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Home Naval

País pacífico não é país desarmado

Luiz Padilha por Luiz Padilha
28/11/2015 - 12:48
em Naval
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eb na favela
EB na comunidade – Foto: EB

Por Mário César Flores Almirante

clippingEm exposição no Clube da Aeronáutica, no Rio de Janeiro, durante a campanha presidencial de 2010 (ou 2002, já não lembro) o então candidato José Serra proferiu esta frase: “País pacífico não é país desarmado”. A ideia responde à realidade, mas sua aplicação – o que seria armado/desarmado – varia de país a país e deve ser ponderada pelo que influencia, ou possa vir a influenciar no futuro imaginável, a inserção do país no cenário internacional e a própria segurança interna, onde ela é insegura. Envolvidos nas tropelias globais, a percepção dos EUA sobre o que é estar armado ou desarmado é, obviamente, distinta, por exemplo, da percepção do Uruguai, que se preocupa com o mundo, mas não pode interferir significativamente. O Brasil situa-se no difuso nível médio do quadro, ora mais, ora menos envolvido em suas nuanças variáveis.

O foco deste artigo é exatamente a avaliação desse envolvimento: natureza e probabilidade de problemas capazes de exigir o uso do poder militar e interesses e vulnerabilidades nacionais neles implicados. Essa avaliação deve ser a base conceitual do poder militar: sua configuração e prioridades nela incidentes, organização, distribuição geográfica e dimensões. Nos países democráticos é assunto em que os militares são apoiados pelo sentimento da sociedade, refletido em manifestações de intelectuais, mídia, diplomatas e, principalmente, de políticos ou de instituições políticas.

O Brasil está longe desse paradigma. A segurança nacional lato sensu e a defesa nacional propriamente dita – esta, em alguns países, a preocupação protagônica e em outros, praticamente inexistente – são temas alheios à nossa grande massa. Tangenciam rara e superficialmente o interesse dos brasileiros culturalmente credenciados e o dos políticos institucionalmente comprometidos a dar-lhes atenção. Uma ou outra instituição, geralmente universitária ou que reflete interesse econômico – da indústria de defesa, por exemplo –, lhe dá eventualmente alguma atenção, sem profundidade.

Na segurança interna, em que já ocorreram atuações militares decisivas – no pós-República, em conflitos hoje inimagináveis, como Canudos, Contestado e a revolução paulista de 1932 –, volta e meia é aventado o emprego das Forças Armadas, agora na segurança pública, da alçada policial, embora possa caber-lhes contribuição episódica e até decisiva, respeitados os preceitos constitucionais que a regulam. As circunstâncias indicam o uso interno adequado: o Exército dos EUA atendia no século 19 a missão interna então a importante, o apoio à westernização; atende agora a externa e está presente no mundo.

Voltando à defesa nacional: sem ameaça claramente perceptível, que preocupe no curto/médio prazo, a defesa nacional está praticamente alijada do pensamento brasileiro. Ressalta, em particular, o descaso ou o quase total (?) desinteresse do nosso mundo político, que, vale repetir, num país democrático deve refletir a sociedade – ou, quando ela é apática, até substituí-la, já que a representa. Desinteresse político estimulado pela apatia cultural, mas também porque a defesa nacional, ignorada no ânimo societário, não inspira retorno nas eleições…

Clanf Foto Vitor Silva
Clanf – Foto Vitor Silva

Da ausência de atenção nacional – sempre em realce a ausência de atenção política – resulta que os militares se veem praticamente sozinhos no trato do assunto. Emerge aí uma questão delicada: no vácuo do desamparo conceitual político e societário, nosso poder militar vem sendo naturalmente orientado pelas visões profissionais das Forças, pelo que significa para elas a defesa nacional e estar o País armado ou desarmado. Por mais que ideias e projetos desenvolvidos nas instituições militares respondam competentemente ao potencial de atribulações em que a atuação militar possa ser necessária, por mais que alicerçadas no estudo criterioso e no comedimento responsável, a realidade é que elas carecem de suporte no sentimento nacional e, principalmente, no elenco das preocupações políticas. Não se apoiam numa lógica política fundamentada – o “por quê, para o quê” – e isso ocorre não por relutância dos militares em considerá-la, e sim por não existir tal lógica. A inconsistência turbulenta do suporte orçamentário aos projetos de preparo militar, complexos, caros e de longo prazo – o “com o quê, como” –, que respondem àquelas visões profissionais, é também, além das agruras fiscais do Estado, efeito do descompromisso da política com a defesa e o preparo militar. Vale perguntar: se as agruras fiscais forem controladas, haverá mais atenção política para a defesa…?

A mídia compartilha a apatia: pouco se dedica ao tema e, quando o aborda, geralmente o faz sem profundidade, por vezes refletindo interesse econômico, quando não com algum preconceito. Exemplo emblemático: em notícia sobre assalto a caixa eletrônica em praia de São Paulo, comentarista da TV pergunta (citação de memória): onde estava a Marinha, quando os assaltantes fugiam em lanchas? Preocupada com o submarino nuclear…

Deveria estar preocupada com a patrulha policial de praias com caixas eletrônicas?

