , é só o prazo de construção das coisas, como todas tem

      Responder
      • Up The Irons says:
        4 anos atrás

        Enzo, você não acha que que esse prazo até 2036 é muito tempo pra se construir 12 navios de pequeno porte, principalmente pra um país gigantesco, com grande responsabilidades de fiscalização em sua enorme costa e com meios já bastante parcos?

        Responder
        • Enzo Magno Donato Vernille says:
          4 anos atrás

          Pra mim tá de bom tamanho
          Fazendo uma conta bem grosseira (Conta de padaria como diria o Roberto Caiafa)
          Supondo que eles comecem a construção (o batimento de quilha) do primeiro ano que vem
          E que já no ano seguinte ele venha a ser incorporado, e eles mantenham um ritmo quase igual as unidades subsequentes das FCT (Uma por ano)
          Até 2036 eles conseguem terminar
          Atualmente a Marinha dispõe de três classes de patrulha (4 se você contar os NPaOcs)
          Os Grajaú (da década de 90)
          Os Bracui (que foram construídos na década de 80 e comprados pela MB na época de 90)
          E Macaé (atualmente com duas unidades, e duas outras unidades sendo finalizadas pelo AMRJ depois daquele auê todo do EISA).

          No meu ver eles estão razoavelmente “bem espalhados” ao redor da costa
          Apesar que no Sul, no 5º DN, só tem os NPa Benevente e Babitonga junto do RbAM Tritão para patrulha
          o Sudeste, Nordeste e Norte tem mais meios de patrulha. ( Norte tem 2 Grajaús e os NPa Bracui e Bocaina e o NPa Pampeiro)

          Responder
  16. Leildo Costa says:
    4 anos atrás

    Só 12?? Pra reposição tb??

    Responder
  17. Dodô says:
    4 anos atrás

    Já se tem um nome para a classe ?

    Responder
  18. Marcelo says:
    4 anos atrás

    A marinha do Brasil necessita urgente de construções de 24 patrulhas oceânicos, 16
    corvetas, 8 fragatas pesadas, 5 navios de apoio.
    Esse processo de andamento de construções será muito demorado…. O que existe ainda não aguenta mais 7 anos sem grandes reformas…. que se forem feitas dividirá a verba das novas construções ….impedindo ainda mais os prazos de entrega das novas unidades…

    Responder
  19. FERNANDO says:
    4 anos atrás

    Legal, são parecidos com a classe MACAE?

    Responder
    • Enzo Magno Donato Vernille says:
      4 anos atrás

      Eles bem que lembram
      Acho que o armamento vai ser parecido também

      Responder
  20. Fábio says:
    4 anos atrás

    Boa noite Padilha alguma informação sobre o navio patrulha oceânico de 1800 ton.?

    Obrigado
    Abraço.

    Responder
  21. José Luiz Monte palma says:
    4 anos atrás

    Aceito receber notícias desse Site.

    Responder
  22. Marujo says:
    4 anos atrás

    Quais meios estes barcos de 500 toneladas vão substituir ?

    Responder
    • Enzo Magno Donato Vernille says:
      4 anos atrás

      Olha, é só um palpite da minha parte

      Mas acho que já daria pra pelo menos substituir os classe Bracui.
      Que são os antigos navios varredores classe River britânicos da década de 80, e comprados nos anos 90.
      Tem 10 na marinha, mas só 4 são de Patrulha, os outros 6 são de serviços hidrográficos.
      Se dobrar esse número, daria pra substituir os classe Grajaú (que são 12)
      Mas esses não precisam de substituição urgente até onde eu sei, são dos anos 90 e só serviram conosco.

      Mas como eu disse, só um palpite da minha parte

      Responder
      • Marcelo Cuera says:
        4 anos atrás

        amigão, por favor, acerte pelo menos o básico. A Royal Navy transferiu ao Brasil 7 navios da classe River, são renomeados na Marinha do Brasil como 4 unidades da classe Bracuí ( patrulhas ) e 3 da classe Amorim do Valle ( navio-hidroceanográfico ). Evite esses erros grosseiros, que desmontam a credibilidade de seus posts.

        Responder
        • Enzo Magno Donato Vernille says:
          4 anos atrás

          Bem, eu confesso que esqueci de um
          Eu lembrava que eram 4 de patrulha
          Mas obrigado pela correção
          Eu não sei se dá pra editar comentários aqui (e se dá, não sei fazer

          Responder
          • Flanker says:
            4 anos atrás

            Nao foram 10. Foram 7, com 4 convertidos em patrulhas e 3 em hidroceanográficos.

            Responder
  23. Henrique says:
    4 anos atrás

    O Napant de 500t patrulha apenas o Mar Territorial (até 22km) ou ele entra na Zona Econômica Exclusiva no máximo até o fim da Zona Contigua (até 44 km da costa)?

    Responder
    • Ericwolff says:
      4 anos atrás

      Henrique, esses navios, nessa tonelagem, patrulham facilmente as 200 milhas, que é a linha que delimita a nossa Amazonia Azul…

      Responder
  24. Enzo Magno Donato Vernille says:
    4 anos atrás

    Vai ser mais ou menos 1 por ano
    Seria uma ótima adição para já substituir os classe Bracui e parte dos Grajaú

    Responder
  25. Roberto Bozzo says:
    4 anos atrás

    Bom, já é um começo pois deveriam ser ao menos o dobro disso. Mas 12 unidades até 2036 não é um prazo muito longo ? E o canhão de 40 mm é desnecessário pois é um barco de patrulha, não é pra ser usado em combate, acredito que se colocassem um CORCED no lugar atenderia melhor por se mais leve e de produção nacional.
    Aliás, os equipamentos listados serão nacionais?

    Responder
    • Flanker says:
      4 anos atrás

      O armamento de um navio patrulha não necessita ser pesado, mas também não pode ser muito leve, pois dependendo da embarcação abordada, uma arma de pequeno calibre não inflige dano suficiente que a obrigue à parar, em caso de tentativa de evasão. O canhão de 40 mm é o padrão das classes Grajaú, de 200 ton, classe Macaé, de 500 ton, classe Bracuí, de 700 ton, classe Pedro Teixeira (fluvial), de 900 ton e classe Roraima (fluvial), de 360 ton. A classe Amazonas, de 1800 ton, utiliza como arma principal um canhão de 30 mm, além de outros 2 canhões de 25 mm.

      Responder
    • Enzo Magno Donato Vernille says:
      4 anos atrás

      Eu suponho que o armamento vai ser igual aos dos classe Grajaú e Macaé
      Canhão de 40mm e duas metralhadoras de 20mm
      E se for isso, tá de bom tamanho pra um patrulha de 500 toneladas

      Ainda assim, aposto que vai ter gente reclamando que não tem torpedo nem míssil (como se isso fosse pra ter)

      Responder
  26. Kahllil says:
    4 anos atrás

    Show. Uma linha de produção de 12 unidades abre boas margens para vendermos a preço acessíveis pacotes de navios a nações amigas , e assim acrescentar e manter aberta a linha de produção, igual hoje ocorre com o programa kc390

    Responder

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