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Home Naval

NVe Cisne Branco será reparado na Base Naval do Sul, no estuário El Muerto – Equador

Luiz Padilha por Luiz Padilha
24/10/2021 - 13:16
em Naval
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Neste domingo, 24 de outubro de 2021, o NVe Cisne Branco deverá suspender do Iate Clube Naval, no estuário das Guayas, para passar pela ponte basculante.

Após a passagem, o Cisne Branco deverá ser fundeado às 18h, na área de Cuarentena del Estero Salado.

Está previsto que amanhã, 25 de outubro, o navio seguirá para atracar no cais da Base Naval do Sul, no estuário de El Muerto, para realizar os reparos.

Tags: NVe Cisne Branco (U 20)
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Comentários 11

  1. luiz motta says:
    5 anos atrás

    Histórico ou não, trata-se de patrimônio público. Uma auditoria tem de ser feita com transparência. É o mínimo que podemos dar de resposta por aquelas imagens que viraram meme e correram o mundo, expondo nossa bandeira de modo vexatório. Aliás… Bem, deixa pra lá…

    Responder
    • Guilherme Wiltgen says:
      5 anos atrás

      Luiz,
      Existem tribunais específicos para esses fins. Com certeza a MB vai enviar engenheiros navais para acompanharem os trabalhos de reparo.
      Acidentes acontecem nas melhores Marinhas, outro dia assistimos o LHD USS Bonhomme Richard queimar por inteiro atracado em uma das principais bases navais da USN…

      Responder
    • Sergio Faria Brito says:
      5 anos atrás

      Qualquer um que tenha noção de navegação pode observar através dos vídeos que o acidente deu-se em função de uma fortíssima correnteza ( inclusive contrária ao vento ) e de problemas com o rebocador designado para auxilio das manobras, que visivelmente não teve nem potência e nem estabilidade para execução de sua tarefa.
      Peça fundamental será o relatório final da autoridade naval equatoriana, que deverá apontar causas e responsabilidades do acidente.
      Quanto aos reparos, é de se esperar que o veleiro Cisne Branco tenha um seguro que cubra todos os custos relativos aos mesmos.

      Responder
  2. Spitfire says:
    5 anos atrás

    Parabéns ao DAN, foi o primeiro a noticiar sobre o acidente!!! Me corrija se estiver equivocado, mas a operação de rebocagem (não sei se esse seria o termo) sempre é a cargo do procedimento de rebocagem do porto, ou seja, aparentemente, seria de total responsabilidade dos operadores do rebocador certo? Pelo menos já ouvi dizer que o comando das embarcações e navios em processo de atracagem são realizados por estes profissionais e não pelo comandante do navio… seria isso?

    Responder
  3. José Henrique Mendes says:
    5 anos atrás

    Gostaria de saber quem vai ser o responsável de arcar com a despesas dos reparos.

    Responder
    • Luiz Padilha says:
      5 anos atrás

      Pergunta de 1 milhão de dólares.

      Responder
    • Rafael says:
      5 anos atrás

      Quem vai pagar? vai ser o mesmo de sempre ???

      Responder
    • Marcelo says:
      5 anos atrás

      A caneta Bic do povo brasileiro kkk !!!!

      Responder
    • Gilberto Rezende says:
      5 anos atrás

      ÓBVIO que a Marinha do Brasil irá pagar para que o reparo se dê na forma mais rápida possível e a tripulação e o navio retornem ao Brasil.
      Lembrem que por se tratar de unidade militar a tripulação não pode retornar e deixar o navio sendo reparado por estrangeiros sem acompanhamento… Ao menos que FIQUE APENAS uma parte da tripulação para isto.
      Dependendo do tempo necessário para reparo pode-se dividir a tripulação para turnos de acompanhamento ou mesmo TODA a tripulação pode ficar retida no Equador durante o reparo local.
      A MB terá de planejar a operação assim que o reparo for avaliado, organizado e orçado.
      Pessoal do Arsenal de Marinha especializado em carpintaria naval pode ter de ser enviado para o Equador para assessorar/fiscalizar o trabalho de reparo no Equador.
      Afinal se está falando de um veleiro histórico de grande porte, será que há especialistas neste campo no Equador?
      A MB vai confiar 100% do reparo no Equador ou vai fazer uma gambiarra para poder retornar a unidade o mais rápido para o Brasil e aqui fazer o reparo definitivo?
      Imagino o empecilho de se tentar contornar o Cabo Horn com um veleiro com restrições.
      Como se tratou de um acidente náutico, caberá ao Adido Naval Brasileiro no Equador acompanhar o processo no sistema judicial Equatoriano e ao seu FINAL(quando isso for) e se determinados os responsáveis satisfatoriamente para a MB, o Adido em serviço então (pode ser já outro oficial) analisará junto com o comando da Marinha e o governo brasileiro a necessidade/conveniência de se buscar(ou não) reparações na justiça Equatoriana aos prejuízos decorrentes à MB.
      A vida real demoram e não são tão simples….

      Responder
      • Mauro S says:
        5 anos atrás

        O Cisne Branco não é um navio “histórico”. Foi construído entre 1998 e 1999. Comparado aos meios de combate da MB, é novo em folha.

        Responder
        • Gilberto Rezende says:
          5 anos atrás

          Histórico no sentido de ser um VELEIRO de Instrução, recriado realmente em 1999, para a Marinha do Brasil baseado nos projetos dos clippers comerciais do fim do século 19….
          Absolutamente não é um projeto de combate…
          Mas como uma recriação, tem valor histórico como o possuem várias unidades de navios antigos de várias marinhas ao redor do mundo…
          Mas do ponto de vista estrito do tempo de construção do NVe Cisne Branco (U-20) estás 100% correto…
          Ele tem pouco mais de vinte anos de serviço…

          Responder

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