A mudança do modelo alienado é complexa, passa por revisão cultural e política, que não acontece de um dia para o outro. Mas se queremos um Brasil pacífico, sensata e comedidamente armado em coerência com a criteriosa avaliação de sua presença no atribulado mundo do século 21, a defesa nacional precisa ser objeto de atenção do nosso mundo político, superado o descaso hoje em dia prevalecente.

Essa evolução é pouco provável enquanto nossa política prosseguir envolvida nos meandros de crises políticas, econômicas e morais, na disputa por cargos/sinecuras da máquina pública, nas turbulências da improbidade e/ou da incompetência e nas trapalhadas fiscais, que tumultuam o dia a dia político em detrimento de grandes e complexas questões nacionais – entre elas a refletida no título deste artigo.

FONTE: Folha de São Paulo

Tags: Segurança
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Comentários 40

  1. Luiz Arnaldo says:
    11 anos atrás

    Prezado Almirante Mario Cesar Flores,
    Foi na campanha Presidencial de 2010.
    E a frase proferida, se nao me engano, foi: “O Brasil deve continuar a ser um Pais pacifico, mas jamais devera ser uma Pais indefeso!”
    Att,
    Luiz Arnaldo

    Responder
  2. icario says:
    11 anos atrás

    desculpa, apertei o botão arrado, rs, rs, rs,………., CONTINUANDO, uma coisa é que a grande maioria do polvo brasileiro tem a sindrome do “vira-lata”, e como disse acima tais frases vem apoia ainda mais essa sìndrome e nossas elites também, sendo que deveriam ser os primeiros a tentar disseminar entre as grandes massas a idéia de que o nossa culta é excepional e o nosso polvo também, e isso não é populismo não! Jà data de bastante tempo ao longo da nossa història! Exemplo: final do século 19 inicio do século 20 muitas familias burguesas brasileiras preferiam enviar para Portugal suas roupas para serem lavadas nas maquinas modernas, na época, de là; um outro exemplo sempre foi na nossa industria automobilistica, marcas e modelos que foram desenvolvidos no Brasil por brasileiros e inovadores para a época e que nunca tiveram incentivo, procura na internet, tem uns tantos vìdeos a respeito. Me lembro de uma frase do Fernando Collor de Mello ( sujeitinho esse também,……….., olha o politicamente correto, ………., que eu me acalme, não é verdade Padilha????) , que disse que nossos carros eram carroças se comparadas aos carros estrangeiros. E olha sò para a minha surpresa, quando comecei a trabalhar como técnico em eletromcànica aqui na Europa, a mecânica era igual a nossa nos carros da mesma época. Os carros de marca francesa no Brasil tem a maioria da peças fabricadas, ……………na França???????????????? e não !!!!!!!!!! As marcas francesas fazem tal como no Brasil são tão somente montadoras, seguindo essa lògica deveriam ser vendidos como importado tal como no Brasil, não???????????? E se a gente começa a se referir a material e equipamento bélico, aì nem se fala, uma grande maioria condicionada vai dizer ; compra do EUA, outros diram da Russia e assim por diante. Bem poucos diram ; pensemos, projetemos e façamos aqui mesmo no Brasil. Esses poucos que tentam acabam sempre ou desistindo, fechando a “barraca”, ou tendo que se filiar a uma multinacional qualquer !!! E para terminar, todo o cidadão MÈDIO, em qualquer paìs do mundo é “ignorante”, pois em qualquer paìs do mundo é o polvo que faz, mas são as elites que decidem!!! Chega de dizer que somos ignorantes, ou quase uma sub raça……………BRASIL ACIMA DE TUDO!!!!!!!!!!!!

    Responder
  3. icario says:
    11 anos atrás

    Bem meu caro Celso, o que me incomoda em certos comentàrios são frases do tipo “centenas de anos e etc”,……., pois que vc queira ou não uma

    Responder
    • Celso says:
      11 anos atrás

      Icario, comentar ..centenas de anos eh pro forma…poderia aqui dizer algumas dezenas de anos……mas eh claro q so a pesquisa ou entendimento da historia pode colocar no tempo a evolucao de algo q se queira compreender e como isso trouxe o resultado pretendido. Nao perca seu tempo c picuinhas sobre algo banal q esta sendo comentado…eh so forma de expressao para dar conteudo ou indignacao a algo q eh comezinho ou sabido por todos. Sds

      Responder
  4. Luiz Arnaldo says:
    7 anos atrás

    Prezado Almirante Mario Cesar Flores,
    Foi na campanha Presidencial de 2010.
    E a frase proferida, se nao me engano, foi: “O Brasil deve continuar a ser um Pais pacifico, mas jamais devera ser uma Pais indefeso!”
    Att,
    Luiz Arnaldo

    Responder
  5. icario says:
    7 anos atrás

    desculpa, apertei o botão arrado, rs, rs, rs,………., CONTINUANDO, uma coisa é que a grande maioria do polvo brasileiro tem a sindrome do “vira-lata”, e como disse acima tais frases vem apoia ainda mais essa sìndrome e nossas elites também, sendo que deveriam ser os primeiros a tentar disseminar entre as grandes massas a idéia de que o nossa culta é excepional e o nosso polvo também, e isso não é populismo não! Jà data de bastante tempo ao longo da nossa història! Exemplo: final do século 19 inicio do século 20 muitas familias burguesas brasileiras preferiam enviar para Portugal suas roupas para serem lavadas nas maquinas modernas, na época, de là; um outro exemplo sempre foi na nossa industria automobilistica, marcas e modelos que foram desenvolvidos no Brasil por brasileiros e inovadores para a época e que nunca tiveram incentivo, procura na internet, tem uns tantos vìdeos a respeito. Me lembro de uma frase do Fernando Collor de Mello ( sujeitinho esse também,……….., olha o politicamente correto, ………., que eu me acalme, não é verdade Padilha????) , que disse que nossos carros eram carroças se comparadas aos carros estrangeiros. E olha sò para a minha surpresa, quando comecei a trabalhar como técnico em eletromcànica aqui na Europa, a mecânica era igual a nossa nos carros da mesma época. Os carros de marca francesa no Brasil tem a maioria da peças fabricadas, ……………na França???????????????? e não !!!!!!!!!! As marcas francesas fazem tal como no Brasil são tão somente montadoras, seguindo essa lògica deveriam ser vendidos como importado tal como no Brasil, não???????????? E se a gente começa a se referir a material e equipamento bélico, aì nem se fala, uma grande maioria condicionada vai dizer ; compra do EUA, outros diram da Russia e assim por diante. Bem poucos diram ; pensemos, projetemos e façamos aqui mesmo no Brasil. Esses poucos que tentam acabam sempre ou desistindo, fechando a “barraca”, ou tendo que se filiar a uma multinacional qualquer !!! E para terminar, todo o cidadão MÈDIO, em qualquer paìs do mundo é “ignorante”, pois em qualquer paìs do mundo é o polvo que faz, mas são as elites que decidem!!! Chega de dizer que somos ignorantes, ou quase uma sub raça……………BRASIL ACIMA DE TUDO!!!!!!!!!!!!

    Responder
  6. icario says:
    7 anos atrás

    Bem meu caro Celso, o que me incomoda em certos comentàrios são frases do tipo “centenas de anos e etc”,……., pois que vc queira ou não uma

    Responder
    • Celso says:
      7 anos atrás

      Icario, comentar ..centenas de anos eh pro forma…poderia aqui dizer algumas dezenas de anos……mas eh claro q so a pesquisa ou entendimento da historia pode colocar no tempo a evolucao de algo q se queira compreender e como isso trouxe o resultado pretendido. Nao perca seu tempo c picuinhas sobre algo banal q esta sendo comentado…eh so forma de expressao para dar conteudo ou indignacao a algo q eh comezinho ou sabido por todos. Sds

      Responder
  7. Andre says:
    11 anos atrás

    Esse é um daqueles textos em que se quer transmitir alguma moralidade, mas não se toca.
    O exemplo do parágrafo em que se fala do submarino nuclear ja mostra a mentalidade do brasileiro: ignorante! Somos um povo ignorante! Achar que marinha é policia é um exemplo escancarado da mentalidade destorcida do brasileiro. E esse exemplo dá margem a outra interpretação: nem a própria marinha deveria estar preocupada com seus meios, mas sim em policiar a segurança pública – algo que, constitucionalmente, não compete á esfera federal.
    Ao mesmo tempo que a mídia reconhece seu descaso com a importância do trato militar para o país, define com dois trechos que mantém a idéia de que só os políticos é que são distantes do que representam as tropas federais, mesmo dando um exemplo preconceituoso do tema submarino. Em outras palavras, segurança nacional é preocupação apenas de militares e politicos, segundo a conclusão do autor.

    Responder
  8. Andre says:
    7 anos atrás

    Esse é um daqueles textos em que se quer transmitir alguma moralidade, mas não se toca.
    O exemplo do parágrafo em que se fala do submarino nuclear ja mostra a mentalidade do brasileiro: ignorante! Somos um povo ignorante! Achar que marinha é policia é um exemplo escancarado da mentalidade destorcida do brasileiro. E esse exemplo dá margem a outra interpretação: nem a própria marinha deveria estar preocupada com seus meios, mas sim em policiar a segurança pública – algo que, constitucionalmente, não compete á esfera federal.
    Ao mesmo tempo que a mídia reconhece seu descaso com a importância do trato militar para o país, define com dois trechos que mantém a idéia de que só os políticos é que são distantes do que representam as tropas federais, mesmo dando um exemplo preconceituoso do tema submarino. Em outras palavras, segurança nacional é preocupação apenas de militares e politicos, segundo a conclusão do autor.

    Responder
  9. icario says:
    11 anos atrás

    Dismistificando a coisa ( ou ao menos tentando ): em primeiro, querer comparar o Brasil com a Suiça, tamanho geogràfico de um paìs ao outro, demografia, constituição étnica, elites de um sempre achando que o melhor é tudo o que vem de fora e tendo vergonha da propria cultura e do seu polvo, as elites do outro dizendo que o melhor é o que é feito por eles mesmo e dizendo que eles são orgulhosos do que eles SÃO; em segundo, educação de centenas de anos quer dizer o que realmente?, duzentos, trezentos….., mil anos?, pois pelo o que eu conheço da historia europeia foi tão somente a partir da segunda metade do século 18 que a educação começou, e timidamente, a se difundir nas grandes massas, pois até então era restrita a uma minoria, tais como clero, familias reais e a classe burguesa que começava a realmente proliferar. E foi tão somente com o evento da revolução industrial e com a demanda de mão de obra especialisada que começaram a aparecer escolas em certos vilarejos um pouco maiores, e isso data de quando mais ou menos?, vamos dizer um pouco mais de cento e cinquenta anos, centenas de anos é muito tempo meus caros. Em uma outra matéra aqui no DAN teve um colega que disse que queria um Brasil integrado no mundo e tal como ele nossas elites pensam do mesmo jeito, no entanto no dia que essas mesmas elites pensarem em afirmar o Brasil, a cultura brasileira no mundo, nesse dia teremos forças armadas dignas da extensão territorial, da cultura e do polvo brasileiro!!! Sò para ilustrar um pouco mais o que estou dizendo é o filme “àgua com açùcar” com a Regina Casé que assisti recentemente, no qual ela era uma empregada ( ou servente do lar no politicamente correto ) e comprou um jogo de taças de café de presente para a patroa, admito que as taças eram bregas, mas o que mais me chamou a atenção foi quando a patroa disse para ela servir os convidados com as taças que ela tinha comprado na Suiça, coincidência, não??? A cultura desse paìs é melhor, o polvo é melhor e mesmo as taças de café também são melhores. È isso aì, esse filme é bem ilustrativo do que as elites brasileiras pensam! Estou de acordo que a força de um paìs està na educação do seu polvo, no entanto a vontade està nas elites desse paìs, e isso pouco importa si essas elites são de direita, esquerda, de baixo , de cima,………puf……….. sinceramente!!! Detalhe, vivo na Europa a maioria do tempo e conheço a suiça também…….
    Obrigado mais uma vez ao pessoal do DAN pelo espaço……….

    Responder
    • Celso says:
      11 anos atrás

      Icario, sempre observo e leio alguns comentarios e o q mais me chama a atencao eh o fato da baita confusao q se faz c termos /..tais como ELITE….cultura, centenas de anos, educacao, etc………nao acredito em ideologias pois elas nao existem..nenhuma eh verdadeira ou honesta..isso eh fato e eh historico. O q existe eh uma organizacao da sociedade q seja a menos ruim, q tenha um farto apoio e q no frigir dos ovos seja a menos ruim. Nao existe almoco de graca, aqui fora eh uma selva e todos sabem disso…..sempre foi assim, quer pela forca das armas, quer pela manutencao da miseria e ignorancia exercidada pelos mais fortes e assim vai…..o q esta atras disso tudo eh O PODER, PELO PODER e as custas dos mais fracos. Nao importa q vc viva na europa ou sei la aonde, q vc tenha prestado atencao na chicara de cafe…rsrsrsr…afinal meu caro, ate mesmo ai na europa estes degraus da sociedade ou de sua cultura continuam disseminados….mas tudo passa pela ideologia burra e ditada pelos mais fortes e capazes. Acredite, se assim nao fosse, nao teriamos esta dita humanidade na forma como ela hoje esta e ainda assim tudo seria uma merla c gente do contra….nunca havera um mundo perfeito…….revolucao industrial e outras revolucoes em todos os niveis sempre ocorreram e irao continuar a ocorrer, mas quais destas revolucoes de fato ira se sobrepor as velhas e sem maiores danos colaterais…….eu nao sei e nao vou viver pra ver……..mas a verdade eh q a humanidade sempre estara em evolucao e seus costumes idem. Sds

      Responder
  10. dilson queiroz says:
    11 anos atrás

    …………..o país do samba,futebol e carnaval difícilmente será uma potencia militar…primeiro porque tem medo da própria sombra e não defende seu país acreditando ingenuamente que ele nunca será invadido deixando sua segurança a cargo de outro país mais ao norte imperialista e interesseiro ….segundo porque mesmo em qualquer corrente política desde a direita mais”conservadora” à esquerda que se diz mais “progressista” nunca INICIOU e TERMINOU um programa de fabricação de armas para sua DEFESA sem que se estivesse sob o espectro da falta crônica de verbas…..terceiro porque a população sem educação, saúde, segurança e com uma Justiça corrupta onde um policial prende um bandido e o juiz manda soltar no outro dia,onde a corrupção e o roubo à coisa pública imperam jamais dará o devido valor às Instituições Nacionais mas as de outro país……..bem mais ao Norte……..

    Responder
  11. Celso says:
    11 anos atrás

    Roberto….posso ate concordar c sua exposicao de ideia, alias, ela contem so observacoes reais e verdeiras….mas o q conta mesmo eh aquela educacao e alores q estao contidos em noosso DNA e na nossa familia, em nossa casa….eh dai q vem e se formam valores….enfelizmente estes ditos lares ou lacos de familia estao se esgarcando. Este fato nao eh novo mas tem sido visto, estudado e ateh mesmo aproveitadas por estas ditas ideologias doutrinarias e estupidas………….enfim, debate caloroso e intrigante c diversas nuances q nao da pra er aqui…mas fica aqui o pensamento q segue a mesma linha Sds

    Responder
  12. Renato de Mello Machado says:
    11 anos atrás

    Aqui no Brasil nada se solidifica,,comunismo nem pensar, democracia nem passa perto.Lema para o próximo governo.Brasil o país do nada.

    Responder
  13. icario says:
    7 anos atrás

    Dismistificando a coisa ( ou ao menos tentando ): em primeiro, querer comparar o Brasil com a Suiça, tamanho geogràfico de um paìs ao outro, demografia, constituição étnica, elites de um sempre achando que o melhor é tudo o que vem de fora e tendo vergonha da propria cultura e do seu polvo, as elites do outro dizendo que o melhor é o que é feito por eles mesmo e dizendo que eles são orgulhosos do que eles SÃO; em segundo, educação de centenas de anos quer dizer o que realmente?, duzentos, trezentos….., mil anos?, pois pelo o que eu conheço da historia europeia foi tão somente a partir da segunda metade do século 18 que a educação começou, e timidamente, a se difundir nas grandes massas, pois até então era restrita a uma minoria, tais como clero, familias reais e a classe burguesa que começava a realmente proliferar. E foi tão somente com o evento da revolução industrial e com a demanda de mão de obra especialisada que começaram a aparecer escolas em certos vilarejos um pouco maiores, e isso data de quando mais ou menos?, vamos dizer um pouco mais de cento e cinquenta anos, centenas de anos é muito tempo meus caros. Em uma outra matéra aqui no DAN teve um colega que disse que queria um Brasil integrado no mundo e tal como ele nossas elites pensam do mesmo jeito, no entanto no dia que essas mesmas elites pensarem em afirmar o Brasil, a cultura brasileira no mundo, nesse dia teremos forças armadas dignas da extensão territorial, da cultura e do polvo brasileiro!!! Sò para ilustrar um pouco mais o que estou dizendo é o filme “àgua com açùcar” com a Regina Casé que assisti recentemente, no qual ela era uma empregada ( ou servente do lar no politicamente correto ) e comprou um jogo de taças de café de presente para a patroa, admito que as taças eram bregas, mas o que mais me chamou a atenção foi quando a patroa disse para ela servir os convidados com as taças que ela tinha comprado na Suiça, coincidência, não??? A cultura desse paìs é melhor, o polvo é melhor e mesmo as taças de café também são melhores. È isso aì, esse filme é bem ilustrativo do que as elites brasileiras pensam! Estou de acordo que a força de um paìs està na educação do seu polvo, no entanto a vontade està nas elites desse paìs, e isso pouco importa si essas elites são de direita, esquerda, de baixo , de cima,………puf……….. sinceramente!!! Detalhe, vivo na Europa a maioria do tempo e conheço a suiça também…….
    Obrigado mais uma vez ao pessoal do DAN pelo espaço……….

    Responder
    • Celso says:
      7 anos atrás

      Icario, sempre observo e leio alguns comentarios e o q mais me chama a atencao eh o fato da baita confusao q se faz c termos /..tais como ELITE….cultura, centenas de anos, educacao, etc………nao acredito em ideologias pois elas nao existem..nenhuma eh verdadeira ou honesta..isso eh fato e eh historico. O q existe eh uma organizacao da sociedade q seja a menos ruim, q tenha um farto apoio e q no frigir dos ovos seja a menos ruim. Nao existe almoco de graca, aqui fora eh uma selva e todos sabem disso…..sempre foi assim, quer pela forca das armas, quer pela manutencao da miseria e ignorancia exercidada pelos mais fortes e assim vai…..o q esta atras disso tudo eh O PODER, PELO PODER e as custas dos mais fracos. Nao importa q vc viva na europa ou sei la aonde, q vc tenha prestado atencao na chicara de cafe…rsrsrsr…afinal meu caro, ate mesmo ai na europa estes degraus da sociedade ou de sua cultura continuam disseminados….mas tudo passa pela ideologia burra e ditada pelos mais fortes e capazes. Acredite, se assim nao fosse, nao teriamos esta dita humanidade na forma como ela hoje esta e ainda assim tudo seria uma merla c gente do contra….nunca havera um mundo perfeito…….revolucao industrial e outras revolucoes em todos os niveis sempre ocorreram e irao continuar a ocorrer, mas quais destas revolucoes de fato ira se sobrepor as velhas e sem maiores danos colaterais…….eu nao sei e nao vou viver pra ver……..mas a verdade eh q a humanidade sempre estara em evolucao e seus costumes idem. Sds

      Responder
  14. Roberto Henrique says:
    11 anos atrás

    Somente uma coisa muda a mentalidade da população a médio e a longo prazo. A educação de qualidade e não doutrinária ( de esquerda principalmente) que realmente forme um cidadão, um brasileiro, que valorize a terra, o trabalho e a importância da sua defesa e soberania.
    Com este sistema educacional ideológico que se instalou no país, no ensino básico e médio a partir da segunda metade da década de 80, que destruiu principalmente o respeito ao próprio professor, uma educação que se diz inclusiva e que com isto desvaloriza a aprendizagem ( que somente é avaliada com provas de verdade), onde a moralidade e o civismo são coisas do passado, do período dos militares e junto com a baixa renumeração dos professores ( com sindicatos corruptos e calados pelo governo – quando há alguma movimentação, somente em estados governados pela oposição), infra estrutura precária, desvio de dinheiro etc. Assim, infelizmente estaremos vivendo em um eterno país do futuro, o mesmo Brasil de sempre e com os mesmos problemas. Quer um exemplo que a educação é a solução: Basta lembrar o que era a Coréia do Sul nos fins da década de 70 e hoje. ´Com altos investimentos em educação público de qualidade, sem ideologias, do ensino básico, médio, técnico ao Superior e o que são hoje. Hoje andamos em carros Hyundai, Kia, celulares Samsung, LG etc. O texto no fundo tem a ver com o texto acima. A Suécia é um país pacífico, mas não é uma nação desarmada.

    Responder
  15. Guacamole says:
    11 anos atrás

    Porque não fazer como na Suíça onde não existe exército, mas milicianos. Depois do treino, cada um leva o seu rifle pra casa e fica com ele pelo resto da vida.
    Isso não só aumentaria o numero de soldados, também diminuiria a incidência de crimes nas ruas ( com todo mundo armado, criminosos pensariam duas ou três vezes antes de assaltar e matar) e daria ao exército a chance de contratar apenas soldados profissionais ao invés dos recrutas mal trinados que tem hoje. Diminuiria o número mas aumentaria a qualidade.

    Ou podemos continuar como o país esquerdista que somos e desarmar o cidadão de bem.

    Responder
    • Celso says:
      11 anos atrás

      isso so funciona neste pais chamado Suica dada a enormidade da educacao q remonta a centenas de anos e outros fatores conhecidos………se fizer isso aqui da noite para o dia este imenso degrau social vai fazer disso uma guera civil inimaginavel…o descontrole geral vao tomar as ruas de assalto….salve-se quem puder…..nao eh tao simples ao comparar aos c bugalhos…….na Suica tem-se 4 ou 5 cantoes e la prevalecem 4 tipos de idiomas ou alguns dialetos……mas nao eh so por isso q vivem em harmonia…….Sds

      Responder
      • Gilberto Rezende-Rio Grande/RS says:
        11 anos atrás

        Nem lá, vide o caso do Gripen na Suíça…

        Responder
        • Celso says:
          11 anos atrás

          rsrsrsrsr viva democracia e a liberdade de escolha…rsrsrsrsr Sds

          Responder
    • Eric says:
      11 anos atrás

      Concordo que funciona na Suíça! Más, comparei diversos países como Canadá, Honduras, Suíça, Japão, Cingapura e Outros. A meu ver de fato os países que estão no topo da lista de mais seguros do mundo, são países “desarmados” (Islândia, Cingapura, Japão, Hong Kong e Brunei respectivamente com as menores taxas de homicídio do mundo), há países “armados” com taxas de homicídio razoáveis e até muito boas. Empiricamente entre países com condições de civilidade, econômicas, sociais e culturais similares, o país “desarmado” tende a ter taxa melhor que o seu paradigma “armado”. Porem acredito que fato armado ou desarmado não é o mais relevante. É utopia imaginar que o cidadão comum armado resolverá o problema! O grande diferencial que distorce nossa realidade é o índice de elucidação de homicídios que no Brasil gira em torno de 5% em contrapartida no Japão é de 95%. Isso significa uma brutal impunidade do infrator e provavelmente um enorme índice de impunidade. Pessoalmente acredito que “liberar geral” deixará o trabalho da polícia um pouco mais difícil, e nos aproximará mais de El Salvador com maior taxa de homicídio do mundo do que da Suécia. Diga-se de passagem com exceção dos EUA auto defesa não é um motivo aceitável para se adquirir uma arma na maioria dos países desenvolvidos que permitem, alem de possuírem legislação similar a nossa atual legislação de posse e porte de armas.

      Responder
      • Gripen BR says:
        11 anos atrás

        “enorme índice de impunidade => Leia-se – enorme índice de reincidência.

        Responder
      • Celso says:
        11 anos atrás

        Eric, o resumo melhor seria exatamente este q vc citou….o irrestrito respeito as leis e a aplicacao durissima da sancao (peso da lei) ateh mesmo para as coisas consideradas banais aqui, tal como a bobagem de contravencao (afinal, isto eh crime ou nao eh). Esta sim eh uma gde diferenca aliada a uma otima educacao q comeca nos lares.
        PS – meu filho viveu e morou no Japao mais de 10 anos e tem familiares de minha esposa q la vivem a mais de 35 anos……..da raiva (inveja) de ver o comportamento da sociedade em todos os niveis…..la tbm existem criminosos, mas nao existe a perfeicao neh. O respeito eh geral, mas sabem q a lei eh durissima e nao perdoa minimas transgressoes…roubo la la da uma condenacao de ate 10 anos sem sursis ou livramento..nao tem privilegios e o preso tem q trabalhar pra pagar as despesas e nao a sociedade. Sds

        Responder
        • Leonardo Rodrigues says:
          11 anos atrás

          Boa é isto mesmo, tem que trabalhar e estudar pra pagar sua estadia e segurança e evoluir como ser humano. É o mínimo. Concordo plenamente: mente vazia oficina do capeta. Se não evoluir? Joga a chave fora e trabalha igual pra sustentar a família lá fora, sem advogado que não seja revistado.

          Responder
    • Andre says:
      11 anos atrás

      Você mistura funções diferentes como se fosse a mesma atividade. Exército não é policia – embora exista a policia do exército! A Polônia tentou enfrentar a Alemanha com baioneta na Segunda Guerra Mundial. O problema é que o alvo da cavalaria (literalmente) da Polônia eram blindados! Resultado: não preciso nem dizer o que aconteceu com os combatentes poloneses, mas a consequência para aquele povo foi o gueto.

      Responder
  16. dilson queiroz says:
    7 anos atrás

    …………..o país do samba,futebol e carnaval difícilmente será uma potencia militar…primeiro porque tem medo da própria sombra e não defende seu país acreditando ingenuamente que ele nunca será invadido deixando sua segurança a cargo de outro país mais ao norte imperialista e interesseiro ….segundo porque mesmo em qualquer corrente política desde a direita mais”conservadora” à esquerda que se diz mais “progressista” nunca INICIOU e TERMINOU um programa de fabricação de armas para sua DEFESA sem que se estivesse sob o espectro da falta crônica de verbas…..terceiro porque a população sem educação, saúde, segurança e com uma Justiça corrupta onde um policial prende um bandido e o juiz manda soltar no outro dia,onde a corrupção e o roubo à coisa pública imperam jamais dará o devido valor às Instituições Nacionais mas as de outro país……..bem mais ao Norte……..

    Responder
  17. Celso says:
    7 anos atrás

    Roberto….posso ate concordar c sua exposicao de ideia, alias, ela contem so observacoes reais e verdeiras….mas o q conta mesmo eh aquela educacao e alores q estao contidos em noosso DNA e na nossa familia, em nossa casa….eh dai q vem e se formam valores….enfelizmente estes ditos lares ou lacos de familia estao se esgarcando. Este fato nao eh novo mas tem sido visto, estudado e ateh mesmo aproveitadas por estas ditas ideologias doutrinarias e estupidas………….enfim, debate caloroso e intrigante c diversas nuances q nao da pra er aqui…mas fica aqui o pensamento q segue a mesma linha Sds

    Responder
  18. Renato de Mello Machado says:
    7 anos atrás

    Aqui no Brasil nada se solidifica,,comunismo nem pensar, democracia nem passa perto.Lema para o próximo governo.Brasil o país do nada.

    Responder
  19. Roberto Henrique says:
    7 anos atrás

    Somente uma coisa muda a mentalidade da população a médio e a longo prazo. A educação de qualidade e não doutrinária ( de esquerda principalmente) que realmente forme um cidadão, um brasileiro, que valorize a terra, o trabalho e a importância da sua defesa e soberania.
    Com este sistema educacional ideológico que se instalou no país, no ensino básico e médio a partir da segunda metade da década de 80, que destruiu principalmente o respeito ao próprio professor, uma educação que se diz inclusiva e que com isto desvaloriza a aprendizagem ( que somente é avaliada com provas de verdade), onde a moralidade e o civismo são coisas do passado, do período dos militares e junto com a baixa renumeração dos professores ( com sindicatos corruptos e calados pelo governo – quando há alguma movimentação, somente em estados governados pela oposição), infra estrutura precária, desvio de dinheiro etc. Assim, infelizmente estaremos vivendo em um eterno país do futuro, o mesmo Brasil de sempre e com os mesmos problemas. Quer um exemplo que a educação é a solução: Basta lembrar o que era a Coréia do Sul nos fins da década de 70 e hoje. ´Com altos investimentos em educação público de qualidade, sem ideologias, do ensino básico, médio, técnico ao Superior e o que são hoje. Hoje andamos em carros Hyundai, Kia, celulares Samsung, LG etc. O texto no fundo tem a ver com o texto acima. A Suécia é um país pacífico, mas não é uma nação desarmada.

    Responder
  20. Guacamole says:
    7 anos atrás

    Porque não fazer como na Suíça onde não existe exército, mas milicianos. Depois do treino, cada um leva o seu rifle pra casa e fica com ele pelo resto da vida.
    Isso não só aumentaria o numero de soldados, também diminuiria a incidência de crimes nas ruas ( com todo mundo armado, criminosos pensariam duas ou três vezes antes de assaltar e matar) e daria ao exército a chance de contratar apenas soldados profissionais ao invés dos recrutas mal trinados que tem hoje. Diminuiria o número mas aumentaria a qualidade.

    Ou podemos continuar como o país esquerdista que somos e desarmar o cidadão de bem.

    Responder
    • Celso says:
      7 anos atrás

      isso so funciona neste pais chamado Suica dada a enormidade da educacao q remonta a centenas de anos e outros fatores conhecidos………se fizer isso aqui da noite para o dia este imenso degrau social vai fazer disso uma guera civil inimaginavel…o descontrole geral vao tomar as ruas de assalto….salve-se quem puder…..nao eh tao simples ao comparar aos c bugalhos…….na Suica tem-se 4 ou 5 cantoes e la prevalecem 4 tipos de idiomas ou alguns dialetos……mas nao eh so por isso q vivem em harmonia…….Sds

      Responder
      • Gilberto Rezende-Rio Grande/RS says:
        7 anos atrás

        Nem lá, vide o caso do Gripen na Suíça…

        Responder
        • Celso says:
          7 anos atrás

          rsrsrsrsr viva democracia e a liberdade de escolha…rsrsrsrsr Sds

          Responder
    • Eric says:
      7 anos atrás

      Concordo que funciona na Suíça! Más, comparei diversos países como Canadá, Honduras, Suíça, Japão, Cingapura e Outros. A meu ver de fato os países que estão no topo da lista de mais seguros do mundo, são países “desarmados” (Islândia, Cingapura, Japão, Hong Kong e Brunei respectivamente com as menores taxas de homicídio do mundo), há países “armados” com taxas de homicídio razoáveis e até muito boas. Empiricamente entre países com condições de civilidade, econômicas, sociais e culturais similares, o país “desarmado” tende a ter taxa melhor que o seu paradigma “armado”. Porem acredito que fato armado ou desarmado não é o mais relevante. É utopia imaginar que o cidadão comum armado resolverá o problema! O grande diferencial que distorce nossa realidade é o índice de elucidação de homicídios que no Brasil gira em torno de 5% em contrapartida no Japão é de 95%. Isso significa uma brutal impunidade do infrator e provavelmente um enorme índice de impunidade. Pessoalmente acredito que “liberar geral” deixará o trabalho da polícia um pouco mais difícil, e nos aproximará mais de El Salvador com maior taxa de homicídio do mundo do que da Suécia. Diga-se de passagem com exceção dos EUA auto defesa não é um motivo aceitável para se adquirir uma arma na maioria dos países desenvolvidos que permitem, alem de possuírem legislação similar a nossa atual legislação de posse e porte de armas.

      Responder
      • Gripen BR says:
        7 anos atrás

        “enorme índice de impunidade => Leia-se – enorme índice de reincidência.

        Responder
      • Celso says:
        7 anos atrás

        Eric, o resumo melhor seria exatamente este q vc citou….o irrestrito respeito as leis e a aplicacao durissima da sancao (peso da lei) ateh mesmo para as coisas consideradas banais aqui, tal como a bobagem de contravencao (afinal, isto eh crime ou nao eh). Esta sim eh uma gde diferenca aliada a uma otima educacao q comeca nos lares.
        PS – meu filho viveu e morou no Japao mais de 10 anos e tem familiares de minha esposa q la vivem a mais de 35 anos……..da raiva (inveja) de ver o comportamento da sociedade em todos os niveis…..la tbm existem criminosos, mas nao existe a perfeicao neh. O respeito eh geral, mas sabem q a lei eh durissima e nao perdoa minimas transgressoes…roubo la la da uma condenacao de ate 10 anos sem sursis ou livramento..nao tem privilegios e o preso tem q trabalhar pra pagar as despesas e nao a sociedade. Sds

        Responder
        • Leonardo Rodrigues says:
          7 anos atrás

          Boa é isto mesmo, tem que trabalhar e estudar pra pagar sua estadia e segurança e evoluir como ser humano. É o mínimo. Concordo plenamente: mente vazia oficina do capeta. Se não evoluir? Joga a chave fora e trabalha igual pra sustentar a família lá fora, sem advogado que não seja revistado.

          Responder
    • Andre says:
      7 anos atrás

      Você mistura funções diferentes como se fosse a mesma atividade. Exército não é policia – embora exista a policia do exército! A Polônia tentou enfrentar a Alemanha com baioneta na Segunda Guerra Mundial. O problema é que o alvo da cavalaria (literalmente) da Polônia eram blindados! Resultado: não preciso nem dizer o que aconteceu com os combatentes poloneses, mas a consequência para aquele povo foi o gueto.

      Responder

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